Quem nunca…


…foi pego pela câmera falante da PMVV na Feira do Cu Praia das Garças, néam?! Cata as gueish que ficaram gongadas na noite pelas bee da Folha Vitória:

Matéria completa e  vídeo dosh doish pombeenhos aqui.

Leia este trecho:

“Os atos só foram interrompidos após alerta da chamada câmera tagarela, da central de videomonitoramento da prefeitura. O operador do equipamento orientou que os dois homens parassem com a atividade sexual na praia. Assustados, eles se vestiram e foram embora. “O que chama a atenção é a irresponsabilidade dessas pessoas que praticam sexo em um local público sabendo que isso não é legal”, comentou secretário de Ação Social de Vila Velha, Ledir Porto”.

Ledir, olha, não querendo te contrariar, que é autoridade e tal, mas sexo em praia é MUITO LEGAL! Eu gosto. O que não é legal é assustar a gente com a porra da câmera falante!

♪ “Como uma Deusaaa…” ♫


"Sou assim no dia-a-dia, por quê?"

Um dos maiores dramas de muitas pessoas é a primeira noite com o futuro ex-amor desta semana, ou algo que  o valha. Para uma passiva isso é ainda pior, gente! Para vocês passivas – aloka! – a primeira noite com o bophe é um enorme drama, praticamente uma ópera é-pica. Porque é aquela coisa: se você for bem, pode ser que segure o boy pelo edí, se você cometer uma grande gafe, ele pode sair por aí fazendo a maldita e te queimando na noite capixaba. Isso, bata na madeira trêsh vezesh! E é deste medo que temos, ops, quero dizer, que vocês, passivas, tem, que surge a necessidade de  serem como deusas.

Sim! Por exemplo, deusa peida? Passiva também não! Deusa caga, come, tem mal cheiro? Passiva também não, beu abôr! Por isso que elas ficam tão nervosas. Jejuam da véspera até o encontro, o que, além de preservar a chuca, lhes dá um ar de languidez próprio das divas e das pobres criançash etíopes. A chuca é feita de forma tão profunda que dá pra inaugurar uma galeria de metrô no edí da beesha. Eu, cof, quero dizer, uma amiga minha diz que chega a por soluções perfumadas em determinados

pontos no – e no entorno do – edí pra caso o bophe queira fazer o flei (cunete, beijo grego…).

"Jasmins silvestres!"

O edí da beesha fica igual a parte de perfumes do catálogo da Avon, é só ir esfregando e sentindo mil diferentes e deliciosas fragrâncias. Atenção, dica do BC saúde: se forem fazer isso em casa não usem perfumes com álcool na composição, tsá?!

E você acha que acaba na hora H o drama queen? Não, querida! Na hora da penetração ela ainda tem que simular que é praticamente virgem pro bophe não pensar (saber, no caso) que ela é larga e rodada e daí o curso de 6 meses de teatro na Fafi dela vem bem a calhar. Ela aperta o máximo possível e geme horroreh. Acho que a acadêmia deveria dar um Oscar pra cada uma por essa atuação, porque é ba-ba-do, vinhado!

"Bom dia, amor! Dormiu bem?"

Gozou? Gozou. Foi gostoso? Foi. Acabou? Não. O ativo vira pro lado e capota exausto, enquanto nossa lutadora fica apenas nos leves coxilos a noite toda para não perder a hora. É que a passiva em primeira noite tem que acordar em torno de meia hora antes do ocó correr no banheiro, refazer a chuca (ela é sempre otimista, por isso a gente gosta dela), escovar os dentes, lavar o rosto, se perfurmar e se pentear, e depois voltar para a cama e simular um sono tranquilo. Passiva acorda igual personagem de novela-filme-seriado: linda, cheirosa e bem arrumada.

Pior é quando, com todo esse sacrificio, o cafuçú vira (literalmente) e diz: “Er, basfond, bee, sou passeeva também, hi hi!”.

E você, faz alguma coisa pra impressionar na primeira noite?

A comunidade LGBT e os rótulos…


Diariamente nós escutamos, seja na roda de amigos, seja de um conhecido falando de outra pessoa, seja no sentido pejorativo, as palavras “viado” e “sapatão”. Elas existem e estão circulando por aí… Mas, como se sentir ofendido, quando usa-se a mesma palavra que discrimina, como apelido carinhoso?

A maioria das pessoas, costuma relacionar “lésbica”, com aquelas mulheres mais femininas, normalmente as passivas da relação, enquanto “sapatão” classificaria as masculinas e ativas. Não sei se existe algo referente a essa divisão de termos para os gays, se houver, deixem nos comentários.

Tornando o assunto mais real, estava conversando com um colega ht e ele então me perguntou, porque nos sentimos ofendidas ao ouvir “sapatão” no sentido pejorativo, se nós usamos essa palavra nos nossos círculos sociais? Ele argumentou que de um jeito ou de outro, nós mesmos incitávamos o preconceito e deu o seguinte exemplo:

“Uma criança escuta um grupo de gays, conversando, “viado” pra lá, “viado” pra cá… Ele chega em casa e escuta o pai falando que o filho do vizinho é “viado”, a mãe diz que prefere ter um filho drogado do que “viado”.”

O que você acha que vai rolar na mente dessa pessoa!?

Resolvi abrir a discussão disso, já que eu não consegui responder a pergunta dele. Então, usar palavras que rotulam, incita o preconceito? Nós temos o direito de cobrar respeito das pessoas que usem esse termos, apesar de usarmos diariamente? Já aconteceu algo parecido com você?