Por que eu amo briga de beesha?


Simples, são brigas de ego, nada violentas e, na maioria dos casos, engraçadíssimas. Vamos ver o que foi publicado no Facebook hoje?

prima

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Morri!

Morri!

AMEI DEMAIS! Confesso que não entendi nada além de “viado” e “bicha”. O resto é grego, o que torna a situação inteira muito mais maravilhosa. Sem contar que toda vez tem alguém que dá close fazendo poses sensuais e ginecológicas coracao.

Enfim, isso foi ali na Black House ou é impressão minha? E ainda me perguntam porque eu adoro aquela boate dominical!

Eu juro que ouvi a voz de uma prima minha ali no meio. Essa prima adora confusões, ela pode não ter nada a ver com a briga, mas se ela estiver perto é certeza que vai ouvir 30 segundos do bafo e escolher um lado pra defender com unhas, dentes e garrafadas.

VOCÊ ESTÁ NO VÍDEO? LEIA ISSO: O vídeo foi encontrado NESSA página, de domínio público. Por esse motivo, não tenho responsabilidade judicial sobre as imagens, mas, como sou uma fofurinha, digo que caso algum dos presentes no vídeo se sinta incomodado com a postagem, favor me mandar um e-mail para max_babadocerto@hotmail.com, exigindo a retirada.

Tudo bem? Não vamos sair por aí dizendo que a Max difama os outros não, sejam honestas.

Dica das reticências infinitas

O dia que Max foi à Black House


Voltei!

A prova foi tão longa que eu entrei barbeada e saí assim

E aí? Como foram no Enem? Eu quebrei o caralho todo, segundo os gabaritos divulgados na internet. Mas não é sobre isso que quero falar.

Ontem fui à Black House! Sim, a festinha dominical apelidada de ‘inferninho’ pelas mais fervidas. Confesso que pelas histórias que ouvia tinha um certo receio em aparecer por lá, mas assim que cheguei e vi que havia poucas cadeiras no local, fiquei mais tranquilo.

Saí do satânico Enem por volta das 6 horas, toda descabelada e com os olhos arregalados. Aliás, quase fui atropeladãm na frente da UVV, porque só via pontos pretos, de tanto que marquei gabarito.

Encontrei com Anwar, Edu e uma sapa serráquea na frente do fórum (nada melhor que o prédio da justiça brasileira pra dar uma pinta inconstitucional), e dali partimos pra Black House.

Cheguei lá e senti um medinho devido a quantidade de pessoas… como posso dizer… diferentonas. Mas quem sou eu pra falar de gente diferente, não é mesmo?

Logo percebi que aquilo era besteira minha e, a partir da primeira latinha de cerveja, meu coração amoleceu e eu comecei a AMAR aquela delícia.

Sou obrigado a admitir, apesar de todas as desavenças, o Dj Pedro Pessoti me destruiu com o set dele. Beeshas, acreditam que até Destiny’s Child e música antiga da Whitney Houston ele tocou? PENSE no prazer que eu, uma velha no corpo de jovem, estava sentindo ao ouvir aquele remake da minha adolescência?

Bebi, bebi, bebi e incorporei a minha habitual pomba gira sapatão. Pra quê? Quando vi já estava na porta do banheiro dando em cima das rachas, aliás, duas delas quase tomei coragem e peguei!

Só não fiz isso porque tinham muitas bee’s que me conheciam, e se eu beijasse alguém ali no outro dia elas viriam aqui comentar que “Max traiu o movimento”, “que Max paga de vinhádo, mas lambe lasca”.

Eu, na porta do banheiro feminino

No mais, o rock não é nada daquilo que me falavam as preconceituosas. Não vi briga, não vi beesha fazendo carão e muito menos me senti deslocado. Aliás, foi a galera mais simpática que já vi num evento! Todas muito deliciosas vindo falar comigo e elogiando o trabalho do site. ❤

Teve um show com o Khyron, que eu mal consegui ver porque todo mundo ficou na minha frente. E depois começou o funk-neurótico-ponto-net. Aí os vinhádos se ACABARAM.

Quando começou MC Beyoncé:

Tinha uma bee lá que mexia a bunda de tal maneira que eu fico pensando no perigo que é colocar o pinto dentro dela.

Juro pra vocês, ela rebolava tão diabolicamente que se um pau entrasse prego ele saía parafuso, de tanto que ela girava o edi. Invejei, muito, achava que eu sabia fazer alguma coisa com meu koo de pombo, ledo engano, perto dela sou um bloco de granito.

Fui embora e parti pra um barzinho, bebi mais com as gays e terminei a noite às 4 da manhã no 20 Cantar. Vocês se lembram do bafo sobre eles serem homofóbicos? Pois então, tudo mentchyra!

Fáááárias gays, sapas, héteros, todos misturados e exercendo sua sexualidade plenamente. Esses dias mesmo fui lá e uma trava cantou “A Mulher em Mim“, da Roberta Miranda. Caricatíssima, eu sei, mas ninguém fez chacota com ela, todo mundo bateu palma e ainda cantou junto!

Então, minha nota para a Black House é 9,8.

“Ah, Max, por que não dez?”

Porque o latão acabou no finalzinho do evento, fiquei chateadíssima tendo que beber latinha. Gosto de fartura, mas fora isso, aconselho todas vocês a visitarem o local.

Já virou meu programinha de domingo à noite 🙂

BAFÃO: Rebuceteio no Terminal de Vila Velha


Aconteceu no domingo:

Iza sensualizando na Pool Party

Segundo testemunhas oculares, várias sapas estavam curtindo a festa Black House, na Prainha, que diga-se de passagem, depois que saíram do Ibes e mudaram pra lá, tenho escutado ótimas críticas quanto ao local.

Acontece que uma das sapas desse grupo de anfíbias começou a dar em cima da namorada de um boy hétero que estava lá, o lugar ficou pequeno e uma briga coletiva se iniciou. Até porque, a gente sabe como é sapa quando briga, não querem nem saber quem tá errado, já chegam de voadora e garrafa quebrada na mão. A graça está em liberar a testosterona acumulada.

Fujam!

Enfim, provavelmente essa sapa foi expulsa do evento e, puta na paulista, saiu com todas as suas amigas em direção ao ponto de ônibus… Lembrando que esse grupo somava a quantia de 20 fanchas… PENSE no perigo!

No ônibus, todas as vinte pularam a roleta, e o motorista, indignado, se negou a seguir viagem.

Resultado: 20 sapas viradas no Saci pulando amarelinha, quebrando tudo dentro do Transcol!

Obviamente o motorista foi até o Terminal de Vila Velha e chamou a polícia. Aí o bicho pegou, com direito a agressão física, algumas prisões e muito pacote de Sal Globo para conter os ânimos.

Depois falam que o mundo vai acabar esse ano e ninguém acredita nos sinais… quem nunca ouviu falar dessa passagem:

As rãs sugiram no Nilo e em outros volumes de água, vieram do lodo dos pântanos, local onde as águas brotavam. As pragas das rãs infestavam o Egito, adentrando nos cômodos, nas camas, fornos, tigelas, não só das habitações do povo Egípcio, mas também do Faraó e de seus oficiais.

Êxodo 8.1-15

Elas estão só começando…