Amor?


Desde que entrei no blog tenho um sonho: Fazer um texto sobre o amor.

No começo eu ficava super inseguro, achava que não seria bem aceito e que vocês me jogariam tomates caso ousasse falar de um assunto pesado desses. Mas agora que já caí nas graças do povo cabixaba e um leitor do blog tocou no assunto nos comentários, acho que posso me aventurar. Além disso, domingo tá aí, é o dia da depressão, que vocês morrem de ressaca, colocam um filme da Julia Roberts no Telecine Touch e se perguntam o porquê daquela ridícula com boca feita de maquiagem ter uma vida amorosa melhor que a sua.

Tenho sérios problemas com a conjugação do verbo amar. Vê-se a torto e a direito a conjugação deste verbo no passado, mas como se deixa de amar alguém? De que maneira isso ocorre?!

Posso afirmar que nunca amei, apaixonar-me sim, por raras pessoas e coisas, mas amar transpassa um conceito tão inexplicável que não me vejo capaz de me desprender. As pessoas, com poucos meses, e até dias, de relacionamento, seja ele fraternal ou amoroso, afirmam amar o outro, porém basta uma série de problemas de convivência, a incompatibilidade de personalidade e a distância física ou psicológica que esse sentimento desaparece, e aí dizem: “Eu amei fulano, mas as circunstâncias não permitiram que permanecêssemos juntos”. Como assim, Beeal? Estar junto agora é requisito para continuar amando?!

Uso como exemplo o sentimento que a maioria de nós temos pelos pais, é imutável, que por mais que haja desavenças, disparidades de opinião ou desapontamentos, o sentimento continua ali, firme. E eu não estou falando de problemas banais, estou falando de pais ou filhos que realmente causam sérios transtornos: é um pai que expulsa o filho de casa por algum motivo, um filho que se envolve com a criminalidade e acaba por envolver os pais, entre outros. Entretanto, mesmo assim, o sentimento de condescendência desemboca no perdão mútuo e na busca pela superação do problema PELO BEM DA RELAÇÃO, tudo isso por causa da imensidão do que se sente pelo outro. Com raras exceções, néam? Vide Suzane von Richthofen.

Fraternal, mas nunca deixou de ser amor.

Então não venha me dizer que já amou tantas pessoas na sua vida somente porque sentiu um sentimento muito forte por elas, ou porque por algum momento se viu disposto a dar sua vida pelo outro, aliás, estar inebriado pela paixão e pela afeição nos momentos de felicidade sem que tenha sido necessário doar algo seu, não-material, de muito valor, e dizer que DARIA caso fosse preciso, é muito fácil.

Portanto, não julguem amar pelo que sentem, mas por quanto tempo percebem que sentirão, você percebe isso com os primeiros desentendimentos, seja racional nesses momentos e pondere os acontecimentos, as interpretações e a influência deles, pois há uma característica cabal na duração desse sentimento, que quando eterno, considera-se amor.

Só a Max me entende =*

Domingos…


São sempre tão… domingos!

Saudades do gugu!?
Saudades do gugu!?
Pedro: Fazendo o que?
Amigo: Assistindo Desperate Housewives!
Pedro: Sai dessa vida de séries viado!
Amigo: Quem fala… A pessoa que se apaixona por um nerd fictício… hauhauha
Pedro: PARA… VOCÊ QUER ME ACABAR COM MINHA VIDA!</leona assassina vingativa>

Como perturbar os amigos no MSN não mostrou grandes resultados. Faço a pergunta: O que vocês fazem no domingo pela Grande Vitória?

Obs: Nunca fale com amigos de paixões platônicas que envolvam nerds de sitcom americana. Ele pode usar isso contra você um dia!

Ócio, domingo e papos feministas


Humm... vou pensar!

Humm... vou pensar!

Entregue ao ócio de um domingo, após desejar ardentemente o Alladin durante toda a transmissão da animação, e agora entregue a análises técnicas sobre as performances dos dançarinos do concurso de DJ’s do Domingão do Faustão. A única solução que vejo para dar algum sentido a este domingo, é encher a cara e fingir que gosto de futebol no boteco mais próximo.

Pedro: – Vamos beber e fingir que entendemos as regras do futebol?

Primo chato e entediante: – Não!

Após tão amável negativa, a beesha em questão pede silêncio para torcer pela única representante feminina do concurso de DJ’s. O que pra mim causa grande espanto, já que o mais próximo que ele chegou de uma mulher foi no nascimento, ele me vem com essa justificativa: – Sempre torcemos pelas mulheres, você nunca reparou não?

Após tão feminista declaração (porque tão feminina meu Deus?), ele fez uma pequena lista de suas predileções:

  • Vídeo Game: Sempre escolhia a Chun-Li (Street Fighter) e a Sonya (Mortal Kombat).

    Força na peruca!

    Força na peruca!

  • Big Brother: Sempre mulheres. Leka, Cida, Ana… (Até na edição do Jean Wyllys ele torceu pela Grazi!).
  • Eleições: A beesha é socialista e vota na Heloísa Helena.
  • Ídolos: Somente as Divas.
  • Filósofos: Paris Hilton

Questionado sobre a validade de sua lista e sua aplicação ao mundo gay, a única resposta da beesha foi:

– Viu, a mulher ganhou o concurso de DJ’s no Faustão!

Não quis dar o braço a torcer, mas também sempre torço pelas mulheres!

Que susto primo!


Domingo é dia da família. E seguindo essa máxima, estava na casa da minha tia de conversa com primo que estava no seu laptop. Conversa vai, conversa vem, tomei conta do laptop para ver como andava o Babado, e  ele começa a falar no novo clip da Beyoncé. O que passou pela minha cabeça: Ele agora vai dizer que estava tudo, que a Beyonce arrasa e é loosho!Achei até que ele poderia fazer elogios ao figurino, a cenografia… Um pouco assustado fiquei bem quieto. Logo depois pediu que eu colocasse o vídeo para carregar. Pensamento: Pronto. Vai ter que rolar uma conversa com meu primo. Mas, ele completou: – Coloca ai cara! Essa mulher é muito gostosa…Ah eu com uma dessa!Ufa…Um a menos na concorrência.O melhor de tudo foi o vídeo que na pressa acabei carregando.

Simplismente ganharam um fã.O que é o espacate no fim?Amei!

Falando em domingo. Quem viu a Marcela Lobo cantando Elis no Faustão. Fui pego no susto, e acabei não vendo o começo. Procurei na net e não achei.