É muita falta dele, isso sim…


Segue a campanha da deputada Myrian Risos:

Isso mesmo, a deputada Myrian Risos, como se não bastasse a gafe do ano passado tentando justificar o direito de demitir um empregado pelo fato de ser gay, agora veio com a ideia descabida de legislar sobre o koo alheio, promovendo um projeto de lei que PROIBIRÁ a prática do sexo anal no Braseel…

…Tá, é brincadeirinha, gentchy! Essa imagem, assim como tantas outras que você poderá encontrar no tumblr “Não é gay se…”, ironizam a homofobia dos deputados da bancada religiosa, que de tão descarada chega a ser cômica.

Via A Capa

Rio Urgente: Contra o Bullying nas escolas


Não é de hoje que a família Bolsonaro se mostra homofóbica e portanto contrária aos direitos da comunidade LGBT. Carlos Bolsonaro, o filho machão de Bolsonaro, é vereador na cidade do Rio de Janeiro e quer aprovar um projeto de lei que proíbe a distribuição de qualquer material contra a homofobia ou que fale sobre diversidade sexual nas escolas do Rio.

O infeliz projeto além de não contribuir em NADA para nossa causa, piora a situação de centenas de estudantes homossexuais que sofrem com o bullying e a violência todos os dias nas escolas, estigmatizando ainda mais o tema e aumentando a intolerância.

Porém com o advento da tecnologia, NÓS podemos ser ouvidos! O projeto em questão terá nova votação hoje, às 15 hs. Assine a petição dizendo aos vereadores e vereadoras da Câmara do Rio de Janeiro que votem CONTRA este projeto de lei absurdo.

14.915 pessoas já se manifestaram contra este projeto, cada assinatura faz diferença. Membros da All Out, junto com o grupo das Mães pela Igualdade, em parceria com @s colegas do Meu Rio, entregarão as assinaturas amanhã diretamente na Câmara dos Vereadores.

Georgina Martins, uma Mãe pela Igualdade nos disse que “ como mãe e como professora, penso que este projeto de lei ridículo e preconceituoso só vai aumentar a violência nas escolas. Meu filho sofreu muito  – e eu não desejo que nenhuma outra criança ou jovem passe por isso. Por isso, eu vou lutar muito contra este projeto!”

O tempo está passando: a segunda votação deste projeto vai acontecer HOJE às 15hs. Assine AGORA a petição: CLIQUE AQUI

Estuprofobia, coisa de hétero!


Um dos post mais acessados deste blog foi um que escrevi em em setembro de 2009 chamado “A dor de dar o cu é uma dor moral”, onde defendo a tese de que,

“de maneira geral, a dor no ato sexual homossexual passivo é uma dor muito mais imaginada, muito mais moral. Tantas vezes vinda também do medo e de histórias de violência do imaginário heteronormativo, onde existe aquela máxima “se me pedirem para escolher entre a morrer e dar o cu eu prefiro a morte”.

E não é que fizeram um curta sobre esse pavor dos héteros de serem estuprados… Chega a ser engraçado, cata:

Oi, gosto de abacaxi?!

Esse rapazes héteros, tem cada uma, néam? Relaxa, gente! Eu disse e repito: se dar o cu fosse tão ruim assim, não teria tanta gente dando. Beijos!

Me filma e me edita… sobre doação de sangue


Essa semana eu fui entrevistado pelo pessoal do Jornal No Entanto, da Ufes, pra falar sobre meu parecer de bióloga e de vinhádo sobre a proibição dos gays doarem sangue.

E acabou que fizemos um vídeo paralelo à entrevista com o jornal, se bem que o vídeo acabou nem usando as perguntas do entrevistador, assistam:

Koortchyram?

Pra inglês ver…


Estou chocada, depois desse babado do “Dia do Orgulho Heterossexual”, e dos inúmeros vídeos de descontentamento dos brasileiros, a notícia repercurtiu fora do país e TJ Kincaid, um famoso vlogueiro americano, também deu sua opinião. Cata:

Será que depois de tudo isso, ainda não ficou clara a estupidez dessa ideia? Vamos ter que passar vergonha em frente ao mundo por causa de meia dúzia de mobrais que ainda insistem em defender esse absurdo?

Via Grupo Babado Certo

Pena que o mundo não é tão justo assim…


Vocês viram e ficaram chocados com a notícia do pai e filho que foram agredidos em São Paulo porque foram confundidos com um casal gay, não é meishmo?

Agora, vejam que charge GENIAL que o Marcelo Graphics fez sobre o caso:


Quem dera, né, gentchy? Pelo menos a agressão serviria pra atentar a população de que ninguém está imune a essa intolerância.

Mas essa é minha opinião, porque minha vontade é dar uma surra nesse cara, mesmo.

A charge, pelo que entendi, não incentiva a violência, mas cria uma situação hipotética a fim de alertar aqueles que, antes desse caso, não se consideravam AFETADOS pela homofobia, ou chegaram ao ponto de incentivá-la. Catou?

Fonte: Marcelo Graphics