AHA! E mais uma vez a gente é Miss Brasil Gay!


miss_sheilaÉ, gente, não tem para mais ninguém. MAIS UMA VEZ não teve nada para cariocas, paulistas, mineiras e paraibanas. A Miss Brasil Gay 2013 é capixaba! DE NOVO! A representante do Espírito Santo, Sheila Veríssimo, foi coroada como a mais bela transformista do país no evento que sempre ocorre na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, no último domingo (18).

Além do maior título, ela também ganhou em primeiro lugar com o melhor traje de gala e em segundo lugar com seu traje típico. Nossa tradição de beleza, glamour, elegância e talento se confirma e continua nos fazendo as campeãs disparadas no concurso a nível de Brasil. MUAH! Beijinho no ombro pro recalque dos outros estados.

Assista, clicando na imagem a reportagem sobre o concurso que nos congraçou no topo da beleza gay do país pela zilionésima vez:

Vídeo Miss Gay Brasil 2013Parabéns Sheila, tava linda! Traz essa faixa pra cá e samba na cara de todo mundo.

Cadê o recalque da Montilla dizendo que o concurso não é de dó e de pena e perdedora recalcada arrancando nossa peruca? CHUPEM!

Renata Penyche: uma nova diva gay capixaba?


O Espírito Santo é um produtor de grandes divas amadas por gays. Natércia Lopes, Elaine Rowena, Marcela Lobbo, Idalina Dornellas são algumas delas. Agora surge uma “nova” promessa. Enfim, pra mim é nova, não sei se vocês conheciam…  Cata a racha:

Renata Penyche!!! Por que eu amei?

  1. Eu achei essa mistura de eletrobrega, música gospel e pop internacional sen-sa-ci-o-nal!
  2. O tema da música são as gays.
  3. No clipe, ela segura um bandeirão gigante do movimento LGBT em pleno Morro do Moreno com a cidade ao fundo, arrasô!
  4. Pela produção babadeira, já dá pra catar que tem bee por traz, ainda que trabalhando na precariedade.
  5. Ela é uma Stephany Cross Fox melhorada e capixaba!
  6. Ela tem cara de trava
  7. O refrão é chiclete.

Sério, festa com Renata Penyche NOW!

Rê, ganhou meu ♥. MUAH!

Da nossa terra…


Por e-mail:

“A agência capixaba de modelos Ragazzo Model Management e a Revista Junior lançam em Janeiro de 2012 uma edição especial, chamada de Junior Homem #3, só com modelos masculinos CAPIXABAS. A última edição especial, que consiste apenas em ensaios sem textos e/ou matérias, foi com modelos cariocas. É um grande ganho e coloca o Espírito Santo na cena nacional e internacional, uma vez que a revista tem grande abrangência.”

E aí, gostaram?

Uma dúvida: cadê esses boys por aqui que a gente não vê, caBIXAbas?

“FIGURAR”, retrato da noite de Vitorinha!


É de outro estado? É turistão? Quer saber quem é a classe média folclórica capixaba? Então, aumenta o som, acompanha batendo palminha e descubra:

“Figurar, figurar rá rá, figurar, vou figurar!”

E olha, as gays não diferem em nada, só trocar Casa Club por Move Music. Muah!

P.S.: “Figurar” já é o novo meme do momento. Ex.: “Hoje é dia de figurar, bebê!” ou “Já está indo figurar, né, danada?!”

Capixabas na Revista Junior


O pessoal da Revista Junior, possivelmente a mais importante para o segmento gay atualmente no país (é melhor que a G, vamos combiná), esteve em terras capixabas fotografando para suas próximas edições. Oh, o vídeo do Making of:

Foram fotografados modelos da agência Ragazzo. As fotos serão usadas em duas edições uma do mês que vem (edição de setembro) falando justamente sobre bophesh  capixabas (foram escolhidos 4 e terá uma página com cada um deles em destaque) e a outra de fevereiro, uma edição especial. Veremos nas bancas!

Drags capixabas arrasando na tela do Metrópolis


Bees, voltei a poshtar depois de um finde babadeiro que me deixou todo cagado por dias. Fim de semana aliás que contou com ida a inauguração da Move, festinha particular regada a lexotan e a estreia do documentário “Rainhas da Noite“, de Diego Peruch, conforme anunciamos aqui, e é sobre essa noite de gala do cinema capixaba que falaremos.

Cheguei no Metrópolis em cima da hora e os apresentadores (Rafael, cai ni mim!) estavam convidando os realizadores a falar. Sentei na última fila ao lado da Bel Ami que comenta aqui no blog. A bee me apresentou pras amigas dela (uma beesha e uma racha). Menina, a racha foi simpática e a bee fez carão pra mim. “Meoo Koo”, pensei. Daí que a Bel, muito faladeira, falou pras duas que eu era o #dédobabadocerto. A bee saltou da cadeira e espantada gritou: “Você é o Dé?!” e ficou me encarando com uma cara louca, dessas de estado de choque, o que me constrangeu – sou blogayro típico: nerd e tímido. Mas tudo isso não vem ao caso. Fiquei uó ao saber que o filme que fui ver seria o último de 6. Eu não estava com espírito para ver filmes naquela noite, queria mesmo era ir pra Lama (aliás, minhas amigas ligavam,  ligavam…). Vi todos os filmes, afora a pausa que me permiti ao ir paratomar uma cervejinha, se quiserem saber sobre os filmes da noite leiam as opiniões das nossas parceiras (não sexuais… ainda) do Arrasa na Pi(r)poca.

O público bastante contido até o filme do Diego, saiu do armário ao ver as drags na tela. Riam, gritavam coisas (“aloka”, “adoro”) e ovacionaram bastante ao final da produção. As drags Angela Jackson e Andréxia Simon marcaram presença montadíssimas. A Draken estava lá também, porém  a paisana.

Agora vou dar minha opinião, fazendo a linha crítica de cinema. “Rainhas da Noite” sempre terá o mérito de documentar – de forma inédita – toda uma geração de drags. E não só isso, de dar uma existência e uma pertinência a esse movimento cultural capixaba no sentido da permanência da memória e da história. Além de dar voz para que os próprios personagens se definissem e se mostrassem, inclusive despindo suas diferentes visões de si mesmos e do mundo em que vivem. Conseguiu ainda de forma significativa realizar um trabalho que é bastante complicado que é o de fazer dialogar os discursos de tantos personagens díspares (possível resultado de muita cautela e planejamento) ditos em tempos e lugares diferentes.  Duas coisas que pessoalmente não gostei: de alguns aspectos estéticos e de edição. Achei muito feia a borboleta em blur que ao longo do vídeo vai surgindo do casulo que além de ser bem clichê, não acrescentou nada a narrativa (muito menos a estética!). Diego, cortaria a borboleta fácil, fácil. E outro achei o ritmo um tanto lento, poderia ter feito um jogo de cortes mais rápidos (sem interfeir no conteúdo das falas) botando bastante imagens de apoio. Em outras palavras, houve um “conflito”, digamos assim, entre o excelente conteúdo e a técnica, mas nada que tenha prejudicado gravemente o produto final. Parabenizei o autor no dia e volto a fazer aqui publicamente, pois esse tipo de iniciativa é bastante heróica, pela falta de recurso e dificuldade de produção, que ao mesmo tempo é tão importante para dar visibilidade a essa face da cultura LGBT tantas vezes marginalizada e ignorada.

“Rainhas da Noite” estreia na sexta


O documentário do Diego Peruch, Rainhas da Noite, estreia amanhã (16), na VI Mostra de Produção Independente, no Cine Metrópolis, na Ufes, a partir das 19 horas. Para quem não se lembra o documentário retrata “o palco e a vida de artistas performáticos que se apresentam vestidos de mulher nos clubes noturnos capixabas”, segundo o autor, ou seja, as drags capixabas. Vai ser um eshcândalo pois algumas das entrevistadas já confirmaram presença MON-TA-DAS!

Pipoqueenha, pipoqueenha cor-de-rosa!


Há bastante tempo, falamos aqui sobre o vídeo documentário do Diego Peruch, Rainhas da Noite, que fala a respeito das drag queens capixabas. Pois a novidade é que já está pronto! Cata o teaser do trabalho terminado:

O vídeo é o trabalho de conclusão de curso dele. Parece que está um máximo, já que ele conseguiu aparentemente um material bastante interessante. Deve estrear para o público nos próximos meses.

kayKY brito cresceu mesmo!


Esta semana estamos bem safadinhos, admito. Há uns dias atrás falávamos das celebridades de Hollyuód que tem necas de respeito. Às vezes, somos muito hipócritas ficamos pagando pau pra gringada e esquecemos dos telentos nacionais, né não, Kayky?!

Tá ótimo!

Via Katylene.

Muita animação na areia molhada


Amo esse Estado e nem é ironia. As coisas podem ter tudo para dar errado, mas as bees vão lá e fazem toda bombar. É muita animação!

17 horas e o Baygon já bateu!

Vejam o exemplo do Areia Beats 2010 que era um evento em local aberto, na praia e mesmo com clima chuvoso foi super bem freqüentado – quantitativamente e qualitativamente, leia-se gente bonita e bem vestida. Era só dar uma olhada na fila nos terminais rodoviários, nos ônibus que iam em direção a Camburi. A do 508, por exemplo, no domingo, estava uma fechação, uma fechação de bees guerreiras. Mesmo sem entender tanto assim de música as Djs aparentemente mandaram super bem: a batida foi num bate-cabelo crescente, querida, parecia que elas estavam recebendo o santo. ALOKA!

Tinha só uma bee montada e eu a parabenizo pela coragem, afinal chuva é inimiga número um de qualquer drag, como bem conversávamos eu e Angela Jackson dia desses. O nome dela é impronunciável e tem tantas consoantes como um nome pode ter, mas era algo como Mel Khobolthhy (corrijam-me se tiver errado).

Heroína!

A coisa começou a bombar mesmo a partir das 5 da tarde e ainda chovia, mas muitas bees já ferviam ainda de sunguinha (cata o diminutivo!), entretanto parece-me que muitas chegaram só depois da chuvarada mesmo. O Luí encheu e a galera foi ficando do lado de fora. A cerveja estava gelada sim e o atendimento foi tranqüilo, pois até tinham umas caixas de cerveja espalhadas por pontos diferentes o que foi uma coisa ótima.

Gente, meia-noite e tinha beesha fritando na “pishta” ainda. Loosho.

Enfim, um beijopraquemétraveshtyefazalinhagarotadochuveiro.

A diva gay capixaba


Alguém, em algum lugar, certa vez, disse – não me lembro quem, mas fica o crédito a ele – que afirmar que uma diva é uma diva gay é redundância, pois toda diva é  gay,  é da natureza delas. Mas quando a diva em questão é Elaine Rowena isso não é exagero. Quem a conhece pessoalmente sabe que é dificil acreditar que ela não é uma travesti: ela anda, fala, gesticula como uma.

Sobre o salto de seu (sempre) Fernando Pires é uma das cantoras capixabas mais versáteis indo (mesmo) do erudito ao popular. Tanto que em seu canal do Youtube há vídeos de apresentações suas cantando ópera, bossa nova, clássica, rock, pop

Dizem que em meados dos anos 90 era figurinha comum nas boates gays do centro da cidade onde até recebeu um prêmio como madrinha racha da comunidadje. Aliás, é uma das poucas que, nessa mesma época, conseguiu deixar treeege a alta sociedade capixaba. Contam que em um de seus shows eruditos, no Teatro Carlos Gomes, o público se deliciava com um repertório de  músicas, até então, exclusivamente líricas. Tudo seguia calmo e tranquilo. Aconteceu um intervalo no espetáculo e crianças de um projeto social se apresentaram, enquanto isso, o público mal imaginava, lá atrás do palco era preparada uma surpresa. Acabada a apresentação dos eres, apagaram-se as luzes do teatro e começou a tocar os primeiros acordes de uma guitarra elétrica. Elaine, então, surgiu nua na parte de cima e usando uma micro calcinha de couro na parte de baixo. Junto com ela várias drags surgiam do poço do teatro tomando o palco junto com bophes eshcândalos sem camisas. Foi dessa forma que Rowena apresentou ao estado sua mais famosa – e mais gay também – música: Cobra Coral. Ouve, vê se não é very, very gay:

A música está no cd da cantora “Sereias”. Acho que um dj do estado poderia fazer um remix babadeiro dela, é coisa nossa, né?

Se você ainda não se convenceu que ela é do babado, tem ainda o filme em que ela faz papel de funkeira – que também tem a participação de um monte de drags (uma delas é andréxia simon) – que foi concebido por ela e roteirizado e dirigido por Ricardo Sá : A Sabotagem da Moqueca Real.

Contei tudo isso porque as bees novinhas provavelmente não a conhecem e para aproveitar para falar que no dia 28 (quinta), ela fará um show na Praia de Camburi e dedicará aos gays do estado. Além disso, ficou também de nos dar uma entrevista ainda essa semana, fiquem ligadeenhos.

Saibam mais de Elaine Rowena neste site aqui.