Testei: Camisinha Feminina


eocu

Desde aquele post sobre a camisinha Origami, tenho acompanhado a página deles no Facebook. E lá encontrei um vídeo (clique aqui para assistir) discutindo sobre a diferença entre camisinha Origami e a camisinha feminina no sexo anal.

Sim, também achei super estranha essa ideia de usar camisinha feminina para o sexo anal, mas lendo comentários na internet percebi que é mais comum do que se imagina.

Como eu adoro sexo e já queria saber como vai ser a sensação de usar a camisinha anal, resolvi testar a camisinha feminina ontem.

Isso é uma camisinha feminina, pra quem não conhece:

camisinhafeminina

Vamos à experiência.

bchecha

Sexta liguei pro meu pau amigo, afinal, a melhor maneira para se testar novidades é com quem já conhece seu corpo ao ponto de fazer o mesmo sexo de sempre, e assim a gente poder ter uma noção perfeita da diferença.

Antonio_del_Pollaiolo_-_Ercole_e_l'Idra_e_Ercole_e_Anteo_-_Google_Art_ProjectSábado comecei os doze trabalhos de Hércules: Chuca, jejum de 6 horas, esfoliação, Veet nas regiões onde a gillette faria um estrago, aromaterapia anal e todo o resto que vocês já conhecem. Segundo a embalagem, a camisinha pode ser colocada até 8 horas antes do ato sexual, por isso coloquei umas 3 horas antes do bafo acontecer.

Quando você coloca a sensação inicial é estranha, dá a impressão de que tem alguma coisa incomodando e a vontade de tirar é enorme. Mas com o tempo o corpo acostuma e fica tudo bem, tipo quando a gente compra um óculos novo e ele incomoda nas primeiras horas, sabe?

sacola_6kgO boy chegou, saí pra beber com ele, tudo com a sacolinha de supermercado dentro do edi. Quanto à mobilidade, não vi problemas, ela se manteve bem firme, mesmo que eu levantasse várias vezes para fazer xixi.

Dali fui pra um motel e começou a putaria.

Assim, esteticamente não é interessante ver aquele anel de plástico do lado de fora, mas isso não pareceu incomodar em nenhum momento. Até porque, com um corpo escândalo como o meu, quem vai olhar pra esse detalhe? Hahahaha.

corpo

Mesmo o beijo grego foi tranquilo (aliás, o lado bom de ter esse plástico pra fora é que ele também protege a parte externa do ânus/vagina, impedindo a contaminação por HPV ou outras DST’s que passam pela pele).

frango-assado1Quanto ao sexo: A penetração é incrivelmente mais fácil, uma vez que ela tem lubrificação interna e externa, ou seja, mesmo que eu não tivesse lubrificante à mão seria possível penetrar sem muita dificuldade. Além disso, não precisar lubrificar evita toda aquela meleca de passar KY na porta, na pica, no dedo e o diabo. Não me senti um frango de padaria besuntado de óleo.

Tudo correu bem, o sexo não me pareceu diferente. E segundo meu pau amigo, a sensação foi a mesma de fazer sem camisinha, já que não tinha nada apertando a neca dele. Nada além da minha apertadérrima kooceta, LÓGICO.

Tão apertada que se me fizer um cunete acontece isso:

cuidado com a lingua

Ai, tranquei com o susto, desculpa!

Outra parte boa de usá-la foi quanto aos sangramentos. Meu reto é sensível demais, então sempre que trepo sangro que nem aquelas virgens árabes. É tanto sangue, mas tanto sangue, que dá pra enganar a família do boy e mostrar o lençol depois… várias famílias.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=_Gl4GLpil_k]

Com a camisinha masculina eu sempre fico muito constrangido com isso, porque na hora de tirar todos eles ficam assustados pensando ter me machucado.

Dessa vez não houve contato nenhum do sangue com o meio externo, pois eu só tirei a camisinha no banheiro, depois do ato. Óbvio, a camisinha saiu toda pintada de urucum, mas só quem viu fui eu.

Ah! Isso vale também pra beesha que não se segura e passa cheque, vai ficar tudo dentro de você e a neca vai sair encerada. Eles vão pensar que você fez a chuca com Veja Multi-Uso e lubrificou o edi com Poliflor.

O boy depois de um cunete na Max

Bofe étnico depois de um cunete na Max

Agora, os problemas:

São dois, ao meu ver. O preço é um deles, uma camisinha dessas custa no mínimo 17 reais o pacote com duas unidades, e você não encontra em qualquer lugar. A praticidade paga por essa fortuna?

ah please

PFVR, né, Max?

E o outro, ela faz barulho! Aham, sem brincadeira, não é o tempo todo, mas de vez em quando, durante o sexo, ela fazia um barulho parecido com quando a gente mastiga bola de soprar. Certeza que vocês já fizeram isso quando criança.

Enfim, valeu a experiência, mas esse preço não permite que seja possível se tornar um hábito.

Entretanto, pra quem faz pouco sexo é uma ótima opção, até porque não é sempre que a gente sai e pega alguém ao ponto de ir pra cama\motel\carro\muro da esquina.

Gastar 17 conto toda vez que for piranhar sem ter a garantia de que vai mamar o bonde não funciona, 17 reais paga muitas cervejas.

Aff, pobre.

Aff, pobre

Guia de proteção para lésbicas


Sim! hoje eu estou sapatíssima, vou transformar o Babado Certo num brejo!

Próximo chapéu da Gaga

A verdade, gente, foi que lendo o post anterior, me veio uma dúvida, que muita gente me pergunta e eu nunca sei como responder: É possível pegar HIV ou outras DST’s com o sexo lésbico?

Certeza que essa resposta não veio de imediato na sua cabeça, e se veio, posso garantir que as formas de prevenção e as situações de risco ainda estão pouco esclarecidas, não é meishmo? Mas você não precisa mais se preocupar, porque a Max fez uma pesquisa em artigos do Wikipédia Google Acadêmico e achou uma série de dicas pra vocês. Vamosh lá?

Todas já estão carecas de saber que o HIV só se transmite através do contato com sangue contaminado e/ou fluidos corporais, e que dividir toalhas úmidas, roupas íntimas, lençóis ou assentos de banheiro não permitem a contaminação, mas são porta de entrada pra outras doenças, como Candidíase e Gonorreia.

Camisinha feminina

Você pode estar se perguntando: “Mas a pele da mão é áspera o suficiente pra não permitir a transfusão de sangue, e o sexo oral é bem mais delicado que com homens, então não há a possibilidade de infecção”.

ERRADO! Qualquer lesão nas cutículas, arranhões nas mãos, período menstrual ou até mesmo a gengiva machucada após a escovação, permitem infecções.

E para isso, os médicos sugerem que se use camisinha feminina, mas quem aqui já viu uma camisinha dessas? Dificilmente se acha na farmácia e a estética, por favor, gentchy, ninguém fica com tesão em ver aquele plástico pra fora, que mais parece uma placenta, néam?

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Então, a dica é usar os dedos das luvas de látex, o Dental Dam (quadrado de látex ou silicone usado nas cirugias dentárias) ou a camisinha tradicional, de duas maneiras: Fazendo um corte transversal que caiba a língua e/ou o dedo sem sobras, ou fazer um corte longitudinal, “abrindo” a camisinha, e usar durante o sexo oral, como uma barreira de proteção. Eu imagino que a primeira opção seja mais prática, e dá pra fazer até com o dente.

Dental Dam adesivado

Mas a principal dúvida é sobre o sarro (sabão, xanacomxana ou tribadismo), prática na qual as parceiras esfregam seus orgãos sexuais. Pras bee’s que não entendem NADA de reprodução das Anfíbias, é tipo quando sua poodle está no cio e se esfrega na almofada do sofá. Infelizmente, não existe nenhuma proteção que permaneça fixa durante o rala-e-rola além do Dental Dam, pois ele possui fitas adesivas nas laterais. Porém, o risco de infecção é pequeno, desde que não haja troca de fluidos corporais. Só que aí eu me pergunto: como impedir a troca de fluidos se a PRIMEIRA coisa que a mulher faz quando tá excitada é começar a vazar pela racha?

Por fim, não existe relação sexual 100% segura, e se depois de ler esse post você vier me dizer: “Ah, Max, eu já comi todas as sapas de Vitorinha e nunca peguei nada, isso é exagero”, só aviso uma coisa, a maioria das DST’s ficam grandes períodos em estado de latência, sem se manifestarem, só esperando uma queda de imunidade.

Esteja avisada, depois não venha comentar no post das “Glândulas de Tyson” que sua racha tá parecendo um polvo e você não sabe o que é.

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