Tchynna voltou… ao Sexy Rose


hahahah eu to viva e não sou zumbi!

hahahah eu to viva e não sou zumbi!

Feriados prolongados foram feitos para quê? Viajar! Sou dessas e nunca menti. Eu sei que muita gente se perguntou por mim (e outras ficaram no recalque), mas não é isso que quero falar agora. Depois de anos, voltei ao Sexy Rose e tenho que contar tudo para as beeshosas do meu S2!

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Sou discreta na chegada

Era feriado, tinha promoção e eu fiz o esforço de ir para Rio de Gayneiro pela 81928494038 vez.  Marquinha em dia, no dia que deu praia e uns bebidinhas aqui, resolvi com Lidsay – uma amiga que apesar do nome é uma ursa gigante – dar uma volta pelo Centro do Rio. A gata veio com um papo de ver um exposição no tal museu novo, mas deu tanta volta que paramos na Cinelândia. Uma olha para a cara da outra e pensou: partiu, Sexy Rose!

Nada tinha mudado desde a última vez que escrevi sobre lá. A mesma vitrine com manequim prateado e o mesmo sexy shop na entrada.  Como eles sabem que ninguém vai lá para assistir ao filmes nas cabines, eles acabaram com as fichas e a pornográfica corre solta em looping! Arte! Não vou dizer que estava lotado, mas tava bombando!

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“Sou menina, sou mocinha”

Nunca revelei, mas sempre dou uma “cafuçada” no meu visual quando vou nesses lugares. Prendo o cabelo, ponho um bonezinho e deixo a camisa mais solta. Engana alguém? Nunca! Mas eu me sinto a pedreira. Na parte de baixo, uns cafus gatinhos sentados no sofá. Ou estava no momento entre-gozo ou fazendo a princesa Disney esperando o príncipe aparecer pela porta. Uma beeshosa descia louca pela escada e foi para o banheiro. Pensei em esperar, mas vamos para o andar de cima.

Acabaram com o labirinto-room 😦 Não ia ter show de Drag ou coisa do tipo. E a música tava baixa. Dei umas voltas pelas cabines e todas ocupadas! Não sobrou um glory-hole disponível. Fui obrigada a entrar no grande dark-room. A marofa tava solta lá e eu não agüentei dois minutos de cegueira. Lidsay? Essa se perdeu nas trevas e só encontrei quando acenderam as luzes (já explico).

Resolvi comprar um otin mate – ay como to carioca! E um gato top-top DJ delícia daqueles que você quer fazer um filho com ele ali mesmo subiu as escadas sem camisas – com várias carrancas e hienas no rastro. Foi tomar um ar. Apareceu uma bicha tão grande, mas tão grande que a Lidsay parecia anã. O circo estava completo! A bela das belas tomou seu ar, deu uma volta e se atracou com uma delicinha com alargador na orelha e camisa do nirvana vintage! Se eu tivesse com o exú-voyeur tinha estacionado ali, mas queria baixaria amor e carinho. Voltei para a DR!

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Não tá fácil para ninguém

O babado tava quente. Mãos na minha neca, dedos na minha calça e muito gemidinhos. Os olhos se acostumaram, mas era tanta gente que só dava para sentir mesmo. Começa um empurra-empurra e páhhhhhhh acendem a luz! O povo corre que nem vampiro, mas alguns ficam com cara de onde estou.  Quase todo mundo, quer dizer. No canto, uma bicha empinativa dava lindamente para um boy pequeno e magrinho que bombava como se não houvesse amanhã. 30 segundos depois, os dois perceberam que as luzes estavam acesas e o povo assistia tudo e admirava que aquele rapaz tinha quase mais neca do que altura! O boyzinho puto parou tudo, suspirou e reclamou: “Não se pode nem mais trabalhar em paz”. Corta! Ele guarda a neca dura e sai do Dark. Apagam a luz!

Não, a história ficou longa, mas não acabou! Fui investigar o motivo de acenderem a luz assim do nada! Corri atrás de Lidsay! E aproveitei uns corpinhos. Tudo isso conto depois.

Um beijxxx para as recalcadas – já expulsamos as invejosas e lambidas nas beeshosas que eu amo!

SENAS da noite capixaba #8: Você sabe porque o dark room da Chica foi fechado?


Senta que lá vem história da noite gay capixaba.

O dark room do bar da Chica era há uns 4 anos um dos maiores baphos que tínhamos por essas bandas. Seu fechamento causou comoção e muitas dúvidas sobre o real motivo que teriado levado ao fim daquele que era quase um monumento sexual do estado. Já contei aqui algumas histórias deste dark room, como a da minha primeira vez e as mãos fantasmagóricas, e da peruca elzada.

Eu fiquei sabendo por um funcionário antigo da casa, o real motivo da Chica ter acabado com o dark e vou contar pra vocês porque é uma história muito boa e bizarra (como toda boa história é).

O dark, apesar de muito popular – e talvez por isso mesmo -, era um grande fardo para a casa. Todo final de semana acontecia alguma coisa, alguma confusão provocada por um namorado metido a eshperto que dava umas fugidas com outro lá pra dentro ou de elza como no caso da peruca que contei. Fora que de manhã toda sorte de coisa era encontrada por lá, cercado por uma grande quantidade de sujeira, como camisinhas usadas, sêmem e nena das bee chequeiras. Às vezes até uns boy ficavam jogadinhos por ali mesmo. Também tinha o fato de a partir de uma certa hora, boa parte da galera do dancefloor se jogar no escurinho em busca de fofação, deixando a pista quase vazia (elas são nervosas, mona!!!) Isso tudo deixava a Chica p da vida. Mas um dia foi encontrado um obejto lá que foi a gota que faltava pra entornar o caldo e levar as pica a paciência da proprietária.

Pois saiba que o objeto estranho que foi o grande responsável pelo estopim que acabou com o dark foi…

…uma batata doce! 😮 Sim, uma batata doce! E estava ainda naquelas redinhas amarelas de feira. Qüenda!!! Quando o funcionário levou aquilo pra Chica ela falou “CHEGA DESTA MERDA!” e pois fim ao baculejo na boate. Mas os risos da imagem surreal foram inevitáveis, néam?

Não me pergunte, beesha, também não faço ideia do que o tuberculo fazia lá dentro. Se alguém tiver alguma hipótese conta aí pra gente…

#ComFusão é com Tchynninha!!!


Olá Beeshooooooosas!!!!!!!!!! Finalmente me recuperei da festinha de sábado! Foi muito babado para mim. Cheguei perto de um coma alcoólico. aahahahah Cheguei lindíssima e discreta pelo estacionamento VIP e aquela fila enooorme de convidados e vips, fiquei passada e pensei: acho bom essas bichas beberem muito para fazer jus ao convite. haahhaha Fui para o camarim e dei de cara com a Katylene. Minha vontade era de me trancar com ela no banheiro, ligar aquela banheira com sais e fazer cenas de lesbianidade para nenhuma Thammy botar defeito, mas…. Era tanta beesha em cima da Katy que eu fiquei com uma vergonha alheia e me mandei!!! Tinha uma uó com lente azul. hahahahahahaha Medooooo.

Só tem louca!!!!

Olha não vou comentar sobre set ou sobre o bar uó que acabou com tudo de bom rápido e era lerdo. Os atendentes da vip eram até simpáticos, mas meio lesmas demais. Cada ficha me custou 5 bocas. Ahhhhh nãoooo!!! No final, cansei e fui pegar um pouco da bebida do camarim das beeshosas famo$as. ahahahhaha Adorei quando a Katy tocou “Quero te dar” se eu não tivesse no atendimento ia subir no palco e ficar pelada que nem a Ursa Louca Tatuada – só que minha bunda é perfeita e redondinha. muito silicone. toda natural. Beeshosas, que bafo foi aquele. Amei NakedBear!!! hahahha

Fiquei chocada com uns beijos triplos. Não porque eram entre mais de duas pessoas, mas tinha casal super fiel na pegation! Gente, esse mundo tá perdido. As beeshas “casam” e do nada é open relationship? Tô louca!? E o que foi a Iza louuuuca do óculos querendo interagir comigo sem saber que aquela gata deliciosa e sensual era eu, Tchynninha Penedo. Siiiiim, Izaa veio dar idéia em mim. Morram de inveja, mas sou tão feminina que enganei a sapa*. E a passiva da Dé que para esconder os primeiros fios brancos na barba, descoloriu tudo com água oxigenada 450? hahahhahah Amei o óculos da beesha e to com ódio de quem roubou antes de mim!!!

Encontro de Titans! Só as louras poderosas

E o dark room??? Que decepção! Primeiro porque ele não era democrático, a pixxxta não tinha acesso e principalmente porque as beeshas iam para lá para bancar a marido e mulher. BEESHOSAAAAAAS, Dark room é experiência COLETIVA! Quer privacidade aluga uma quarto e se manda!!! Pior era o clube das punheteiras que colocaram o pau para fora e não liberavam a mixaria. É claro que teve as chuparinas atacadas da vida que voltaram com a boca galada. Mas, a maioria não fez nada. Só casal. Um pelo menos ficou quase pelado. Tinha duas comadres otimas que ficavam tricotando e uma beesha pequena que partiu para cima de outra como uma cadela com cria. Tive que ajudar a apartar. Gata nervosa!

Confesso que peguei em muito piru mole lá! Uó, porque fiquei sabendo que uns estavam com a mala armadinha para o bote!!! Catei um que era mega fofinho e me fez de princesa. Aprendam, beeshas! A gente gosta de ser bem tratada. Leva para o banheiro, abaixa a calça e mostra uma neca mati!!! Era grande grossa e  torta para a direita. Será que ele vai querer casar comigo? (hahahhaha)

Vem meu tigrão! Também sei tirar foto. hahha

Para finalizar, fiquei mega feliz com o sucesso. Adorei a parceria com a Antimofo. O Rick foi um amor comigo e com as meninas do blog. A festa é deles tanto quanto nossa. Foi um bom casamento. Quero muitas outras, mas sempre com essa energia!!! Sinto que só pode melhorar. E as que não foram ou não gostaram: Beijos meu edí nenado para vocês com casca de feijão e milho! Vomitei!

Se eu lembrar de mais alguma coisa, eu comento. hahahhaha

Beijoooooooxxxx

*As beeshas acham que sou fake e já cansei de dizer que não. Eu existo!!! Que caralho! Até a festa, nem a Max e nem a Izaa me conheciam, o que mostra que levo a minha reclusão a sério. A antiga autora não me conhecia apesar de falar para todo mundo que sim. Nem todo mundo sabe que sou travesti, por incrível que possa parecer e é nesse meio de gente que nem desconfia que eu ganho meu dinheiro e vivo viajando e fazendo minhas comprinhas. Soube de umas 3 pessoas que se passaram por mim na festa para conseguir algum tipo de regalia. Eu não faço isso. Quando vejo alguém conhecido do blog, eu mando beijo para pessoa via amigos. Sou misteriosa e sensual. Que mal tem nisso??? Só conheço quem eu quero!

O lado escuro da sala


Tenho algumas experiências frustrantes com dark room, a tal ponto que posso dizer que as ruins se equiparam com as boas (riso nervoso).

Antes de mais nada precisamos contextualizar o recente estado de moralidade que fomos tomados a partir da década de 1990. Depois da geração do desbunde, veio a geração do medo, a nossa, ou essa um pouquinho anterior a nós, uma geração que viu os ídolos todos morrerem cedo, uma geração que teme a Aids e a violência urbana (e até o inferno, em alguns casos). Resultado disso foi um estado de moralidade que vemos por aí, muitas vezes falsa. Mas enfim, associado a isso o poder público por meio de orgãos sanitários tem feito acabar com esse objeto chamado dark room. Acho que todos sabem o que é dark room, né? É uma sala totalmente escura (ou quase) que se destina a práticas eróticas-sexuais. Achei essa citação bem legal sobre o tema, de autoria de Maria Elvira:

“Nesse contexto, o tato é privilegiado. As palavras são comumente substituídas pela linguagem corporal: as coisas que se desejam dizer e fazer, explicitam-se mediante gestos, poses e localização dos corpos no espaço “. (vi aqui)

Depois desses poucos devaneios sobre o tema, vou contar, como disse, algumas coisas que já me ocorreram. Minha primeira experiência com dark room foi na Chica (quando ainda havia dark room lá, que foi fechada pela vigilância sanitária). Eu estava com um cara na boate e pedi para ele entrar comigo, pois eu morria de curiosidade, mas tinha medinho. Ele concordou, fomos. Passei pelas cortinas blackout da porta e de fato não havia um raio de luz lá dentro. Fui entrando, pisando com cuidado, pé-ante-pé. De repende, como um vulto dos infernos uma mão pegou minha bunda, ai, que susto! E daí outra, e mais outra na neca. E de repente pareciam que milhares de mãos me puxavam e me pegavam, e umas necas e dís iam surgindo. Entrei em pânico e saí de lá correndo! Na segunda, vez que fui, apesar de já não ter mais como motivo a curiosidade foi tudo bem parecido.

Inclusive contam uma história engraçada de uma beesha montada no final dos anos 90 que estava na dark da Chica também, quando de repente arrancaram e sumiram com a peruca dela dentro da sala. Ela ficou louca! Saiu quebrando tudo, batendo em tudo e gritando enfurecida pela peruca perdida, enquanto as mafiosas morriam de rir. Que maldade, gente!

Mas voltando a mim, certa vez estava num lugar aqui no estado que tem dark (abafa!), e antes de entrar estava flertando um cafuçú. Eu olhava pra ele e ele pra mim. Daí fiz a perigosa e me joguei na dark, dando indicações com a cabeça pra ele vir atrás. Lá, na completa escuridão, o cara se achegou e já veio me aqüendando. Achei estranho que mesmo tendo muita pinta de ativo, foi nervosa já fazendo um keti em mim. “Beleza, vai lá!”, me passou. Segurei a cabeça dele e senti aquele fofinho que só cabelos com grandes cachos tem. Pensei: “Sou ruim em fisionomias, tá, mas o cara que eu estava flertando não era meio calvo e com pouco cabelo liso?”. Quando tentei tirar a neca da boca da bee pra entender a situação indo com meu membro de um lado a outro, para frente para trás, ela por meio de milenares movimentos ninjas seguia-me, me impossibilitando de interromper o bapho. Em sua sabedoria daniel-sam do sexo, botou a camisinha em mim e me deu uma voadora de edí sem que eu pudesse impedir. Mesmo me sentindo violentada, segui aquela máxima da sabedoria popular: “Já que está dentro, deixa!”, mas as avessas, né? Enfim, aconteceu e foi até gostoso, não nego. Mas quando sai da dark, a bee que me aqüendou saiu, me olhou com a cara mais porca do mundo. Ela era a própria figura do demônio (nada contra #leilalopesfeelings)! E na porta da dark o cafuçú que eu queria me olhou com uma expressão que misturava despreso e mágoa e foi embora puto. E eu também fui metralhando a bee com os olhos. E ela? Nem confiança…

Cinerótico: É proibido fumar, o resto ainda pode!


Hello, Tchy!

Beeshosas!!! Estava eu, Tchynna Penedo, essa delícia que aqui escreve, andando aqui perto de caso pelo Centro e me deu uma vontade louca de ver um filme. Como vocês sabem faz séculos que os cinemas foram para os shoppings e nem mais o Vitória Cine Vídeo é aqui no Centro. Apenas um ficou e lá fui eu para ele: Cinerótico! Já fui cumprimentando o recepcionista que soltou um “Está sumida, Tchy. Virou cabelereira?”. Eu espantada disse que não e por que cabelereira? “Ué, hoje é segunda e aqui lota de gente que trabalha em salão. Até parece que a senhora não sabe disso!”. Enfim, pedi logo meu troco minhas camisinhas e entrei linda que sou.

Quase nada tinha mudado desde as últimas vezes que fui lá. Só estranhei que minha púpilas estavam demorando a dilatar e com isso eu não conseguia exergar nada. Fui para área dos fumantes… Epa, como assim? Não tem mais área de fumantes e lá estava ainda mais escuro. Gente: O CINEMÃO AGORA TEM DARK ROOM! Fiquei louca. Não era o primeiro cinema que eu tinha ido com dark, mas área de fumantes era um local tradiocional e histórico aqui. As beeshosas faziam barulhos estranhérrimos. Provavelmente praticam alguma posição ou tipo de sexo que eu não conheço – até parece! Só sei que eu não tô morta e nem nada. Me joguei lindaaa e fui descobri qual era o babado! O único problema era ter que ir na recepção tomar um refri pegar mais camisinhas (e eu tinha levado as minhas)

Depois dessa visita, me deu uma vontade enorme de escrever mais um capítulo do Guia Vix de Pegação! Quem sabe essa semana eu não venha com um!?

Beijxxx

Tchynna in Rio: Buraco da Lacraia


A lacraia é outra

A lacraia é outra

Beeshosas, essa semana está bombando. Eu nem ia mais falar sobre a minha última viagem ao Rio de Janeiro, mas como prometi, tenho que cumprir. Pois é, foram dias bem agitados e Tchynna que não é boba nem nada aproveitou cada segundo – se eu pudesse tinha emendado os feriados. Enfim, estava eu, linda e sempre gostosa, na praia do Leblon – porque sou chique – tomando aquele sol e de olho nas celebridades na areia, quando me ligou uma amiga que mora em Madureira – tadinha dela, mora maaaal. Trocamos umas fofocas rapidinho e ela me chamou para ir num lugar chamado “Buraco da Lacraia”. Já fiquei animada, pois queria estrear minha calça da Gang e um baile funk seria tudo. Ela então me disse que o Buraco não tinha nada a ver com a Lacraia e que também não tocava funk. Fiquei triste, mas ela disse que era Open bar e os garçons ficavam pelados! Enlouqueci e marcamos de nos encontrar em frente o babado.

Paisagens de quebra-cabeça

Paisagens de quebra-cabeça

Na hora marcada, o meu táxi parou em frente ao tal Buraco da Lacraia ou Stars Club, o nome oficial. Minha amiga chegou atrasada, mas com uns cafuçus babados. Fiquei de olho e salivando. Entramos na casa e era uma decoração cafonérrima, cheia de quadros de quebra-cabeça e duas televisões de plasma. Achei tudo! Adoooro essas coisas trash bueiro. Procurei os tais garçons pelado e não achei. Fiquei puta!  Tomei duas doses de caipirinha e fui explorar a casa. A entrada dava para um salão com os quadros, as tvs e um bar onde vendiam as bebidas – open bar era só para caipirinha, cerveja, refri e água. Do lado do bar, uma placa indicava que ali era um “Anexo”. Outro ambiente do lado, mais um bar e o concorrido videokê. Minha amiga disse que o tem figuras que vão sempre cantar lá e que rola até uma certa concorrência.

Subi uma escada e dei com mais um andar. O Buraco é imenso. No andar superior, várias mesas de sinuca, uma área externa e finalmente um pista de dança babadeira! Tudo muito trash, uma verdadeiro inferninho. Na hora que eu pisei na pista começou a tocar Rihanna, já me joguei louca. Lá em cima tinha outro bar e eu já ia pegar um drink quando um cufuçu apareceu só de avental e um garrafa de cerveja. Finalmente, os tais garçons pelados! Eram dois, um era pegavel, já o outro a gente abafa. Do lado da pista um super canto escuro. Pensei até que era o dark room, mas avisaram que não.

Videokê babado!

Videokê babado!

Dancei, dancei, dancei. O lugar começou a encher, minha amiga encontrou várias vizinhas de suburbio. Muitas nessies, várias cacuras, poucos bofes escandalos e alguns cafuçus do bem. Achei uma passagem secreta e fui dar pinta no videokê. Bees, lá era babado. Ri horrores. Fiz torcida e o povo quis porque quis que eu cantasse. Deixei para outro dia. O otim bateu e eu fui beber mais ainda. Resolvi pegar uma dose de vodka quando vi que as beeshas estavam entrando no tal “Anexo”. Curiosa, corri para lá. Um tia louca ficava na porta sentada numa mesinha. Disse que eu tinha que pagar R$ 1 e deixar celular e carteira com ela, por segurança. Comecei a achar estranho, minha amiga contou que o tal “Anexo” era a Dark Room. Ba-ba-do! Deixei as coisas com a tia e ela passou esmalte no meu pulso, era para eu poder entrar e sair sem precisar pagar sempre.

Um corredor escuro e uns gemidos. Fiquei curiosa. O Anexo era um mundo paralelo dentro do Buraco da Lacraia. Quando finalmente entrei me deparei com cenas loucas. Maaaas, só vou contar depois, no último texto sobre essa viagem ao Rio. Beeshosas, foi bafoento! Aguardem! Beijuxxxxxxxx

Tchynna in Rio: Sexy Rose (continuação)


Eu sou bonita, absoluta, eu sou Tchynna!

Beeshas, arranjei um bofe escadalo que me oCUpou a semana toda. Genthy, que boy era aquele. Abafa. Aproveitei que ele viajou e vim terminar de escrever sobre minha viagem ao Rio de Janeiro. Antes que as fofoqueiras daqui saiam gritando, eu NÃO estou namorando! É um flerte, um fast affair. Outra coisa, uma maldosa fez um comentário péssimo esses dias, nem ia responder, mas quero frisar que quando falo de pegação não esqueço de falar de coisas como ecologia, imagina se eu ia esquecer de usar falar sobre camisinha! Nunca defendi a prática do barebacking aqui, até porque nunca fiz parte desse “movimento” – aliás, vou falar mais sobre o tema em outra oportunidade. Feito esse comentário, vamos ao fim da história (to louca pra contar as mais novas)!

Para quem leu o texto anterior, Tchynna estava explorando o sex-shop babadeiro. Depois de gastar minha ficha com o show da Rihanna resolvi aproveitar cada cantinho de lá. Sai da cabine e percebi que alguns olhares de pura lascívia para essa linda trava turbinada. Negociante nata, resolvi ver toda a oferta para depois ver o que levava. Passei por um cabine que estava aberta e uma Nessie ficou me encarando. Encarei a Nessie e já ia gritar “quiquié sua feia” quando vi que a neca dela era enoooorme. Menina, quando a Nessie é necuda a gente DÁ um desconto – se a oferta não fosse grande, eu dava outra coisa também. Vi uma movimentação num canto escuro e lá fui eu. Um beesha nervosa estava pilotando um super aviãozinho (para quem não sabe é quando a bee pega 4 de uma vez. um na boca, um no rabo e dois nas mãos). Fiquei louca, e juntei quatro cafuçus do bem e fiz a minha esquadrilha. Foi babado!

letras mágicas

letras mágicas

Após essa aventura área resolvi dar um descansada e beber um drink no bar. O dj colocou Frozen, da Madonna, para tocar. Um clima de mistério e magia tomou conta do ambiente. Quando percebi estava dentro do Dark Room em transe. Beeshosas, o Dark tava tão lotado que parecia a Fernando Ferrari em obras em horário de pica pico, lou seja, o movimento era apenas de centímetros (pra frente e pra trás). Eu estava perdida. Aquela música. Uhummm, hummm. Me senti numa procissão indiana – tá na moda, né?. O calor foi tomando conta do recinto, aquela marrofa surgindo e plim a música terminou. O cheio de nena entrou nas minhas narinas e eu voltei ao meu corpo – e fugi do Dark na hora!

Eu ainda estava tentando chegar ao bar quando veio um clarão no meus olhos e uma voz ecoou: ” Atenção pintosas vai começar o show das drags”. Sim, o Sexy Rose é um parque de diversões e tem até show de drag. Duas drags suburbanas da melhor qualidade começaram a se apresentar. Figurino minimalista, perucas recicladas e maquiagem sustentável a base de aquarela Faber-Castell, Lindas! As bonitas faziam o show na frente do bar, no solo mesmo, com o povo passando de um lado pra outro. Muita gente vendo e as luzes acessas, a Dark Room (king size) ficou vazia, mas a pequena dark lotou. As drags não paravam, o povo ficando puto com as luzes acessas e eu querendo tombar elas. Um drag passou uma sacolinha para arrecadar uns trocados. Ao passar por mim, joguei meu olhar fuzilante e ela pediu desculpas. Na última apresentação, a drag maaaaais bueiro de todas, rodou tanto, tanto, tanto, mais tanto que quase levantou voo! O melhor é a cara da beesha ofegante figindo que não está tonta e que o cabelo era natural.

corpos em transe

corpos em transe

Finalmente apagaram as luzes e a função começou. As beeshas pareciam estar sedentas mais que nunca e ai, já viu né, foi aquele pega-pra-capar. As motoserras se jogaram no dark room king size e de lá não saiam mais. Só encostavam na parede e empinavam a bundinha. Eu catei um cara alto e todo de preto social. Nem conto, que delícia! Que delícia. Depois dele resolvi ir embora. No balcão um pilha enorme de bolsas e mochilas, o que é o melhor indicativo para saber se o lugar tá bombando ou não. No lado de fora, num barzinho em frente mais cafuçus me olharam, mas isso é outra história. No meu próximo post que sabe se lá quando vou escrever de amanhã, contarei sobre minha ida ao inferninho mais bagaceira do Rio, o nome já diz tudo: Buraco da Lacraia!

Serviço (pra fervidas): Sexy Rose, Rua Alvaro Alvim, 37, loja 6, Centro, Rio de Janeiro. Atrás do Cine Odeon, na Cinelândia. Telefone: 2532-6262. Mais que isso só um link no Google Earth!