Pelo direito à experiência


O Dé postou recentemente um texto falando sobre as gays que pegam os “São Sebastiães”: “aqueles bofes bem machões que algumas bees chamam de ‘boy hétero’ ou de HSH (homem que faz sexo com homem). São aqueles cafuçús que comem as gay e se deixam chupar”.

Okay, e como no Babado Certo, 80% das nossas matérias saem dos bafos que VOCÊS trazem nos comentários, dessa vez não foi diferente.

A discussão girou em torno da pergunta: Como determinar a sexualidade desses boys héteros que comem as gays?

Muita gente vai dizer que eles são, no mínimo, bissexuais, afinal, se ele trepou e sentiu prazer, é óbvio que ele gosta de homem também. Mas será que nossa sexualidade é tão simplista ao ponto de ser categorizada com uma (ou duas, tsá) trepadinhas? E outra, todo mundo se masturba e sabe o quão fácil é para o homem ejacular. As possibilidades são diversas e vão desde a tradicional punheta até a vagina artificial com esponja. Então acho que o prazer em si não é tão determinante, néam?

Tenho certeza que a maioria de vocês que hoje se dizem totalmente gays, que vomitam só com cheiro de bacalhau, já tiveram pelo menos uma experiência heterossexual na vida, e garanto que boa parte não achou de todo ruim, não é mesmo?

Então por que nós gays, bissexuais, travas, transex e seres de luz temos a liberdade de experimentar, gostar ou não, sem que isso afete a nossa sexualidade, e os heterozinhos não? E nem adianta falar que experimentou “pra saber se gosta” porque a sociedade é heterossexista. Ninguém te obrigou a trepar (se obrigou, mete o processo porque isso é crime). Foi o momento, o álcool e os entorpecentes, que, naquelas circunstâncias, te deram a vontade.

Já disse e vou repetir: PAREM de achar que a modernidade e a liberdade sexual afetam só a gay efeminada que anda de salto alto no shopping, ou o encubado frustradinho que faz pegação no banheirón com o uniforme da CST. Toda a sociedade está contaminada por essa nova visão do que é o sexo, da busca pelo prazer sem ter que seguir um “roteiro”. E não é porque estamos todos nos tornando bissexuais, mas sim porque, aos poucos, a sexualidade está se tornando mais volátil, adaptável… Até quando finalmente não será mais preciso classificar.

Mas ESPERA AÍ! Não vá pro mictório passar a mão na neca dos bofes do bar, achando que a modernidade afetou a todos, isso é um processo lento.

Na verdade… não espera não, o máximo que pode acontecer é você levar um soco na cara, mas não custa nada tentar, não é mesmo? hahaha.

 

Não gosto de ‘São Sebastião’


São Sebastião é uma expressão de bee cacura. São Sebastião nada mais é que aqueles bofes bem machões que algumas bees chamam de ‘boy hétero’ ou de HSH (homem que faz sexo com homem). São aqueles cafuçús que comem as gay e as deixam chuparem. Olha a imagem do santo aí do lado. O nome vem justamente por essa pose, que é a maneira que eles ficam quando recebem o sexo oral (na verdade, geralmente com as mãos na nuca) evitando ao máximo o contato físico. O fato é que eles não tocam nas gays pra dizerem que não curtem homem, o que é uma grande mentira, uma vez que os paus deles ficam duros e eles os utilizam nas infelizes.

Este texto não é é pra esses caras que provavelmente não leem o BC (hmmmmm, tá lendo, né, sua safada!), mas sim pras bee que se gabam de

"Me chupa de longe!"

pegar esses sujeitos. Você jura que é tão gostosa que fez com que um hétero te quisesse, néam? Não é vantagem, nem status fazer um destes, tá?  Pelo menos não pra mim. E no fim das contas todo mundo tem mil histórias pra contar de São Sebastiãos.

Olha, pessoalmente não vejo vantagem em pegar caras assim, que fazem parecer que estão fazendo um enorme favor a você em te comer. Eles não dão carinho, aliás, em muitos casos nem consideração tem pela pessoa. Prefiro quem participa, beija, acaricia, fala coisas. Só assim eu “funciono”.

Mas volto a repetir, há fetiche pra tudo. Se o São Sebatião este é o seu, viva-o.

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Se você ainda não catou o espírito da coisa, dá play e ria junto com a gente:

Vamos beber toodjeenho?


Do que você gosta mais, maricona?

O vermelho e médio whisky Red Label;

A escura grande, porém fina cachaça Velho Barreiro;

A pequena, mas que sempre comparece ali no dia-a-dia fááááriash fezis, cervejeenha shkol;

O pequenino e claro, com ar de sofisticação espumante Chandon;

O médio-grande e roxo vinho Ventisqueiro;

Ou a branca e grossa vodka Absolut?

This is Real Life? Já é Natal, Brasiiiiil!

O ensaio é do fotógrafo Alex Baptista que quis mostrar as seis bebidas mais consumidas no Brasil (hi hi, catou?). Já pode morrer de tanto beber?

A dica foi o -G-. Via Hot – PapelPop.

A banalização da ‘Single Ladies’


Tô eu vendo Fantástico. Entram os comerciais. Música toca. Penso: ‘conheço esse toquezinho’. E para minha (e sua) surpresa:

“All the single ladies”

Não sei vocês, mas para mim MESMO colocando três cafuçús, jogadores de futebol da moda (Robinho, Neymar e Ganso – afoga!), num comercial de marca de mortadela, ‘Single Ladies’ ainda deixa tudo com ar meio… gay. É muito babado, né?

P.S.: Robinho tem uma cara de safado que me excita. #prontofalei.