Pela real beleza masculina!


Olha que bacana o trabalho da artista Cynthia B. valorando a autoestima masculina! Ela fez esses desenhos para “todos os homens por aí andando com todas as cobranças estéticas da sociedade nas suas costas”.

Contra aquele monte de gente de plástico! Eu amo gente de verdade!

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Não importa se você é gordo, magricela, careca, tem piroquinha, peludo, enfim, se foge ao padrão estético exigido pela sociedade. SE AME E SEJA AMADO! E agora vamos dar a mãos e cartar todos juntos:

“Oh, que amiga… tão formosa… bela sois… traz ao rosto a formosura e a doçura no olhar.”

Via Cynthia B.

Somos todos transexuais!


“Sou trans e você?”

Li que o superstar pornô gay François Sagat, no documentário sobre sua vida, abre seu coração e de certo modo desglamuraliza a idealização do universo das mega-indústrias de produção de materiais adultos. Entre várias coisas, ele diz, por exemplo, que é incapaz de amar. Mas o que me chamou a atenção foi isto aqui:

Ao mesmo tempo, ao descontruir o ator pornô como ícone do sexo, François também nos mostra como este ideal é construção. Ele era uma criança afeminada, sofria bullying na escola. Contra isto, ele construiu uma imagem supermasculinizada, horas de academia e a aplicação de testosterona. Ele diz algo intrigante ao assumir que se considera um transexual, pois procurou a imagem que o satisfazia e achava adequada para o seu corpo.

Gente, daí eu comecei a refletir e pensei como isso acontece com todos nós, especialmente com nós gays. Partindo da lógica de que transexuais são aquelas pessoas que acreditam que sua identidade sexual não é compatível com seu corpo biológico e que por isso na maioria das vezes fazem intervenções sobre ele para adequá-lo àquela condição, podemos dizer que todos nós temos um devir trans.

Dou-me como exemplo. De certo modo me enxerguei no que disse Sagat, dadas as devidas proporções. Eu gosto de estar barbudo e usar um estilo mais boyzinho certinho, digamos assim. Isso é totalmente compatível com o que busco no sexo e no parceiro, pois curto aquela pegada cheia de testosterona, pelos, pegada bruta vindas de ambos os lados.

Assim também é o Max, por exemplo, em que a natureza privilegiou com uma androgenia natural, mas que ele exagera com recursos artificiais (corte de cabelo, roupa, maquiagem). Ele poderia aplicar testosterona e virar menininho, poderia aplicar estrogênio e virar menininha, mas ele optou – aí sim é uma opção, diferente da sexualidade – por uma questão de identidade e de realização pessoal. Assim como ele, eu e você.

“A gente faz de um tudo”

Aquele rapaz da academia que malha como doido, aquele que nem liga e come pra ficar gordinho, aquele que faz o corte modernete, aquele que tatua um dragão nas costas, aquele que usa óculos de aro grosso, aquele que raspa o peito, aquela sapa que parece um sapo… Todos estão passando uma mensagem ao mundo e alguns signos tratam de questões ligadas a preferência sexual, basta lê-los. No fundo, tentamos parecer aquilo que queremos que as pessoas creiam que sejamos. Claro, que tudo ditado pelas relações que compartilhamos com nossos convivas e pela cultura de nossa época.

Aliás, o poder de artificialidade está bem representado no trabalho do fotógrafo francês Leland Bobbé intitulado “Metade-Drag”. Nele, drags foram fotografadas com apenas metade do rosto maquiado. Chupa (tape metade do rosto nas imagens e veja a diferença):

Veja mais fotos clicando aqui.

Análise semiuótica de clipes fechativos: MARRY THE NIGHT (Lady Gaga)


Mais uma vez está de volta uma das seções mais amadas e raras deste blog, aquela em que desvendamos as mensagens por trás de todo o hermetismo desta moderna arte audiovisual que são os videoclipes, nossa querida Análise Semiuótica de Clipes Fechativos!  Hoje trazendo com exclusividade a análise frame-a-frame do novo clipe de Lady Gaga: Marry the Night, o mais longo (13:51) e o mais auto-biográfico de todos.

O clipe conta a história de nada mais nada menos do que da morte de Stefani Joanne Angelina Germanotta, e/ou do nascimento da mommy monster Lady Gaga! Vejamos:

O vídeo começa com Gaga sendo conduzida até a enfermaria de um hospital psiquiátrico. No texto ela deixa claro que é a história de um momento de sua vida de maneira estilizada, ela brinca dizendo que foi assim, porém sem a última coleção da Calvin Klein. Nas entrevistas, Gaga afirmou que esse clipe conta a história de um dos piores momentos de sua vida: quando foi retirada de sua primeira gravadora Island Def Jam e viu seus sonhos de ser uma superstar se desmoronando! O cabelinho preto deixa evidente que aí ela ainda era Stefani.

Na maca da clínica, Stefani tenta acender um cigarrinho, mas toma um coío da enfermeira. Quem é fumante sabe que não é fácil ficar sem. Max que o diga…

Momento emoção: a personagem desaba para a enfermeira dizendo “Eu queria ser uma estrela!”

Stefani coloca a toca do hospital de ladinho como se fosse uma boina. A câmera vai se afastando e mostrando todo o hospital. Um piano toca a introdução de um tema erudito acompanhado de uma risada histérica. Um clima de insanidade toma conta de toda a cena: Gaga era parida!

Ainda com o mesmo som de piano ao fundo, vemos a personagem dançando balé. Essa cena tem dupla função: uma é a de memória, como se lembrasse das aulas de balé clássico e piano que fez, como quem se questiona de todo o esforço realizado em vão para chegar em certo objetivo. A outra é metafórica, uma menção ao filme Cisne Negro em que  personagem se destroi e “morre” enquanto perfeição para surgir poderosa com seu lado sombrio, uma boa alegoria a história que será narrada.

Este é o exato momento em que a vida começa a desmoronar. Nua, na cama, recebe a ligação de seu diretor gongando-a e a excluindo das atividades. Ao mesmo tempo, em outra cena, ela toca piano – também nua – dando todo o tom dramático da situação. Tadinha!

Daí a racha surta! Quebra tudo, rasga seus trabalhos, come como uma louca… Tudo alternado com uma música rápida e cortes ligeiros das cenas das aulas de balé demonstrando o devaneio da personagem frustrada com o “não” que a vida lhe deu.

Silêncio! Agora vemos a personagem na banheira pintando os cabelos de verde. Essa cena é muito importante, pois ela é a grande metáfora da mudança de rumo na história de vida da personagem: é nela que acontece a morte de Stefani e o nascimento de Gaga! É aqui que se inicia a grande reviravolta! Aliás, a figura da “banheira” está em vários trabalhos da cantora lembram disso, disso e disso? Agora faz sentido, né?

Ao fundo ouvimos, ainda acapella, os primeiros versos da música “Marry the Night”.

Então chega aquele momento que só quem já se montou sabe como é, o momento de encarar o mundo. Gaga se apresenta as pessoas! Ela aparece em um grande salão toda trabalhada nas tachas, nos strass, nos óculos exóticos, na make bapho, enfim, no ladygaguismo, e é observada DE CIMA por várias pessoas. Sabe-se que na linguagem audiovisual, quando um personagem é visto de cima, ele está sendo ou se sentindo diminuído, humilhado etc. É, portanto, o retrato do julgamento das pessoas que te olham condenando, rotulando-te de esquisito, de estranho. Engraçada a carinha de constrangimento da cantora e “para descontrair” ela fazendo aquele sinal que nós fazemos pro boy quando a gente quer fazer um keti neli.

Escurece. A noite, que é tão cantada na música, chega. O cenário é Nova York em estado de caos, com carros incendiados e espalhados pela rua e Gaga está num deles. Fuma, passa batom…  respira e se fortifica com os ares noturnos.

Adoro divas que fumam nos dias de hoje, pois fumar – com todas essas políticas de combate ao fumo e discurso de boa saúde que é veiculado – tornou-se uma grande subversão! Te amo, Max.

Os carros explodem e lá vem ela como um fenix ressurgida das cinzas! Ela dança e canta passionalmente em meio ao fogo dos carros e a água da chuva (interessante contraste). Seria como a clássica cena de “E o vento levou”, em que a personagem jura nunca mais passar fome, porém a promessa, neste caso, é a de ser uma das mais importantes estrelas da década custe o que custar!

Como dizia Ford “O fracasso é a oportunidade de começar de novo com mais inteligência e redobrada vontade”. E lá está nossa heroína de volta aos ensaios de dança, certa de que o sucesso só vem com muito trabalho.

Aliás, essa cena também passa a coreô todinah do refrão. Quem já tá doida pra aprender ela todinha pra arrasar na muatchy grita: “EU SOU BUNITAAAA!”. Vengentchy:

♫”Ma ma ma marry, ma ma ma marry, ma ma ma marry the night!”♪

Tá babado!

Ainda na aula de dança, Gaga sofre um bullyingzinho de alguns, faz amizades, ajuda uma companheira que cai a se levantar e arrasa com a galera! Ou seja, a mensagem que fica é que em sua caminhada em direção ao sucesso você tem que fazer amigos e ajudá-los sempre que preciso. Um ajuda o outro e todos se dão bem!

PAUSA DRAMÁTICA: conheço pessoas que matariam para ter esses sapatos altos sem salto toda trabalhado na pedraria! Né, Lu?!

Há uma rápida menção sobre a Gaga indo fumar no banheiro e depois jogando os cigarros fora, como que dizendo que a personagem parou de fumar para fazer sucesso. Na verdade, quem é fã sabe que essa cena refere-se ao fato dela ter parado de cheirar coca, pouco antes da fama. Sabe-se que ela curte apenas um baseadinho de vez enquando… (Bicha Maconheira curtiu isso).

Ao fim do clipe uma rápida sequência de cenas  com looks baphônicos de tirar o fôlego e outras fechações evidenciam que a transformação em Gaga estava completa. Eu fui morrendo aos poucos com esse muco e esse chapeuzão!

O ritmo da música está rápido e cria um clima de frenesi aliado aos cortes velozes.

Carros explodem ao ritmo das batidas e a cantora e seu grupo dançam nas ruas. Está em estado de graça. O passado e suas derrotas é destruído e um final feliz se anuncia.

Ela sai de casa com o teclado, entra em um carro e parte, na mão está anotado o endereço da gravadora que produziu – e produz – a cantora e um horário, ou seja, é o momento em que abandonou NY em direção a LA em busca de seu sonho, provalmente para uma audição. IUPIII!

FADE TO BLACK! Ao final vemos a imagem da Mommy Monster sentada em seu trono de glória cercada por fogo de todos os lados. Enfim, vitoriosa e sambando na cara de todos que não acreditaram nela! Happy End, darling!

E se você ainda não assistiu ao clipe, #ficaolink:

Espero que tenham gostado! Muah.

Análise semiuótica de álbuns fechativos: ‘Born This Way’ da Lady Gaga


Não tem a expressão ‘babado, confusão e gritaria’? Pois então, nada define o novo álbum de Lady Gaga tão bem. ‘Babado’ porque tem um monte de fechações, efeitos bem aplicados e letras abusadas. ‘Confusão’ porque  mistura várias referências e mixa vários ritmos e texturas diferentes de coisas bem tradicionais até os mais vanguardistas experimentos indies de música eletrônica. ‘Gritaria’ porque a racha tira voz do koo e grita muito mesmo (coisa que ela adora fazer).

Sem dúvida é o mais autoral e ousado da artista. Com ele, o universo particular de Gaga se delimita ainda mais tornando-se bastante concreto e reconhecível.

Neste trabalho, ela flerta com com um lado bastante obscuro, ela está ‘casando com a escuridão’, como diz na canção que abre o álbum. Para isso aproxima-se do rock’n roll, em muitas faixas em seus estilos mais pesados. Muito antes de ser lançado, já se imaginava isso pelo que se havia sendo dito por seu produtor e por alguns ícones do rock como a banda Kiss e OzzyRecentemente, a própria cantora falou de seu encantamento pela banda Iron Maiden. Ao mesmo tempo a batida eletrônica está mais presente do que nunca, porém muito mais ousada: cheia de ruídos, distorções e sobreposições interessantes e surpreendentes. São infinitas camadas sonoras que o fã é convidado descobrir ao longo do trabalho. Ao que parece, há a presença do trabalho de experimentação de outros artistas desta casta.

Pessoalmente, acho o álbum pouco pop em relação aos trabalhos anteriores, o que pode ser bastante arriscado, apesar de sincero e autêntico, por outro lado. Com ‘Born This Way’, Gaga provavelmente perderá todos os fãs que a buscavam apenas por seus looks fechativos, até porque ela tem cada vez mais se desmontado, entretanto cativará ainda mais quem a segue por sua música criativa.

Vamos avaliar e comentar faixa-a-faixa este bapho, então?! Bota o fone de ouvido, aumenta o som e se joga bunita:

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1. Marry the Night

A música funciona super bem como introdução do álbum e é quase como que uma profissão de fé: fala sobre o flerte que a autora fará com seu lado mais obscuro para passar sua mensagem de liberdade. É divertida e dançante, daquelas que dá vontade de cantar junto pulando e rodando ao som das batidas.

2. Born This Way

A gente está quase  surdo de ouvir esta. Foi a primeira lançada e já tem videoclipe. Está no meu top 3 do álbum. Além de ter uma batida bapho, tem a letra mais foda do álbum por congregar várias mensagens que a cantora sempre quer passar: liberdade, auto-estima, tolerância as diferenças, causa LGBTT. Tem o trocadilho genial que amo: “Don’t be a drag junt be a queen”. Ah vá! Vai me dizer que a senhora resiste a dublá-la e fazer a coreô?

3. Government Hooker

Também está fácil no meu top 3 e é forte candidata a minha preferida. Ela é estranha, tem uma introdução debochada (“Gaga, GagaaaaaAH!”). Vão mudando a voz da cantora eletronicamente ao longo da canção de forma a tomar vários timbres diferentes. Tem um momento que a voz dela fica i-go-al a da Madge (2:48) e em outro igual da Nonô Spears (2:11). A música é uma crítica sarcática as “prostituídas” pela industria fonográfica. Mas as bees – conhecendo como eu as conheço – darão outro sentido. Tipo eu que sempre canto “P*ca na minha boca” em vez de “I wanna PIIII government hooker

4. Judas

Outra que já ouvimos bastante e também já tem clipe. A batida é pesada e seca – parece que vão rasgar a bateria. è também bem barulhenta sendo um pouco enjoativa a longo prazo. Minha parte preferida é o trecho incidental (a partir de 2:41) em que mixam a voz da cantora em tom grave e agudo. Cool!

5. Americano

A música de tema latino do cd é quem completa minha tríplice de favoritas. É uma mistura louca de ritmos latinos tradicionais e cafonas com uma batida eletrônica sen-sa-ci-o-nal. A letra tem caráter político, é uma espécie de lamento dos imigrantes ilegais nos EUA. Parte é cantada em inglês, parte em espanhol. Amo o trecho que fala “Chicos” e vem uma respostazinha aguda dizendo “Chicas” (02:25). Reparem: começa com uma arma sendo engatilhada e termina com um tiro.

6. Hair

Achei chata e sem graça. Uma pena porque a letra é até legal. Especialmente quando diz que é ‘livre como seu cabelo’.

7. Scheiße

‘Scheiße’ quer dizer ‘merda’ em alemão, coisa que esta faixa não é (!). Parte da música é cantada na língua germânica e Gaga, sempre muito debochada, começa-a dizendo que não fala alemão, mas que pode se a gente quiser. São muito gostosos e divertidos os fonemas da frase repetida infinitas vezes (tente repeti-la, a língua faz uns movimentos saborosos). Já a conhecíamos em versão remix do desfile de Mugler com o Zombie Boy, lembram?

8. Bloody Mary

Ai, amo esta! Ela é deliciosa! É daquelas que a gente sente: na boate fecha os olhinhos, dança rebolando lentamente e esfregando sensualmente as mãos pelo corpo. Os sons incidentais são um show a parte, especialmente umas vozes que lembram canto gregoriano e o gritão que ela dá. A letra é belíssima, é Maria Madalena cantando seu amor. “Nós não somos só arte para Michelângelo esculpir/Ele não pode reescrever o ápice/do meu coração enfurecido“, diz a letra. Só eu que ouço ela falando “Liberdade, meu amor!” em português no final da música?

9. Bad Kids

Tem um espírito rock’n roll – ouvimos a guitarra elétrica e suas distorções – apesar de ser bem eletrônica. Música gostosinha, bacaninha. Assim mesmo, no diminutivo.

10. Highway Unicorn (Road to Love)

É boa.Tem unicórnios, pôneis, sutiã e bebedeira na letra. O ‘Run run with her t‘ é um prato cheio para um remix bapho.

11. Heavy Metal Lover

Outra que tem uma batida gostosa. Adoro o “ooh-ooh-ooh-who-who”, especialmente na parte tunada (03:04). Tem essa coisa mais modernex da música eletrônica mais indiezinha. Na letra, Gaga faz a bad girl com um bad romance.

12. Electric Chapel

É retrô que você quer? Então toma, querida! Porque essa música respira ares oitentistasBARRAnoventistas. E num clima dark. Ao mesmo tempo com uma coisa de pop japonês. Enfim, misturinha boa que a gente gosta.

13. You and I

É a música melódica do álbum. Sabe aquela que a Gaga vai sentar no piano e se rasgar toda cantando? Então. É a nova ‘Speechless‘. Não curti.

14. The Edge of Glory – 

Corram é música chiclete! Mentira que eu amo! É a atual música de trabalho dela e está pra sair um clipe da faixa. Já é chamada carinhosamente pelas bees como “o edí da glória”.Vamos ouvir MUITO essa faixa nas baladas e envolvidos por seu ritmo cativante. A fatida é foda, o sax é foda. Dá vontade de pular todas juntash cantando bem alto e bem forte (vamo lá, gentchy!): “I’M ON THE EDGE OF GLORY!

Hoje é dia internacional contra homofobia…


… e como diz Simone “e o que você fez?”. Estão tendo atos em vários estados do país (São Paulo, Rio, Pernambuco) e aqui? Nada? Cadê os movimentosh, bees? Inclusive no Rio de Janeiro o governo do Esatdo começou uma forte campanha contra o a violência e o preconceito contra homossexuais:

Começa hoje a campanha Rio Sem Homofobia, que irá veicular mensagens para reforçar a luta do movimento GLBT (gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transsexuais). A data escolhida pelo governo do Estado é emblemática. Desde 1993, celebra-se o “Dia Internacional de Combate à Homofobia e Transfobia”.

Matéria  completa aqui.

P.S.: Uma surpresa boa deste dia foi conhecer o @PosturaG, o vlogger de duas bees no YouTube, cata:

O Babado Certo recomenda!