Guest Post – Pegação na Academia


Nesse caso, LITERALMENTE!

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A gente sabe que hoje a academia é o maior reduto de pegação das Barbies e de outros brinquedos da Mattel. É lá que elas encontram outras beeshas clones e se embolam pelos banheirões.

Mas e os héteros nessa história toda? Como eles reagem aos assédios dos lascivos viados que manjam desde a rola até o Latíssimo do Dorso dos boys enquanto malham?

Um leitor e grande amigo meu, Dani, escreveu um depoimento que aconteceu com ele ontem. Vamos ler?

A academia é um lugar muito gay. Disso todos sabemos.

No meu horário, tem um cara com características que, juntas, acho bonitas para o corpo masculino: costas largas, aquela curvinha nas costas e glúteos avantajados. Tão avantajados que o plural não é o suficiente para dar conta.

Lógico que já seria muito awkward eu perguntar se aquilo era natural ou era fruto de um exercício milagroso (ou silicone, sei lá). Mas, como quem tem limite é município, eu obviamente perguntei já esperando um COÉ BRÓDER, TÁ ME TIRANDO.

Ele gentilmente respondeu que era genética, mas que eu deveria tentar usar tal carga num x aparelho que os resultados apareceriam.

BUT (AND IT’S A BIG BUTT) ele ainda encorajou a pegar pra ver que era real mesmo. Eu, como sou brasileiro e filho teu não foge a luta, fui lá e comprovei. Era real mesmo.

Lição nº 1: Acho que finalmente os héteros entenderam que contato corporal com um gay não os torna gay.

Lição nº2 (a mais importante): Mais uma bunda que a gente pega e nem lembra de perguntar o nome depois.

Comentário da Max:

this boy

Ai, vem gente, vamos cantar!

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=hBg-m7aYCS4]

Eu, preconceituosíssima, não confio na heterossexualidade desse boy que fica permitindo que as beeshas verifiquem a genética do rabo dele não.

Mas tudo pode ser, se quiser será…

Pensando nisso, sejam sinceras comigo e respondam a enquete abaixo. Vou usar o resultado dela para um ótimo post amanhã, então, pensem bem antes de responder, tá?