Sobre o TOP DRAG 2010


Passada mais de uma semana do concurso de drag que parou a capital do Espírito Santo (aloka!), finalmente publico a cobertura comentada do que aconteceu no Top Drag 2010.

Fiz uma edição dos melhores momentos de todas as candidatas para aquelas que não foram, ou, mesmo pr’aquelas mais baixinhas e que ficaram lá atrás e não conseguiram enxergar muito bem, assistam:

No sábado, dia do concurso, eu e meu coiso lindo começamos a beber cedo e quando deu 22h já estávamos cagados. O que fizemos: fomos dormir, colocamos o relógio para despertar as 2h30 (pois os shows na Chica costumam iniciar por volta 3h20) e fomos quando já estava bem próximo do horário do concurso, totalmente renovados. No mundo real fazia frio e por isso colocamos um casaquinho. Bee, não tem esses lugares chamados de inferninho? Lá na Chica estava tão lotado, tão lotado, mas tão lotado que essa expressão poderia ser aplicada no caso quase que literalmente. E a debochada da Chica ainda começou o show dizendo que o calor não era ausência de ar-condicionado, era calor humano. Tá boua!

Aliás, a Chica arrasou na produção, estava be-lís-si-ma! Começou falando pouco e dando (calma!) a agenda dos próximos eventos que aconteceriam daqui pra frente, porém sem delongas anunciou o show de abertura da Top Drag 2009, Draken.

Draken decepcionou um pouco, pois fez a linha mulézinha dessa vez, mas manteve aquele ar de realeza. Bateu cabelo, esparcou. A roupa tinha um q de mestre de cerimônia. Como já era de se esperar da sua personalidade dificil, ao terminar o show, Draken munido do microfone fez inicialmente a humilde e disse que não era tão boa em bate-cabelo quanto Raysla Tempestade e Christinny Walker e depois gongou, em tom bastante provocativo, as participantes do ano anterior que segundo ele, diferente da sua pessoa, “precisavam das jóias de Ricardo Veira” para aparecer. Passado o basfond começou o concurso em si.

A primeira candidata foi Yohanna DeCanter que cometeu um dos maiores erros de todos que foi deixar a peeruca solta. A peruca de cima bambeava de tal maneira que ela deu o truque e tirou antes. Mas a gente percebeu, Yo! Que isso não volte a acontecer, tááá?! Logo em seguida veio Alice Sharman: sufriiida. Ela estava um pouquinho fora de forma e tinha pouca agilidade. A produ também esteve bem pobrinha.

A grande surpresa da noite foi, sem dúvida, a  candidata Ryslen. A drag apostou num visual com uma influência meio sadô, bem exótico, com três tufos de cabelo saindo de partes diferentes da cabeça. A performance também foi inovadora e não privilegiou o bate-cabelo (já que ficava difícil fazê-lo). Ryslen foi a primeira candidata a sair ovacionada com gritos de “Já ganhou!”. Um show a parte durante todas as apresentações eram as expressões de rosto da Chica e especialmente da top do ano anterior, a Draken. Ela fez uma cara de surpresa (sabe aquele beicinho?) com a apresentação da Ryslen, também denotando surpresa. Entretanto, riu gostoso e desvairadamente quando entrou a candidata seguinte, sua protegida, Christiny Walker.

Chrsitiny tinha toda a pressão sobre suas costas. No concurso anterior havia ficado em segundo lugar praticamente empatada com

Raysla Tempestade e era a grande promessa da noite. Ela não decepcionou, muito pelo contrário, mostrou que amadureceu e ganhou em qualidade. O show estava todo amarradinho e foi impecável ao mesmo tempo em que não deixou tornar-se óbvio. A apresentação começou com a candidata usando um traje

todo em imitação “couro” com dois grandes chifres espirais na mesma cor e material. A roupa de baixo era bem ousada em tons de rosa e possuía o recurso

de uma faixa simulando um chicote. Na hora do bate-cabelo a própria música trazia o som do estalar de chicote e a drag enquanto girava fingia que chicoteava. Um luxo! No finalzão ela ainda deu close e lambeu o dedo de forma bem lasciva. Eu que acompanhei a primeira apresentação de Christiny vi como ela

amadureceu e evoluiu como artista e por isso acho que ela está de parabéns pelo feito. Fiquei surpreso ao saber que Raysla Tempestade seria a próxima candidata. Ou seja, Christiny haveria sim de ter uma candidata a altura. Mas para posterior decepção o show de Raysla foi só um “para constar”, sem grandes surpresas ou emoções. Não que tenha sido ruim,  mas foi básico demais. No final ficamos sabendo que até pouquíssimo tempo ele estava engessada e com os movimentos prejudicados e isso a impediu de se preparar melhor o que foi uma pena, pois quem foi no concurso anterior (no qual venceu) sabe da enorme capacidade que tem.

A última candidata deve uma idéia ge-ni-al, mas que não soube usar, a truqueira implantou uma peruca no ombro, ou seja, quando ela batesse o cabelo ia dar um efeito MARA. Mas ela nem usou dessa forma, uó!

De qualquer forma, achei o concurso muito bom esse ano com um nível alto das concorrentes. Acho que nosso estado cada

vez mais se mostra um celeiro de talentos de top drags e muito a isso se deve a esses concursos que sempre possibilitam a descoberta de novos talentos. Arrasa, Chica!

O NOVO AUTOR DO BABADO CERTO


Como todos sabem, na última etapa do concurso para escolha do novo autor do Babado Certo, com votação recorde, a escolha do público foi a Anastácia. Daí veio todo o processo entre eu e a trava capixaba mais babadeira para escolher. Nossa escolha se baseou não só em todas as etapas do processo, ams também em dados pessoais no orkut de ambos. Tchynna não teve dúvidas e escolheu a Iza. Eu como sou pura dúvida fiquei pensando, pensando e pensando… E disso surgiram mais dúvidas e uma ideia ótima.

Atualmente, está cada vez mais dificil tanto para mim, quanto para Tchynna postar aqui no blog. Então, por que não ter mais dois autores já que ambos são boas opções? Falei com Tchynna e ela sempre elegante e feminina disse que aceitava, porém pediu para ressaltar que quem manda nesse blogay somos nós, os autores.

Portanto, sejam bem-vindos Anastácia (que deve mudar de nome) e Iza. Parabéns!!!

IZA – Como diria a loiríssima Claudinha Leitte: “As máscaras vão cair…”


Pois é, gatos e gatãns, o que fazer quando a mãe da sua “suposta” melhor amiga descobre que, além de ir ao banheiro com ela, você anda dando reforço da matéria de educação sexual nos fds, pra ela?

Neste post, algumas músicas que podem ser perfeitas (ou não) para esses momentos tão especiais de nossas vidas. Prepare seu gógó e o óleo de peroba!!

* Situação 1

Você se distrai e solta um longo e sonoro, AMOR, enquanto todos assistem Domingão do Faustão, na sala de estar.

No momento, você pode ter a sorte de começar a tocar: O hit lady gaguístico ♪ Can’t read my, can’t read my, no He can’t read my poker face…♪ Aproveita, co-le-ga, se joga no clima da música e faz cara de paisagem.

Ou segue o exemplo da complicada e fervida Britney Spears, no início de carreira e faz a linha a Virgem de Guadalupe com ♪ Ops I did it again…♪

* Situação 2

A bendita nota a enorme semelhança entre as alianças de vocês…

Se fosse um musical, você poderia escolher entre o cabelo exótico da Rihanna com, ♪ Please don’t stop music ♪ e você terá tempo pra pensar numa boa resposta.

Ou, você pode encarnar a Denzel Washington e cantarolar junto com a simpática (e modéstia parte boa) Beyoncé, ♪ Baby, I swear its Deja Vu ♪

*Situação 3

O pior acontece e vocês são pegas no pulo do gato, na hora H, no flagra…

Se na vida tudo fosse flores… Neste momento você estaria ouvindo, ♪ Take a breath, take it deep, calm yourself, he says to me…♪ e entraria na personagem de vítima como a Rihanna em Russian Rollete, ou, usaria o velho ditado que diz: “Quem ta na chuva é pra se molhar” e enfrentaria o momento a La Lady Gaga com ♪ Rah-rah-ah-ah-ah! Roma-roma-ma!  Ga-ga-ooh-la-la! Want your bad romance…♪

ANASTÁCIA – Cinema Brasileiro calçando as luvas de pelica


Gueis Capishabas, vamos falar de cinema conceitual? Em Novembro desse ano será lançado um filme babadeiro que vai fazer Silas Mafalaia e sua quadrilha arrepiar até os pêlos pubianos: Elvis e Madona (sinopse aqui).

O filme conta a história de um pai (Igor Cotrim – “Madona”) que abandona sua família preconceituosa para se tornar travesti, mas que depois de anos retorna à casa a fim de se reconciliar, mas aí que começa o Babado, confusão e gritaria, ele se apaixona pela namoraDA do filho (Simone Spoladore – “Elvis”).

Elvis e Madona, segundo o diretor Marcelo Laffitte, será repleto de expressões e comportamentos típicos das travestis, drag queens e transexuais da Lapa, que vamos combinar, são as mais fechativas do Braseel.

A proposta do longa me chamou a atenção por reforçar a separação da sexualidade da identidade de gênero, dispersada de maneira errada na sociedade, a qual vê a travesti ou a transex como um homossexual que “preferiu” ser mulher e que, por esse motivo, ainda se mantém atraído por homens.

Esse é um tema bastante perigoso e que toca na ferida dos homofóbicos, que não são capazes de conceber essa ideia de que um transex também pode ser heterossexual (ou homo se eu considerar o sexo social do indivíduo). Tudo bem que Elvis é uma lésbica um tanto “bofinho”, mas isso não desmerece a sua inclusão no gênero feminino e, portanto, coloca Madona como uma transexual “lésbica”.

No mais, meus parabéns para o Cinema Brasileiro que finalmente encontrou a lagartinha do País das Maravilhas, fumou o Narguilé mafioso dela, e expandiu seus horizontes.

(Antes que as beeshas joguem água-de-chuca na minha cara por escrever Madona com um “n” só, eu explico, o diretor afirmou que optou por usar somente uma letra para evitar problemas judiciais com a cantora e que Elvis é uma homenagem a uma antiga conhecida de nome Elvira. E ele está certíssimo, néam? Imagine só um filme desse calibre tendo que sair dos cinemas só por causa disso?)

Pois é isso, cats, assistam o trailler do filme abaixo e quem gostar pisque o edi três vezes.


Última etapa


Vamos acabar logo com essa palhaçada que é concurso do Babado Certo, porque já tá enxendo… Brinks!

Bizarramente, o candidato Junior desistiu da competição e não enviou texto para a última etapa. Por isso, temos dois candidatos e textos bem diversos. Vamos ver, analisar e votar?

CONCURSO: 3ª e última etapa


Essa etapa é complexa de tão simples: os participantes, Anastacia, Iza e Junior, deverão escrever um texto como se já fossem autores do Babado, ou seja, o tema dessa vez é livre, total e absolutamente livre (inclusive a ilustração com foto ou vídeo se julgar necessário). O prazo é até segunda-feira pela manhã.

A escolha  do vencedor se dará da seguinte maneira: 1/3 do poder de escolha será minha, 1/3 será da Tchynna e 1/3 de vocês, gatams! Além disso, competidores, atentem-se a e-mails que mandaremos a vocês nos próximos dias.

ELIMINAÇÃO II


Com 326 trilhões votos, os eliminados da segunda etapa do Concurso do Babado Certo são…

Kaka, Dudu e Jacupembio! Aaaaaaaaaah, fica pra próxima, gente, vocês foram ótimos!

Anastacia, Junior e Iza aguardem instruções para a terceira e última etapa. Beijos e arrasem!

2º Paredão Babado Certo


Exerça seu direito, vote. Quem você NÃO quer que seja o novo autor do Babado Certo?

[VOTAÇÕES ENCERRADAS, confira o resultado]

Atenção:

  • Dessa vez, pode-se votar em até 3 participantes (já que a o participante Jonas foi desclassificado por não mandar o texto a tempo).
  • Três serão eliminados e apenas três irão para a final.
  • Lembrando que só é permitido votar uma única vez .
  • Dessa vez optamos por ocultar o resultado parcial para criar um certo mistério.

Antimofo


Texto do candidato Junior para a segunda etapa do Concurso Babado Certo.

Olá bonitas, cá estou para falar sobre os rocks promovidos por um grupo que se denomina antimofo, a proposta deles é muito legal, eles juntam o que foge do convencional em um lugar só, tanto na musica, nos vídeos, e nas pessoas freqüentadoras de seus eventos. São todos muito amigos, quase todos se conhecem, e dificilmente há algum tipo de confusão lá, já que todos têm um único objetivo, se divertir.

Ah Junior, e o babado com isso?

Gata garota, lá é simplesmente babado!

Alguns gostam de chamar o rock de alternativo, outros de gay friendly, mais no final todos querem dizer que lá as pessoas não têm preconceito. Até porquê tudo é feito com muito respeito, de ambas as partes (Heteros e Homos), em verdade não há “partes” todos ao final de uma noite sempre estão felizes e acabados de tanto dançar.

Os rocks costumam acontecer no Clube Centenário ou no Tacher’s Pub, e sempre tem preços super camaradas, isso quando não tem alguma temática diferente e você entra FREE.

E o que é mais legal, lá toca de tudo, de bate cabelo a metal pesado, passando por rimos baianos e clássicos, o que acaba sendo muito engraçado, e não fica cansativo, vamos combinar que é Uó ficar com aquele TuntzTuntz na cabeça, o negocio é não ficar parado.

Ah e o mais importante, lá ninguém repara se você comprou a camisa da ultima coleção da Zara, ou se a sua calça da Colcci esta nova ou velha, a proposta é: esta se sentindo bem, confortável, ta feliz bonita? Antão ahaza!

Pra quem quiser ter mais informações entrem no site ou no orkut.

Então… UM BEIJO PRA QUEM É TRAVESTI!

Sobre as ruas de Jardim da Penha‏


Texto do candidato Jacupembio para a segunda etapa do Concurso Babado Certo.

Venho até vós escrever sobre a vedete das crionças que sonham em ser alguém na night. O bairro dos rocks, dos estudantes lindos, loiros, morenos, fofos, sarados,  colegiais e universitários, dos funcionários públicos que se emanciparam precocemente à família. Estou falando do antigo campo vasto e arbóreo que, em meados de 1960, donde se estivesse,  poderia se ver o Convento da Penha. Assim, ganhou a promoção de “bairro” e o singelo e genuíno nome de “JARDIM DA PENHA”.

O Bairro inteiro e por si só se promoveu ao status de central de pegação 24 horas pelo fato de abrigar toda vaidade e muito do que existe de bom em termos de elite, bom gosto, boas academias, pontos de encontros e, é claro, gente bonita. O que pouca gente sabe é que Jardim da Penha abriga ruas ótimas para pegação. Dentre elas posso citar: Anísio Fernandes Coelho (a rua da lama), Avenida Saturnino Rangel Mauro (Rua do Canal), e a tão pouco explorada passarela do Colégio Charles Darwin que não sei qual tipo de Logradouro é (Rua, Avenida, beco, tranco, centro de despacho, etc). Sem esquecer que o bairro conta com a vizinhaça do Parque da Pedra da Cebola e da universidade onde acontece o fervo, festas e confraternizações de todo o tipo durante todo o ano. O que não falta no bairro é opção de paquera bem sucedida. Só não vai pra casa satisfeita quem não quer.

Gostaria de ser breve em falar sobre os pontos supra-citados.

– A Rua da Lama atualmente é a central das tribos por excelência. Conhecida demais, visada demais e um tanto cara para se sentar num banco, beber uma cerveja se a intenção for pura e simples pegação carnal e efêmera. Deixemos claro que em Jardim da Penha existe pegação de todo tipo e a Rua da Lama consegue abarcar todo tipo de gente com todos as intenções possíveis. Conhecer um bofescândalo e arrastar pro ap ou motel mais próximo, conhecer uma paquera pra viver um affair ou, até mesmo, um namoro com os ADA´s (Amigo de amigos). Destaque para a afinidade entre diferentes tribos e os bares que cada uma escolhe: O Abertura que mistura de tudo mas contém muitos playboys, paty´s e bofescândalos. O Belisco que agrega os simpatizantes e heteros sem excluir ninguém (inda mais no chorinho de segunda feira que é lindo), o Cochicho que atrai os alternativos e que só precisava de ser mais atencioso e menos demorado pra atender os clientes e os Biritas (que antigamente se chamava “Espeto Bom) que tem o(as) garçon(ete)s montados tudo de bom e divertido. Palmas para a Silvetchy que é MAARAAA! A minha impressão é que a maioria do babado escolheu esse bar como o favorito.

– A Rua do Canal é conhecida por ficar próximo ao Rio que beira o bairro. A parte da Rua do Canal que fica mais próxima ao Colégio Nacional (o não extinto… dôôoow) contém uns perdidos que, vira e mexe, passam olhando pra trás assim que outro interessado passa por ali. Esta e outras ruas em vários horários são um tanto vazias. Portanto mente ligada e traje apenas uma bermudinha, camiseta e chinelo havaiana de nonagésima categoria… roupas de micareta e chinelos daqueles que o irmão mais velho abandonou há uns dois meses são desejáveis. O mesmo se aplica ao beco do colégio Charles Darwin: nada de levar o celular pensando que vai anotar o número daquele gatinho que passa por ali e de repente te dá mole

– O Parque da Pedra da Cebola dá um post à parte. É tudo de bom. É a congregação da geração saúde. Uma simples caminhada. Um passeio inocente de magrela por ali já rendeu histórias muito boas pra muitas amigas. Eu mesmo nunca tentei mas confio nos relatos que ouvi. O campo se divide em alguns grandes terrenos voltados para a criançada ver bichos, andar, correr, jogar bola. Voltados à paquera e são interligados por estradinhas e ciclovias que desembocam em algumas regiões fechadas. Onde o fervo é mais provável (ou não). O campo é feito de diferentes alturas e da parte de cima do parque se pode dar um look de leve para baixo e corre-se o risco de cair lá de cima olhando os times de futebol que ficam na parte de baixo divididos em times com camisa e sem camisa. (Pausa pra recuperar o fôlego)

O bairro de Jardim da Penha merecia uma atenção especial por que ele é o ponto de convergência do fds. Lama-Move, Ufes-triângulo, ele está no meio de tudo e liga tudo a todos os lugares. Tenho a impressão de que se eu pudesse falar de todo o bairro eu revelaria os esconderijos de muitas fervidas que não querem que os esconderijos apareçam. Pois me escolham. Me dêem o crédito. Me amem e eu vos revelarei a verdade e o caminho das pedras. Beijos, falay.