Lembrando que…


…hoje tem a festa Pop Magazine, na Move Music!

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Cata a descrição:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=wYYBf6GcXIo]

Quem nunca imaginou uma noite com o pop invadindo a pista mais agitada do estado??

Vitorinha precisava elevar o pop a um nível que: Paris Hilton aprovaria. Para isso, a Pop Magazine traz toda a realeza do pop para uma festa inédita na Move Music. E para abrir esse novo projeto, convidamos o Thiago Araújo, referência do Pop no país, acompanhado de 4 djs do estado que trarão o melhor das festas pop da terrinha!

Thiago Araujo faz sets irreverentes que, pautados por interação com a pista e hits de todos os estilos, conquistou espaço nos melhores clubes do circuito nacional. Ele dá expediente todos os meses na festa Wallpaper, na The Week Rio, e na badalada festa Chá da Alice, assim como na San Sebastian (Salvador), Victoria Haus (Brasília) e na Off Club (Aracaju). Além disso, acumula diversas apresentações por cidades como Belo Horizonte, Goiânia, Recife, Caruaru, Vitória, Campo Grande e Angra dos Reis!

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Bom pra caralho, Max!

Ah! E tem promoção na página deles se você entrar NESSE LINK, compartilhar e curtir a página do evento. Não é delicioso?

Então corre que a promoção acaba hoje às 18 horas!

Amor?


Desde que entrei no blog tenho um sonho: Fazer um texto sobre o amor.

No começo eu ficava super inseguro, achava que não seria bem aceito e que vocês me jogariam tomates caso ousasse falar de um assunto pesado desses. Mas agora que já caí nas graças do povo cabixaba e um leitor do blog tocou no assunto nos comentários, acho que posso me aventurar. Além disso, domingo tá aí, é o dia da depressão, que vocês morrem de ressaca, colocam um filme da Julia Roberts no Telecine Touch e se perguntam o porquê daquela ridícula com boca feita de maquiagem ter uma vida amorosa melhor que a sua.

Tenho sérios problemas com a conjugação do verbo amar. Vê-se a torto e a direito a conjugação deste verbo no passado, mas como se deixa de amar alguém? De que maneira isso ocorre?!

Posso afirmar que nunca amei, apaixonar-me sim, por raras pessoas e coisas, mas amar transpassa um conceito tão inexplicável que não me vejo capaz de me desprender. As pessoas, com poucos meses, e até dias, de relacionamento, seja ele fraternal ou amoroso, afirmam amar o outro, porém basta uma série de problemas de convivência, a incompatibilidade de personalidade e a distância física ou psicológica que esse sentimento desaparece, e aí dizem: “Eu amei fulano, mas as circunstâncias não permitiram que permanecêssemos juntos”. Como assim, Beeal? Estar junto agora é requisito para continuar amando?!

Uso como exemplo o sentimento que a maioria de nós temos pelos pais, é imutável, que por mais que haja desavenças, disparidades de opinião ou desapontamentos, o sentimento continua ali, firme. E eu não estou falando de problemas banais, estou falando de pais ou filhos que realmente causam sérios transtornos: é um pai que expulsa o filho de casa por algum motivo, um filho que se envolve com a criminalidade e acaba por envolver os pais, entre outros. Entretanto, mesmo assim, o sentimento de condescendência desemboca no perdão mútuo e na busca pela superação do problema PELO BEM DA RELAÇÃO, tudo isso por causa da imensidão do que se sente pelo outro. Com raras exceções, néam? Vide Suzane von Richthofen.

Fraternal, mas nunca deixou de ser amor.

Então não venha me dizer que já amou tantas pessoas na sua vida somente porque sentiu um sentimento muito forte por elas, ou porque por algum momento se viu disposto a dar sua vida pelo outro, aliás, estar inebriado pela paixão e pela afeição nos momentos de felicidade sem que tenha sido necessário doar algo seu, não-material, de muito valor, e dizer que DARIA caso fosse preciso, é muito fácil.

Portanto, não julguem amar pelo que sentem, mas por quanto tempo percebem que sentirão, você percebe isso com os primeiros desentendimentos, seja racional nesses momentos e pondere os acontecimentos, as interpretações e a influência deles, pois há uma característica cabal na duração desse sentimento, que quando eterno, considera-se amor.

Só a Max me entende =*

Você se considera Pão-com-ovo?


Quando a intenção é gongar as bee’s que a gente não gosta, um dos principais xingamentos que usamos é o famigerado “pão-com-ovo”, não é mesmo? Mas o que é isso realmente? Porque eu, nem o Dé, chegamos a um conceito com o qual todas concordem.

Foi por isso que os antropólogos da universidade de Mancheton, em Nárnia, fizeram uma pesquisa com mais de 500 beeshas e dividiram a pão-com-ovice em três vertentes: Dinheiro, Roupa e Comportamento.

Algumas gays disseram que pão-com-ovo é sinônimo de bicha pobre, mas isso não serviria pra Vitorinha, uma vez que aqui só existem 5 famílias realmente reecas, o resto não passa de classe média que se sentem milionárias só porque têm aqué pra pagar a buatchy todo fim de semana.

Outra parcela afirma que pão-com-ovo é sinônimo de bicha mal-vestida. Eu não entendo, uma vez que todas as gays atualmente se vestem muito parecidas, é sempre o combo: Blusa de gola V ou pólo, calça jeans ou xadrez, all star no pé e cabelo assimétrico… aí você vem e me fala: “Ah, Max, mas tem a marca”.

Na Madruga Boladona

Marca? Que marca, garáleo? Foi-se o tempo que era chique usar a logo da marca estampada no peito, hoje é cafonérrimo e só se restringe às marcas de funkeiro boladão. Diante disso, uma blusa da C&A pode ser tão bonita e moderna quanto uma Calvin Klein.

Já o terceiro grupo foi o que mais me convenceu, a pão-com-ovice reside no comportamento, a verdadeira pão-com-ovo não precisa ser necessariamente pintosa, apesar de nesse grupo ser mais evidente a presença delas, basta que ela não tenha a educação típica dos gays comuns. Não entendeu?

Estereótipos nos rondam all the time, a maioria dos gays reclamam deles, mas quem aqui não curte estar numa roda de héteros e ouvir que os gays são inteligentes, educados e comunicativos? Eu adoro!

E eu acho que foi daí que partiu a classificação da pão-com-ovo, que seria a bee que foge desse padrão estabelecido por essa parcela pró-gay da sociedade moderna. Tchypo, são as gays que “estragam tudo” que a gente demorou pra construir de primeira impressão.

Belíssima

A pão-com-ovo é, na maioria das vezes, pintosa e magrinha, mas já vi muitas delas escondidas por baixo de uma pele de Barbie, inclusive, tem Barbie que acha que se encher de músculo vai criar uma barreira 100% eficaz contra qualquer preconceito contra gays e que isso lhe dá o direito de ser estúpida com as colégãns de sexualidade.

É o caso da gay que quando ganha VIP pra ir pra buatchy, compra uma garrafa de Skol beats, pega um táxi na esquina, pára na porta, dá uma de louca bêbada, mas quando chega perto das outras bee’s da fila faz um carão geral, como se a portinha que as outras vão entrar fosse da câmara de gás do Holocausto e ela é uma ariana que está indo visitar Hitler.

É bem comum também que essas bee’s, quando estão com dinheiro, comprem garrafas de Chandão pra tirar foto cas amigas e colocar no Facetruque no outro dia.

Portanto, diante disso, qual VOCÊS acham ser a melhor classificação para Pão-com-ovo, vamosh votar?