São Paulo registra 60 uniões de gays por mês


Mais de um ano após o Supremo Tribunal Federal legalizar a união estável de homossexuais, a cidade de São Paulo teve 720 registros entre casais do mesmo sexo. Os dados são do Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo (CNB-SP), o levantamento foi feito em 26 cartórios do total de 32 existentes na capital.

A decisão do STF oficializou a união e fez a relação homossexual ser tratada como um tipo de família. Os casais gays passaram a ter o direito de receber pensão alimentícia, herança e serem incluídos em plano de saúde do companheiro, além de poder adotar filhos, fazer inseminação e registrá-los em seu nome.

Entretanto, meus caros, esses números não significam um aumento de registros. Pelo contrário, houve uma redução de 19% no registro pela união estável em um ano. No 26.º Cartório de Notas, que fica no Centro de São Paulo, o número de registros de união estável foi menor após a oficialização. Entre maio de 2010 e abril de 2011 o cartório registrou 221 contratos de união estável homoafetiva. Já no período entre maio de 2011 e abril de 2012, foram 179 documentos.

Fonte: Jornal da Tarde

Aumento do vírus HIV cresce entre jovens gays em 2011


De acordo com um relatório divulgado nesta segunda-feira (28) pelo Ministério da Saúde, o vírus HIV aumentou entre jovens homossexuais de 15 a 24 anos. Em 1990, a Aids correspondia a 25,2% dos homens infectados nesta faixa etária. Agora, em 2011, o número aumentou para quase o dobro, chegando em 46,4% de infectados.

Devido a esses dados, a campanha de 2011 em combate ao Dia Mundial de Luta contra a Aids, que acontece no dia 1º de dezembro, será focada em jovens gays.

“Estamos buscando entender os aspectos de vulnerabilidade dos jovens gays, e quando falamos neles, também temos que falar dos (sic) travestis. Temos uma preocupação específica com isso, com entender a vulnerabilidade desse setor. Achamos que para esse público não falta conhecimento: 95% deles sabem que a melhor forma de prevenir a Aids HIV é a camisinha”, afirmou Alexandre Padilha, ministro da saúde.

Mulheres entre 13 e 19 anos também terão destaque nesta campanha. Segundo relatório, essa faixa de idade é a única em que há mais mulheres infectadas pelo HIV do que homens. Geralmente, meninas dessa idade acabam cedendo à pressão do parceiro em fazer sexo sem camisinha.

Fonte: Site e Revista A capa