BOMBA! Alexandre Frota reafirma ter namorado com o Marco Feliciano


Além de já ter povoado o sonho de 10 em cada 10 bicha, Alexandre Frota – muso da G Magazine, ator pornô e poeta – acaba de ganhar todo meu respeito e admiração. Após ter dito no programa Morning Show, da RedeTV!,  que o pastor e deputado Marco Feliciano foi seu namorado por dois anos, esse gostoso reafirmou a revelação, sustentando a versão no programa Sábado Total. Chora:

“Eu conheço como Dumdum!”

Como não amar o Frotinha, gente?! Gosto dele ainda mais agora.

É claro que é mentira e ele só está fazendo isso pra xoxar o Feliciano, mas acima de tudo demonstra o respeito que ele tem pelo público gay que o admira e segue.

Isso é coisa de viado


VEADO-NO-LAGO

O quê?!

Sei que prometi postar amanhã, mas não resisti!

No post anterior eu disse que ia usar o resultado da enquete para fazer esse post. Mas vocês são maravilhosas demais, e o resultado foi melhor do que eu esperava.

As opiniões foram diversas nos comentários, e eu adorei a divisão de pensamentos que se formou:

  • Por um lado, o time das “respeite para ser respeitado”. Afirmam que o rapaz não é gay, que só mostra o quanto o preconceito da sociedade também nos afeta. Preconceito esse que nos faz determinar a homossexualidade do outro sem nem mesmo saber se ele sente atração pelo mesmo sexo;
  • E o outro, o time da pinta. Afirmam que o rapaz é gay sim, porque se comporta da maneira típica que os gays atléticos se comportam: Egocêntricos, exibidos e vaidosos.

Agora, será mesmo que hoje em dia ter um comportamento típico de gay é suficiente para afirmar categoricamente que alguém é homossexual?

Don't

Don’t

man-purpleNós vivemos num momento histórico no qual a sociedade também cobra dos homens que se tenha boa aparência. Claro que não chega nem aos pés do peso que as mulheres devem carregar, mas ainda sim muito maior que no passado.

Por esse motivo, eu acho um retrocesso determinar a sexualidade de alguém se baseando nesses detalhes (salvo em caso de brincadeira ou de pegação em ambiente HT, óbvio).

precPorque fazendo isso estamos alimentando o mesmo separatismo dos homofóbicos, que nos colocam, e tudo aquilo relacionado a nós, como diferentes, alijados da sociedade padrão com o nosso comportamento transgressor.

Quando nós retaliamos esse comportamento num homem hétero, estamos indo de encontro a tudo que pregamos como ideal de sociedade: o fim do preconceito.

E o que é preconceito?

Se “pré” significa “antes”, a gente pode dizer que pré-conceituar é determinar um conceito ANTES de conhecer o que se classifica.

E isso inclui também elogios, como quando você conhece aquela beesha super gente boa e fala que seu santo bateu com o dela, isso é preconceito.

Qué dizê, se a gente julga os héteros quem somos nós para reclamar quando eles nos julgam?

dedaca

heteroEnquanto ser considerado gay ainda for interpretado como uma ofensa para um hétero, nunca vamos conseguir que eles nos respeitem se agirmos da maneira como agimos no post anterior.

Sempre que eles permitem uma abertura para uma relação mais fraternal nós somos os primeiros a apontar o dedo e desconfiar da sexualidade deles.

Sem contar as que alimentam uma paixão secreta pelo hétero só porque no jogo do Flamengo ele deu um abraço nela na hora do gol. E juram de pé junto que o abraço foi com segundas intenções.

Assim não dá! (em todos os sentidos que o “dar” pode adquirir nessa expressão).

Amiga da galera

Amiga da galera

Deveríamos, o quanto antes, aprender com as mulheres. Elas se tocam, falam sobre seus corpos, ficam nuas na frente umas das outras, se comparam e ali edificam uma relação muito mais livre que a nossa, que mal permitimos que um homem hétero seja vaidoso ao ponto de se deixar admirar por outro homem.

E esse separatismo existe até nos elogios! Se um homem é sensível com sua namorada, é viado. Se entende de moda, é viado. Se admira no espelho, é viado. Se manja rola no banheirão, é viado… OPA! Nesse caso é viado mesmo.

Se repara no que os outros vestem, é viado… NÃO!

Aprendam, de uma vez por todas: Coisa de viado é dar o cu, o resto é preconceito.

é a lei

p.s.: Dar o cu foi licença poética, todo mundo aqui sabe que ser homossexual se refere apenas a se atrair pelo mesmo sexo, ponto.

VOCÊ É BUCETEIRO!


BOOM! A galera do Village People descobre que o empresário está dando pinta de hétero e resolve confrontá-lo. Mais uma de se mijar  de rir do “Porta dos Fundos”:

“Tu não é putão?!”

Tá, muito hétero achar que Village People é refenciazona de gay ainda em 2013, podia ser Kazaky, mas é pra ser caricato pra ser engraçadão pra todo mundo. Já cataram que esse Fabio Poechat tem obssessão por esse tema do homoerotismo, de ser currado “sem ele querer”? Gato, tem que ver isso aí no analista, hein?

Me julguem, mas acho esse Gregório Duvivier um pão (gíria idosa pra ficar nesse clima gostoso e retrô dos anos 70)!

Via Babado Certo Group.

Vamos tentar ser compreensivas


Cata a notícia abaixo:

Que gracinha, eu também brincava de boneca quando era criança, me lembro que eu e minha prima (hoje sapatão) trocávamos os brinquedos quando nossas mães não estavam por perto, e quando elas passavam destrocávamos na velocidade da luz, pra ninguém perceber que eu estava brincando de Barbie e ela de carrinho.

Não sejamos como os heterozinhos misóginos, gente! Não há ligação nenhuma entre um menino brincar de boneca e a sua sexualidade… bem, não com ESSE tipo de boneca, néam?

Porque conheço beesha que com 10 já tava schupan … *ALERTA MAGNO MALTA! ALERTA MAGNO MALTA!*

I’m judging you que fazia isso aos 10 anos

Dica do Diego, via Grupo Babado Certo

#Rapidinhas


Tá, essa piada é péssima, por isso eu vou compensar a minha gafe com o vídeo mais genial que já vi na minha vida, como disse o Ah Negão!: Esse cara provavelmente zerou o Youtube!

ps.: Não assista se estiver sob o efeito de drogas alucinógenas

Conseguiu tirar os olhos da tela?

Eu sei que não tem nada a ver com nós gays, mas eu PRECISAVA eternizar essa obra-prima. E pra quem achou uó…:

Você se considera Pão-com-ovo?


Quando a intenção é gongar as bee’s que a gente não gosta, um dos principais xingamentos que usamos é o famigerado “pão-com-ovo”, não é mesmo? Mas o que é isso realmente? Porque eu, nem o Dé, chegamos a um conceito com o qual todas concordem.

Foi por isso que os antropólogos da universidade de Mancheton, em Nárnia, fizeram uma pesquisa com mais de 500 beeshas e dividiram a pão-com-ovice em três vertentes: Dinheiro, Roupa e Comportamento.

Algumas gays disseram que pão-com-ovo é sinônimo de bicha pobre, mas isso não serviria pra Vitorinha, uma vez que aqui só existem 5 famílias realmente reecas, o resto não passa de classe média que se sentem milionárias só porque têm aqué pra pagar a buatchy todo fim de semana.

Outra parcela afirma que pão-com-ovo é sinônimo de bicha mal-vestida. Eu não entendo, uma vez que todas as gays atualmente se vestem muito parecidas, é sempre o combo: Blusa de gola V ou pólo, calça jeans ou xadrez, all star no pé e cabelo assimétrico… aí você vem e me fala: “Ah, Max, mas tem a marca”.

Na Madruga Boladona

Marca? Que marca, garáleo? Foi-se o tempo que era chique usar a logo da marca estampada no peito, hoje é cafonérrimo e só se restringe às marcas de funkeiro boladão. Diante disso, uma blusa da C&A pode ser tão bonita e moderna quanto uma Calvin Klein.

Já o terceiro grupo foi o que mais me convenceu, a pão-com-ovice reside no comportamento, a verdadeira pão-com-ovo não precisa ser necessariamente pintosa, apesar de nesse grupo ser mais evidente a presença delas, basta que ela não tenha a educação típica dos gays comuns. Não entendeu?

Estereótipos nos rondam all the time, a maioria dos gays reclamam deles, mas quem aqui não curte estar numa roda de héteros e ouvir que os gays são inteligentes, educados e comunicativos? Eu adoro!

E eu acho que foi daí que partiu a classificação da pão-com-ovo, que seria a bee que foge desse padrão estabelecido por essa parcela pró-gay da sociedade moderna. Tchypo, são as gays que “estragam tudo” que a gente demorou pra construir de primeira impressão.

Belíssima

A pão-com-ovo é, na maioria das vezes, pintosa e magrinha, mas já vi muitas delas escondidas por baixo de uma pele de Barbie, inclusive, tem Barbie que acha que se encher de músculo vai criar uma barreira 100% eficaz contra qualquer preconceito contra gays e que isso lhe dá o direito de ser estúpida com as colégãns de sexualidade.

É o caso da gay que quando ganha VIP pra ir pra buatchy, compra uma garrafa de Skol beats, pega um táxi na esquina, pára na porta, dá uma de louca bêbada, mas quando chega perto das outras bee’s da fila faz um carão geral, como se a portinha que as outras vão entrar fosse da câmara de gás do Holocausto e ela é uma ariana que está indo visitar Hitler.

É bem comum também que essas bee’s, quando estão com dinheiro, comprem garrafas de Chandão pra tirar foto cas amigas e colocar no Facetruque no outro dia.

Portanto, diante disso, qual VOCÊS acham ser a melhor classificação para Pão-com-ovo, vamosh votar?

Como reconhecer um encubado?


Depois do sucesso do post “Como reconhecer uma lésbica“, e devido aos VÁÁÁRIOS pedidos da versão masculina, resolvi criar uma lista…

Bem, reconhecer uma bee transloucada e feminina é muito fácil, mas e quando a bill não dá pinta (-NOT)? Como fazer para perceber os detalhes que contam pontos para a homossexualidatdchy da gay?

Vamos catalogar juntchêenhas? (Postem mais dicas nos comentários)

1 – Antes de tudo, a premissa INVARIÁVEL: Hip’s don’t lie! Sim, gatas, o rapaz pode ser um boy chucro que coça o saco e cospe no chão, mas ele sempre vai dar uma quebradinha de quadril quando parar de andar (com perninha flexionada).

2- Pescocinho torto nas fotos. Toda gay quando tira foto sorrindo dá uma viradinha “fat family” no pescoço. Não me pergunte o motivo, mas observem pra ver se não estou certa.

3- Síndrome de Jade: As mãos NÃO param de dançar e se remexer no ar. Pode ser andando, falando ou até mesmo lendo um livro, quando ela for passar a página os dedos vão deslocar de tal maneira que por pouco não se considera uma crise de artrite.

3- Com ou sem franja e/ou cabelo comprido, a bill VAI consertar o seu penteado imaginário, ALL THE TIME!

4- Quando se refere a alguém recentemente conhecido (geralmente peguete) refere-se como “a pessoa”. E isso também vale para quando elas falam delas mesmas: “porque eu sou UMA PESSOA assim”, sem nunca determinar o gênero do sujeito, pra poder usar a palavra no feminino.

5- Apresenta namorado como “amigo”

6- Conversa com outros homens usando gírias como “brother, brow, meu, cara, etc”;

7- Sempre quando o assunto parte pro lado da sexualidade, eles dizem: “ah, isso não se discute, cada um é cada um e todo mundo merece respeito”, tentando se esquivar da discussão ou tomar um lado de “militância”.

8- Usam a frase célebre: “O que as pessoas fazem entre 4 paredes não interessa a ninguém”, como se sexualidade fosse resumida a sexo (MELKOO);

9-  Ficam desconfortáveis na presença de gays abertamente assumidos

10- “Não precisa ser bichinha pra ser gay, sou macho e gosto de macho”. Como se ser “bichinha” fosse uma escolha e não uma construção social lenta e complexa.

11- São extremistas. QUANDO podem, e estão bêbadas o suficiente, passam o rodo nas mulheres do rock pra não levantar suspeitas (mal elas sabem que isso só piora a situação, hahaha). Ou, na maioria dos casos, tentam mostrar um romantismo exagerado por meio das redes sociais mais over, por exemplo: Comunidades “Adoro namorar no frio”, “Sou pra casar”, “Chuva, cobertor e um bom livro” e, É CLARO, “Adoro cozinhar”.

12- Solta a franga em momentos inusitados: quando o celular vibra, quando se estressam, quando são assaltadas, quando se assusta com alguém tocando no ombro, quando ouvem algum barulho alto, e inúúúúmeros outros.

13- Falam  que vão pra boate “todo fds” porque gostam de dançar;

14- ao beijar uma mulher, colocam delicadamente a mão no pescoço e a outra mão EXATAMENTE na cintura, nem mais pra cima, nem mais pra baixo;

15- Ah, e por fim, vão pra Move “porque a música é fooooda”.

E antes que vocês digam que você ou seu amiguinho são encubados e não fazem o que está na lista, me poupe, garáleo, isso é o que a MAIORIA faz. Não tenho culpa se a senhora é “sem rótulosh” e não compactua com nada.

Enfim, sou assumidãm e só tenho um recadinho pras encubadas:

Dica e co-confecção com a Ana (sapa também, mas não é a Carolina)