O Segredo dos Lírios: documentário sobre mães de lésbicas



O Segredo dos Lírios (16 min) é um documentário que conta a história de Christiane, Estela e Vera: mães de garotas homossexuais que fazem de seu amor um exemplo para outras famílias. O filme foi dirigido por Brunna Kirsch e Cris Aldreyn, estudantes de cinema da UNISINOS (São Leopoldo – RS) durante a primavera de 2011 e exibido pela primeira vez em uma sessão comentada no Santander Cultural, em Porto Alegre, onde recebeu diversas críticas positivas. Este ano, os produtores do filme resolveram divulgá-lo em homenagem ao “Dia das Mães” e ao “Dia Internacional Contra a Homofobia”. Assista:

Fonte: Homorrealidade

“Transtorno”(?) de Identidade de Gênero


Com Ariadna no Big Brother Brasil 11, a transexualidade está na boca do povo. E, diante da saída da transex do BBB, percebe-se que o povo ainda não está muito à vontade com a presença de um transexual em seus lares.

Lendo um texto do Dr. Marcelo, o psicológo urso do BBB, encontrei três vídeos muito interessantes que falam sobre esse assunto, e acho válido dividir com vocês. Assistam:

PARTE 1:

PARTE 2:

PARTE 3

Via Globo.com

Drags capixabas arrasando na tela do Metrópolis


Bees, voltei a poshtar depois de um finde babadeiro que me deixou todo cagado por dias. Fim de semana aliás que contou com ida a inauguração da Move, festinha particular regada a lexotan e a estreia do documentário “Rainhas da Noite“, de Diego Peruch, conforme anunciamos aqui, e é sobre essa noite de gala do cinema capixaba que falaremos.

Cheguei no Metrópolis em cima da hora e os apresentadores (Rafael, cai ni mim!) estavam convidando os realizadores a falar. Sentei na última fila ao lado da Bel Ami que comenta aqui no blog. A bee me apresentou pras amigas dela (uma beesha e uma racha). Menina, a racha foi simpática e a bee fez carão pra mim. “Meoo Koo”, pensei. Daí que a Bel, muito faladeira, falou pras duas que eu era o #dédobabadocerto. A bee saltou da cadeira e espantada gritou: “Você é o Dé?!” e ficou me encarando com uma cara louca, dessas de estado de choque, o que me constrangeu – sou blogayro típico: nerd e tímido. Mas tudo isso não vem ao caso. Fiquei uó ao saber que o filme que fui ver seria o último de 6. Eu não estava com espírito para ver filmes naquela noite, queria mesmo era ir pra Lama (aliás, minhas amigas ligavam,  ligavam…). Vi todos os filmes, afora a pausa que me permiti ao ir paratomar uma cervejinha, se quiserem saber sobre os filmes da noite leiam as opiniões das nossas parceiras (não sexuais… ainda) do Arrasa na Pi(r)poca.

O público bastante contido até o filme do Diego, saiu do armário ao ver as drags na tela. Riam, gritavam coisas (“aloka”, “adoro”) e ovacionaram bastante ao final da produção. As drags Angela Jackson e Andréxia Simon marcaram presença montadíssimas. A Draken estava lá também, porém  a paisana.

Agora vou dar minha opinião, fazendo a linha crítica de cinema. “Rainhas da Noite” sempre terá o mérito de documentar – de forma inédita – toda uma geração de drags. E não só isso, de dar uma existência e uma pertinência a esse movimento cultural capixaba no sentido da permanência da memória e da história. Além de dar voz para que os próprios personagens se definissem e se mostrassem, inclusive despindo suas diferentes visões de si mesmos e do mundo em que vivem. Conseguiu ainda de forma significativa realizar um trabalho que é bastante complicado que é o de fazer dialogar os discursos de tantos personagens díspares (possível resultado de muita cautela e planejamento) ditos em tempos e lugares diferentes.  Duas coisas que pessoalmente não gostei: de alguns aspectos estéticos e de edição. Achei muito feia a borboleta em blur que ao longo do vídeo vai surgindo do casulo que além de ser bem clichê, não acrescentou nada a narrativa (muito menos a estética!). Diego, cortaria a borboleta fácil, fácil. E outro achei o ritmo um tanto lento, poderia ter feito um jogo de cortes mais rápidos (sem interfeir no conteúdo das falas) botando bastante imagens de apoio. Em outras palavras, houve um “conflito”, digamos assim, entre o excelente conteúdo e a técnica, mas nada que tenha prejudicado gravemente o produto final. Parabenizei o autor no dia e volto a fazer aqui publicamente, pois esse tipo de iniciativa é bastante heróica, pela falta de recurso e dificuldade de produção, que ao mesmo tempo é tão importante para dar visibilidade a essa face da cultura LGBT tantas vezes marginalizada e ignorada.

“Rainhas da Noite” estreia na sexta


O documentário do Diego Peruch, Rainhas da Noite, estreia amanhã (16), na VI Mostra de Produção Independente, no Cine Metrópolis, na Ufes, a partir das 19 horas. Para quem não se lembra o documentário retrata “o palco e a vida de artistas performáticos que se apresentam vestidos de mulher nos clubes noturnos capixabas”, segundo o autor, ou seja, as drags capixabas. Vai ser um eshcândalo pois algumas das entrevistadas já confirmaram presença MON-TA-DAS!

Documentário “Rainhas da Noite”


Breve nos cinemas…

Gente, agora sério. Esse é o teaser do documentário do Diego Perech sobre Drag Queens e Transformistas capixabas. Promete, hein?! Adorei ele começar o documentário mostrando a contradição do conceito de drag, conceito este que é diferente na visão das pessoas, inclusive para elas próprias, que no caso depende como cada uma se posiciona, como atua. Com o tempo as mais novinhas transvaloraram os conceitos “drag e transformista” que hoje se misturam e tornam uma coisa só.