Inauguração do Vila Velha Cineclube LGBT


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Nesta quinta-feira (09/05) acontece a sessão inaugural do Vila Velha Cineclube LGBT. O evento ocorrerá na Academia de Letras Humberto de Campos, na Prainha, em Vila Velha.

18h30 – Quem Tem Medo de Cris Negão? (2012) – 25′ – O curta dirigido por René Guerra, conta a história de  Cristiane Jordan, ou Cris Negão, uma travesti cafetina do centro de São Paulo, conhecida por seus métodos violentos. Odiada e temida por uma legião, ela também tinha seus fãs, até ser tragicamente assassinada. O filme propõe um mergulho no universo marginal das travestis, a partir dessa figura lendária do submundo de São Paulo.

19h – O Céu Sobre os Ombros (2010) – 72′ – O filme dirigido por Sérgio Borges trata da solidão e das dificuldades da vida humana, mas também trata de como os homens criam suas saídas, suas respostas às dificuldades, sua felicidade. Ganhou 29º Festival Internacional de Cinema do Uruguay – Melhor filme documentário no 2011 e 3º Festival de Brasília de Cinema Brasileiro2010 – Melhor filme, melhor direção, melhor montagem, melhor roteiro e prêmio especial do júri (elenco).

20h20 – Bate-papo com o cineasta Rodrigo de Oliveira, de As Horas Vulgares, e com a transexual Deborah Sabará, coordenadora do Fórum Estadual LGBT do ES.

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“Não gosto dos Meninos”: Curta brasileiro retrata realidade gay


Peço desculpas pelo sumiço, mas é que eu estou aproveitando minhas férias. Finalmente! Pra não deixar vocês caírem na perdição de vez…

“Não Gosto dos Meninos” é um curta metragem brasileiro, inspirado naquele projeto “It Gets Better”, onde diferentes homossexuais dividem suas experiências com o telespectador. O curta com depoimentos reais, mostra como foi o descobrimento da sexualidade gay, o processo de auto aceitação, a constante construção e desconstrução de conceitos e da própria identidade.

Gustavo Ferri, um dos diretores do curta, em seu canal do Youtube, deixa clara a intenção do trabalho: “Sou o Gustavo Ferri, um dos diretores do filme. Sou heterossexual, casado e com uma filha de 3 anos. Não apenas eu permito que minha pequena assista ao filme, como ela foi ao lançamento do filme, e eu faço questão que ela veja e reveja o filme quantas vezes for. Minha filha está crescendo sem nenhum tipo de preconceito. Para ela, a tia que é casada com a mulher dela é absolutamente igual a tia que é casada com um homem. Ela nem ao menos se dá conta da diferença, pois não há.”

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