Análise – Piquenique na Pedra da Cebola


…Piquenique, mas de comida mesmo só vi as passivas…

Comecinho do evento

Meninas, finalmente minha ressaca acabou, mas também pudera, domingo fui ao Piquenique por Todas as Cores, e a cada amiga beesha que chegava, trazia junto uma garrafa de bebida diferente.

Marquei com a Out e o Anwar, comentadoras aqui do blog, às 14 horas no Terminal de Vila Velha. Já no terminal eu sentia a vibe da aglomeração de beeshas e sapas na fila do 507/501.

Aliás, foi engraçadíssima a chegada quase que simultânea das gays descendo de todos os ônibus, eu já estava preparada para um Flash Mob da Lady Gaga a qualquer momento.

Enfim, chegay na Ufes e fui em direção ao posto comprar minha querida Cantina das Trevas, uma vez que os supermercados estavam fechados. Em vão, não tinha Cantina e me vi obrigadãm (por favor, não comentem isso com ela) a beber Xixa, minha amante.

Aparição

Por sorte um amigo chegou com duas garrafas de Cantina e fomos em direção ao Piquenique. Chegando lá…

Eu já virei o saci, porque tinha um grupo enorme de evangélicos AO LADO da nossa bandeira. Parecia de propósito que eles marcaram o encontro no mesmo horário. Parecia não, foi de propósito, o garáleo do Parque da Cebola tem 100 mil metros quadrados e os janjão me resolvem sentar justo do lado da bandeira gay?

Os olhares de reprovação dos crentes para as bee’s mais exóticas eram constantes. Até a hora que resolveram olhar pra mim, só tirei os óculos e dei uma olhada profunda com meus olhos negros, olhei dentro da alma da cafoníssima cacura que parecia ser o pastor do rebanho, enviei centenas de pensamentos negativos, e logo ele parou de olhar. Sorte a dele, porque se ficasse mais trinta segundos olhando nos meus olhos o transformaria numa estátua de sal.

Mais ou menos assim:

Foto aleatória do evento

Entretanto, mais e mais gays chegaram, nos tornamos maioria e eles foram embora: “Vitória do povo de Satã!”, gritou ao longe uma bee macumbeira. Eu acho que o motivo foi a falta de comida, faltar comida pra eles é o equivalente a faltar Big Apple na balada gay, o rock logo termina.

Bebi mais, fiquei conversando com as colegas do Grupo Libertad e fui ao banheiro, que diga-se de passagem, já havia sido batizado pela chuca de alguma gay. Eu não entendo porque sempre tem uma que faz a chuca na balada, parece que elas seguram a água dentro do corpo, pegam o Transcol e só soltam quando CHEGAM no evento.

Não pode faltar

É sempre assim, uma vez eu fui ao banheiro da Move assim que boate abriu, e estava limpinho, mas foi só passar meia hora, voltei e já estava interditado, com símbolo de Biohazard na porta e tudo!

No mais, amei o evento, sapas tocando violão, bee’s dando basfond, outras sendo comportadas, casais com filhinhos e tinha bastante hétero confraternizando. Só tenho a parabenizar.

Por fim, não sei como terminou o evento, senti que ia chover e desapareci. NÃO, meus cabelos continuam lisos mesmo depois de molhados, bocudas! Meu problema era o delineador borrar e eu ter que pegar Transcol com a cara de suja da Ke$ha.

Meiozinho do evento

Lembrando que o sexto encontro já está marcado, clique AQUI para saber mais.

Agradecimentos ao Ralf, pelas fotos