Sou mais a nossa Luiza!


Enquanto a Paraíba se gaba da sua Luzia que foi para o Canadá nos temos a nossa que é o assunto de hoje nas Redes Sociais. Não sabe do que eu estou falando, bebê? Então qüenda o link abaixo:

♥ “TENTOU ACENDER UMA NOTA DE 50 REAIS E LIGAR O CARRO COM UM CANUDINHO!!!” ♥

Hauhauhuahuahuahuahuahuhauhauhauhauhauhauhauhauha.

Sem mais.

O que amar mais? Ela acender um cigarrinho com uma oncinha? Ela fazer a linha Macgyver e tentar ligar o carro com um canudinho? Essa voz e cara de trava? Esses acessórios ryyyycos? Ela dando em cima dos alibã pra liberarem ela SEM carteira e bêbada? Gente, alguém conhece Luiza, eu preciso dar um abraço nela!

No mesmo dia teve um racha e uma briga e um monte de cafuçú foi parar na delegacia. Daí você pergunta: “Dé, mas o que teve em Vitorinha em plana quinta-feira, esses hétero tão tudo doido?”. Gatãm, a Royal Club voltou a funcionar, ou seja, aguarde muitos outras confusões.

Aliás, estavam falando mal de Luiza em um fórum, sabe o que a linda respondeu?!

rs

E no face, Luiza vai virando meme… Reflita:

Yes, voltei!


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Assim foi…

Tudo aconteceu assim, beeshosas. Eu estava com minhas amigas na Praça dos Desejos perguntando que ano era aquele dia. Mirthes queria porque queria ir para a Curva da Jurema, Lylybeth queria algo mais atual e ousada e Shyraika que é mais atacada queria ver o que restou do Final Feliz. Eu disse que não queria nada daquilo. Era dezembro de 2011. Resolvemos ir para o Triângulo, beber e decidir nossos destinos. Sentamos naquele bar e como era um dia de pouco movimento, fomos mais bem atendidas que em farmácia.  Lylybeth sugeriu uma rodada tripla de tequila. Três shots para cada uma sincronizada. No final, bebi as minhas 3 e mais as que restaram de Mirthes e Shyraika! Tudo que vem depois é um mistério!

O vidro do carro era escuro, mas eu percebi que estávamos indo para Bento Ferreira, meu bairro. Pensei que meu fim estava próximo e que ia virar estatística. O porteiro do meu prédio liberou a nossa passagem e ainda me desejou um boa-noite. Ele parecia ser delicioso, mas eu estava tão bêbada que se encontrasse a Dé ia achar a pessoa mais masculina desse universo. Quando entrei no meu ap, uma surpresa: minhas amigas estavam lá dentro com um de preocupadas e acompanhadas de um amigo mafioso, se é que me entendem… O boy disse “não disse que cuidava dela e a deixaria na cama?”. E assim, ele fez. Dormi em segundos…

O sol da tarde entrou no meu quarto de forma que eu não sentia desde quando eu não tinha minhas persianas. Uma dor de cabeça forte, pernas imóveis e boa muito seca. Tentei levantar e cai com tudo de volta na cama. Senti que não estava sozinha e vi um homem lindo com um sorriso maior que aquele sol perguntando se estava tudo bem. Ele me abraçou e desde então nunca mais soltou…

Sim, eu vou dar mais detalhes!!!

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Biocalourada]


Gentchy, acabei de crer que sou imortal, essa última noite me provou isso.

Ultimamente eu não estou postando o BCG porque eles estão cada vez mais pesados e eu tenho medo de acabar com a minha rePUTAção contando pra vocês. Esse eu vou contar porque tem suas partes engraçadas, mas nada que faça vocês me amarem menos.

Saí de casa lá pelas 15 horas e fui em direção à Ufes pra encontrar cá minha amiga sapatão às 16. Até aí tudo bem, fomos pra calourada, enchemos o koo de cerveja, dançamos, demos bafão, mas nada que interessa aconteceu na calourada.

Deu umas 20 horas e eu comecei a ficar tonto, sabe aquela sensação horrorosa de quando você bebeu demais e por mais que você se concentre, a porra do planeta não pára de girar? Pois é, eu tava assim.

Resolvi ir embora porque eu não sou obrigada a servir de assunto pras fofoqueiras da chatuba. Fui pro ponto de ônibus, acontece que eu tava tão chapada que em vez de ir pro ponto em direção à Vila Velha, fui parar em Jacaraípe! E o pior é que eu não tinha nenhuma noção disso, continuei andando pelas ruas achando que estava no Ibes.

Agora que vem a parte terrível da história: Comecei a sentir muito sono, simplesmente DEITEI dentro de uma moita numa pracinha e dormi! Inclusive, quem já dormiu bêbado em lugares inusitados sabe que aquele é sempre O MELHOR sono da vida da gente hahaha.

Não sei por quanto tempo eu dormi, mas de repente uns três caras começaram a tentar me acordar, educadamente, educados até demais, se é que me entendem. Acordei, e eles perguntaram pra onde eu tava indo, respondi que estava indo para Vila Velha, eles começaram a rir e me ofereceram uma carona.

Não tinha muita opção, né, bee’s, aceitei. Entretanto, o único lugar do Brasil onde as pessoas oferecem carona e realmente te levam pra onde você quer, é Viçosa! Óbvio que eles não me levaram pra Vila Velha, fui parar numa casa de praia num lugar que parecia ser aqueles lados de Praia Grande e Nova Almeida, sabe?

Nessa casa tinha bebidas, drogas, umas 4 pessoas, mas a única coisa que eu bati o olho e me joguei foi na cama! E como homem não vale nada, um dos caras achou que eu tivesse ido pra lá com a intenção de dar um cruzo, QUE AUDÁCIA! Eu mal conseguia falar, quem dirá sensualizar pra dar uns pegas em alguém!

Só que eu já tinha dormido um pouco, meu cérebro tava começando a voltar ao normal e eu perguntei onde eu tava, como fazia pra voltar pra casa e tal… o cara veio me falar que só ia me levar pra casa se eu… é… vocês sabem…

Cheguei assim, tava bem, até.

Ah, sem hipocrisia, bebês, tava bêbado, tinha feito a chuca, o cara não era feio, tinha camisinhas na bolsa… não custava nada fazer em troca de uma carona, tem gente que já fez por muito menos hahahah.

Fui chegar em casa às 7 da manhã, sem marcas de violência e totalmente sóbrio… mas sabem aquela sensação de ressaca moral que dá na gente essas horas? Aí vira e mexe a gente pensa no que fez no dia anterior e acorda sobressaltado, com aquele frio na barriga, e a sensação de “porra, tô fodido”!

E vocês, queridas, como se divertiram nesse fim de semana? Fiquei sabendo que o Open Bar da Canal 505 bombou, é verdade?

Hoje é dia de rock, bebê


Cata a linda da Christiane Torloni no Rock in Rio:

Então você, bee leitora do Babado Certo, deve estar pensando, “Ah, ela só tá bêbada, galerãm, quem nunca?”. Mas é aí que você se engana, chegar nesse estágio de serenidade, segundo a Assessora de Christiane, é resultado de uma longa jornada budista:

Viu? Ela fala assim com todo mundo. Vou parafrasear o Te dou um Dado e dizer: “taí uma excelente desculpa para usar a próxima vez que for parado por uma blitz da lei seca, hein? Não tô bêbada não, seu guarda. Sou budista.”

p.s.: O melhor é ela balançando igual aqueles bonequinhos “João Bobo” no começo do vídeo.

Tchynna responde: A bee bebeu e o boy sumiu, e agora?


Olá Beeshosas,

Depois um looooooongo período de férias, a coluna “Tchynna Responde” volta com força total! O esquema continua o meeeesmo: quer me perguntar alguma coisa, desabafar ou fofocar? Manda um e-mail para tchynna@gmail.com ou uma DM no twitter @tchynna. A bee de hoje nos conta uma longa história que se resume em álcool, comfusão e um boy desaparecido. Leiam:

Oi Tchynna, queria aproveitar a sua volta para te mandar uma dúvida. Faz tempo que você não escreve nada na sua coluna e eu estou com uma mini crise existencial. Eu sei que você não é psicóloga, mas confio na sua vivência.  Senta que lá vem história:

Na Festa Comfusão, conheci um menino por acaso e ficamos. Foi muito bom, mas eu tinha bebido demais de não pude aproveitar muito. Nem sei se ele queria mais, já que eu não era o primeiro da noite, mas eu queria. Depois disso mantivemos apenas contato virtual e um dia bêbado (não sou alcoólatra, hahahha) mandei um depoimento para ele no Orkut dizendo que queria pegar ele e beijar a boca dele. Ele me respondeu e disse que a gente podia dar um jeito. Fiquei mega empolgado. Tchynna, não estou apaixonado por ele, mas achei o cara bem interessante. Inteligente, bonitinho, gostosinho e engraçado – é difícil achar isso hoje em dia na noite de Vitórinha. No fim de semana passado, nós meio que marcamos de nos encontrar. Mandei torpedo, liguei para ele e tal. Ele disse que ia me encontrar, mas sumiu. Eu bebi de novo (ok, tenho que maneirar no álcool) e mandei mais depoimentos para ele. Ele me respondeu e disse que mais tarde iria falar comigo. Me mandou beijos e nunca mais apareceu. Eu tentei ligar, mandei torpedo e puxei papo no Messenger. Sim, fui over, mas eu estava BÊBADO!

A minha dúvida é: devo ter entrar em contato com ele mais uma vez e explicar a situação? Eu queria desfazer um possível mal entendido. Vai que o cara me achou meio uma BADA (bicha que ama demais) e fugiu de mim… Eu só queria uns beijinhos, um sexo gostoso e talvez uma conchinha. Sabe, Tchynna, acho que não soube me expressar direito e isso me perturba mais que um possível fora. Não gosto de mal entendido ou coisas pela metade. Fiquei pensando que ele poderia não querer me atender por vários motivos e o único de fato que conclui foram os que eu narrei acima. E agora, Tchynna? Será que ainda tenho chances?

Beijos Henrique

Querido Henrique,

Estou em uma fase beeeem sentimental da minha vida e seu livro e-mail me comoveu. Fico feliz que tudo tenha começado na nossa festinha e é uma pena que não tenha aproveitado mais. Acho que você precisa parar de ficar mandando mensagem bêbado para os outros. Bee, se segura, poe uma senha difícil nas suas redes sociais e fale as coisas de cara limpa como fez agora (ou a senhora escreveu isso bêbada?). O carinha deveria ter sido mais tolerante aos seus rompantes, afinal, parece que ele também te queria mais. Será que ele não teve problemas no dia? Enfim, se eu fosse você começava mandando o link desse post para ele e depois ver a reação. E aí de você se não me contar o final desse bafo! E as beeshosas leitoras, o que acham???

I Kissed and… (continuação)


tô lokka!

tô lokka!

As beeshosas falam que estão passadas como a minha história, vocês não imaginam como eu ainda estou. E para piorar, o Michael Jackson resolve morrer. Beeshas, sempre fui fã dele e da sua gêmea siamesa Janet Jackson. Uma vez até fui numa festa com um enfeite de mamilo que nem o que ela usou. Abafa, abafa, abaaaaafa. Bem, eu sei que as senhoras estão louquíssimas para saber como terminou a história.  Serei breve!

No post anterior eu parei quando as duas me agarram a força e eu não resisti. Pois é, a ruiva parou de me beijar e me puxou para dentro de um reservado. A loura veio atrás meio que tirando satisfação e eu estava vendo a luz piscar, piscar, psicar. Só senti quando a loura deu um empurrão na porta e entrou dentro do reservado. Pronto, eu que nunca fui para dentro de reservado com bofe nenhum ok, nem eu caio nessa lorota estava com duas rachas. Bees, elas tinham várias bocas e línguas. Era uma coisa estranha, mas muito gostosa – não vou mentir né?

hummmmm

hummmmm

O babado foi ficando quente, mais tão quente que o meu otin foi passando. As duas não paravam e quase sairam no tapa para ser primeira a lamber o meu, digamos, clitóris.  Eu já tinha me entregado e resolver viajar nas monas. Minha sainha estava lá em cima e meu cabelo todo desgrenhado. Quando a fumaça começou a sair do reservado a tia bateu na porta e perguntou se tava tudo bem. Elas dizeram que eu estava passando mal – sempre jogam o podre para cima da trava. Daí a tia disse que ia chamar uma enfermeira, as monas ficaram loucas e dizeram que não precisavam que estavam saindo.  A ruiva se ajeitou e saiu na frente. A loura ainda abusou uns minutinhos e saiu em seguinda.

E vc, Tchynna? Eu fiquei lá, sentada no vaso sem entender nada. O que tinha acontecido era surreal demais para minha cabeça. Devo ter ficado horas cinco minutos lá, me sentindo a estátua de Rodin. Do nada ouvi a voz de uma amiga minha perguntando se a tia tinha visto alguém como minhas característica lá (gostosa, boazuda, turbinada e com um micro-saia). A tia disse que eu estava passando mal e a minha amiga veio ver. Abriu a porta e me ajudou a me recompor.

Tô onde hein?

Tô onde hein?

Lá fora, na pista, todo mundo queria saber o que tinha acontecido. Eu expliquei e falaram que eu estava de zoação. Eu disse que não, que jamais ia inventar uma coisa que pudesse afetar minha fama de pegadora de cafuçus e afins. Começaram a me chamar de dyke, que iam voltar para casa no meu caminhão e se eu tinha carpete na língua. Achei uó! mas, quando me perguntaram se eu tinha gostado, respondi: A-mey!

p.s.: não sou lésbica. tenho várias amigaaaas que são. vou aos sapagodes da vida. jogo sinuca. maaaaas, ainda sou uma travesti heterossexual. e não se fala mais nisso!