Homens bissexuais e gays são mais felizes que os héteros?


Segundo um novo estudo da Universidade de Montreal, sim. O estudo avaliou 87 homossexuais e heterossexuais canadenses, alguns assumidos, outros ainda no armário. Os resultados indicaram que, os participantes que assumiram a orientação sexual para familiares e amigos sofriam menos depressão, ansiedade e stress, além disso, a pesquisa demonstrou também que, como um grupo, homens homo ou bissexuais são menos propensos à depressão e à problemas psicológicos.

O pesquisador, Robert-Paul Juster, acredita que algo ocorre durante o processo de “sair do armário” que os deixa mais resistentes, “Se você passar por uma situação estressante, em que deva desenvolver estratégias de enfrentamento, isso pode ser útil no futuro”. Verificou-se ainda que o índice de massa corporal e inflamações acontecem em níveis menores, tanto em bi quanto homossexuais, o que reforça a ideia de que eles cuidam melhor do corpo do que homens heterossexuais.

Fonte: http://migre.me/dgWBs

A erotização de transexuais femininos por homens heterossexuais


Este vídeo foi retirado de uma palestra da professora Nina Arsenault do programa de estudos de Diversidade Sexual da Universidade de Toronto. O vídeo é uma ótima ferramenta para desmistificar um pouco o tema “transexualidade”.

Nina Arsenault é conhecida e aclamada por sua “transdiciplinariedade” na arte, tendo trabalhado com apresentações ao vivo, fotografia, vídeos e apresentando seu trabalho na mídia de massa, onde explora a sua contínua transformação psicológica e física. A transformação de Nina, a metamorfose plástica que envolve a sua transformação de homem em mulher, incluí até hoje 60 cirurgias, e a sua vida pessoal foi tema de diversos documentários nacionais e internacionais para televisão, revistas, rádios, jornais e revistas.

Em 2005, Nina tomou controle da sua própria voz e imagem em uma série de artigos autobiográficos, escritos como muito humor, intimidade e provocação, publicados em sua própria coluna: T-girl na revista canadense Fab!

Estas crônicas contam suas experiêcias com as cirurgias plástica, a vida de garota de programa e romances com homens heterossexuais que são apaixonados por transexuais, os chamados T-lovers. Nina também chegou a escrever para diversas mídias impressas canadenses como o jornal The National Post, a revista Now Magazine entre outras publicações. Seus provocativos artigos são leitura obrigatória em diversas universidades canadenses para os cursos de sociologia e estudos da sexualidade humana.

Em 2007 Nina foi agraciada com o título de Membro Honorário na Universidade de Toronto, junto ao programa de estudos de Diversidade Sexual.

Para as bilíngues: http://ninaarsenault.com/