Polêmica nos banheiros da Antimofo


Não somos tão diferentes assim

Não somos tão diferentes assim

Aconteceu no Grupo Antimofo, no Facebook. Cata a opinião de um cliente do Celebration:

banheiro

travaFaz um tempo que não vou às festas da Antimofo, mas todas as vezes que ia nunca fui impedido de usar o banheiro que me desse na telha. Não sei se sempre foi assim, se a permissão só valia para mim ou se aconteceram incidentes para essa nova política tão agressiva.

É, antes de dar minha opinião, é importante ressaltar que a Antimofo, apesar de ter como maioria do seu público os LGBT’s, ainda não é uma produtora voltada para eventos gays, são apenas gay friendly. Ou seja, o número de gays é maior, mas as festas não são feitas só para esse público.

uniPorém, vale lembrar que mesmo em boates gays o número de heterossexuais é bastante parecido, basta ir à Move Music para observar como os héteros invadem a balada.

Eu acho essa mistura uma delícia e simboliza uma grande evolução dos jovens no quesito aceitação das diferenças.

Quando você vai à Move Music, mesmo com o número elevado de heterossexuais, há dois banheiros unissex, e nunca presenciei ou ouvi falar de problema algum relacionado a essa política.

Às vezes parece que os héteros imaginam um banheiro unissex assim:

unisssex

Por outro lado, a presença de um público tão diversificado e alternativo pode também ser um perigo para a harmonia da festa, uma vez que o número de pessoas com diferentes estilos, ideologias e comportamentos é muito maior nas festas da Antimofo em relação à Move Music, que possui um público muito mais padronizado.

“Que tipo de perigo, Max?”

anigif

Leia uma história lamentável que aconteceu em São Paulo num dos redutos mais famosos entre os hipsters, a Rua Augusta, clicando AQUI.

machismoDe uma coisa não há dúvida: os banheiros separados são uma forma da sociedade admitir que, devido à criação machista que recebem, homens não podem estar no mesmo ambiente com mulheres seminuas, sem que isso os faça sentir uma vontade incontrolável de espiá-las ou abusar sexualmente delas.

Por esse motivo, somente boates gays têm banheiros unissex, porque não se espera esse comportamento de homens gays, entenderam?

E tudo isso é mascarado pela falsa justificativa de individualidade dos sexos. Merda nenhuma, banheiro você vai pra mijar, não pra sentar numa roda de discussão do Saia Justa, na GNT.

Doeu o que eu falei? Doeu, né? Se você discorda, dá uma olhada numa propaganda de cerveja clicando AQUI, e depois a gente conversa.

Diante dos dois pontos de vista acima, será que é necessário manter essa separação de gêneros nos banheiros do Celebration? Vamos fazer uma enquete pra saber o que o público acha disso?

Kooriosidades – Na Cama com Max [Tema: Pegação no Banheirão]


Seria engraçado se não fosse trágico. A Bee Bombadãm é uma comentadora conhecida no Babado Certo, além de já ter aparecido por aqui contando sua parafilia por heterozinhos.

Pois então, dessa vez ela foi longe demais, vamos ler o que ela tem pra dizer? (O texto é um pouco longo e as frases em negrito são os comentários da Max)

Oi Max. Ai, tô aqui em casa desesperado, olha o que me aconteceu: Bem resumido. (Imagine se tivesse contado com detalhes)

Estava eu no banheiro do terminal da cidade em que eu faço faculdade. Aí um cafuçu deu umas olhadinhas e eu, que nunca tinha feito banheirón, resolvi fazer. Fui lá, entrei, e o cara entrou também.

Não deu 1 minuto e 3 guardas bateram na porta! Quase fui espancada por um deles! Aí eu falei pra um deles: deixe eu ir embora, cara, eu sou professor, não posso me expor (Claro, claro, banheirão de terminal é o local mais discreto do mundo). Enquanto isso, uma bixinha breguinha olhava tudo do espelho e o outro guarda gritava (Aposto que era uma leitora do Babado Certo doidinha pra saber de tudo e me mandar depois).

O mais bonzinho falou pra mim: “Cara, olha pra você e olha pra esse esculachado” (porque o cara era cafuçu e tava de chinelo e eu toda linda mas enfim, o que ele quis dizer é, como você desse jeito foi fazer isso com esse tipo de pessoa. (hahahaha, passam-se os posts, e ela não perde essa humildade deliciosa dela)

Aí o mais bravo disse: “Some daqui!”. Max, eu sai vazada e fui pegar um outro ônibus, porque eu tinha um encontro com um boy magia em outra cidade, enfim… (Enfim não, você já tinha neca preparada pra schupar e ainda foi parar no banheiro com outro? Que megalomania é essa, beesha?!)

…eu nunca passei tanta vergonha na minha vida. Nunca fiz isso num banheiro,  e olha o que deu. E o cara falava: “Eu subi no outro banheiro eu vi ele de pau duro e você chupando” (Você parou pra bater papo sobre o assunto?).

Ai, Max, que vergonhaaaaa (vergonha de quê, bee? 90% das gays daquele terminal dariam um braço pra estar no seu lugar). Saí vazada quase chorando. Ainda bem que não vi ninguém de conhecido, nenhum aluno, nada. Imagine! Bom, claro que NUNCA MAIS vou fazer isso, nunca mesmo (Falo isso toda vez que acordo de ressaca). 

Mas o que eu preciso da sua ajuda é o seguinte: o boquete foi rapidinho e o cara era meio alternativo, pra ser bonzinho, mas tava limpinho e tal (Se o policial hétero de gongou, querida, não adianta tentar contornar: barangou).

Aí, enquanto eu fazia o boquete (nos 1 minuto kkk), eu senti que ele ia gozar, eu senti uma coisinha estranha e nao era o liquido pré-semem, já praticamente era o sêmem. Mas ele não gozou, e eu cuspi tudo fora e nessa hora que os policiais chegaram…

Se ele não gozou, e não era o líquido pré-ejaculatório, o que saiu do pau dele? Mingau Mococa?

Max, você acha que tem algum procedimento que eu deveria fazer pra evitar possivelmente alguma doença? Esse negócio de 48 horas. Eu li na Internet e é pra caso de estupro, no meu caso como eu faço? Vou na unidade de saúde e converso com um médico? Eu sei que eu sou muito encanado. Porque ele NÃO CHEGOU A GOZAR, mas eu senti um gostinho e, nossa, eu nem durmo agora.

Ai Max o que vc acha que eu devo fazer? Ou como não foi estupro não há nada pra fazer?

E aí ele fala alguns detalhes do encontro dele com o o boy da outra cidade, mas aí já foge do tema.

Então, eu acho que o maior perigo de se fazer boquete no terminal é o PRÓPRIO banheiro do terminal. Já disse num post que banheiro de terminal pra mim é uma grande casa de adoção para vírus sem lar, basta você ajoelhar pra schupar o boy que aquelas bactérias comedoras de carne humana começam a devorar suas articulações.

Mas falando sério agora, sobre o perigo de ter pegado alguma doença fazendo boquete, as chances do HIV são pequenas (como já disse no post sobre DST’s).

Um banho de Natura Ekos resolve o problema

Entretanto, todo cuidado é pouco! Ainda mais no seu caso, né, bill? Encontra um cara todo cagado no terminal, mal sabendo em quantos troncos de bananeira ele já enfiou a neca, e simplesmente chupa como se ele lavasse a pica com Dermacyd?

Errou feio, e por isso o SUS não vai te garantir o direito de tomar o medicamento preventivo de graça. Esses anti-retrovirais são caríssimos e, se mal tem coquetel pra quem é soropositivo, imagine se fossem distribuir remédio pra todo mundo que fez sexo desprotegido? Não dá certo, né?

Mas há um lado bom, o boquete foi por menos de um minuto, e como ele não gozou, não deu tempo de ter algum contato com sangue ou fluidos corporais… mas é claro, sempre há uma chance, vale fazer o exame daqui a três meses.

Isso eu estou falando do HIV, tem uma série de outras doenças que você poderia pegar schupando os outros, ainda mais um de aparência pouco higiênica, não se esqueça que o HPV tá aí, mona. E verruga, quando não é de pérolas como na montação da Lady Gaga, não é nada bonito.

Enfim, tenho uma dúvida: como assim ele já ia gozar com menos de 60 SEGUNDOS de boquete? Você esqueceu de passar o Corega e tirou a dentadura na hora de chupar?

Tá com um dilema de natureza sexual, social ou médica? Mande sua dúvida para max_babadocerto@hotmail.com, e a Max consultará os universitários para tentar resolver o seu problema.

SENAS da noite capixaba #4


No dia daquele dilúvio, vejam bem, no dia do dilúvio, estava eu no terminal e fui ao banheirón fazer um pipis, sacumé, né? Cervejinha e pepis são inevitáveis.

Chegando lá, tô descarregando todo aquele líquido pela minha necona linda (muah!) quando reparo no mictório ao lado um homem lindo, e quando eu falo lindo é lindo meshmo. Sabe aqueles caras grisalhos, mas com face máscula e jovem, tipo William Bonner? Então, era assim. Dei só aquela olhada assim meio de lado, meio d’isgay. Fiquei bege quando vi que o cafuçú já estava de MALA PRONTA! E era uma suuuuuper mala (e não é papo de fim de semana de beesha, não). Fiquei ali, fazendo a discreta olhando só de soslaio.  A beesha começou a se exibir pra mim, pode? Virou a neca em minha direção e começou a se masturbar. Apesar de estar passado por dentro e com a boca seca, mantive meu ar de eterno blasé. Estava um pouco assustado, pois eu ouvia barulhos vindos dos reservados e das torneiras indicando que havia mais alguém no banheiro. Fiquei ali naquele clima de excitação e pânico… TOLO! De repende, não mais que de repente, surge do nada uma passiva feia e gorda e voa de boca na neca do cafuçu!!! E eu? Fiquei assim ó:

Sim, beesha, ali mesmo na área do mictório, qualquer um poderia chegar e ver a “sena”. E as duas safadas ainda ficaram sensualizando, como que me chamando pra participar. Constrangida, fiz um bom carão e fui saindo. Antes de atravessar a porta, ainda pude ver a expressão do cafuçú de “Pô, bee, vai cagar no maiô agora?!”

Professional pegation


Encontrei com uma bee amiga minha no Trashcol e ela me contou uma que me deixou treeeeege. Ela disse que estava no banheiro do terminal e lá tinha um cafuçu de mala pronta e tal. Ela olhou porque, segundo ela, ela não está morta. Para sua surpresa, o bophe abriu a carteira, sacou um cartãozinho artesanal e deu pra ela. Quando ela me contou eu morriiii e logo perguntei se, pelo menos, ele era do bem. “Pior que não”, falou chateada. E como falou que não ligaria eu pedi o cartão pra mostrar pra vocês que se acham tãããão perigosas. Qüenda:

Not!

Pegation fail


(Na verdade, esse post começou a ser escrito em 26/10, mas só terminei hoje, por preguiça).

Dia desses, fui no banheiro do terminal para fazer shee-shee. Cheguei lá percebi que tava um movimento estranho, umas coisas assim… sexuais. Umas bees sonsas, sonsas.

Primeiro tinha uma loka de quatro na pia fingindo que olhava seu reflexo na torneirinha para pentear o cabelo. Gente, a beesha molhava tanto o cabelo que ele estava completamente empapado! Tanto que grossas gotas d’água escorriam-lhe pelo rosto. Fiquei me perguntando: será que ela realmente acha que está disfarçando algo? Essas bees modernas não sabem nada da vida.

"Encara?!"

Fui pro mictório e uma outra bee que era aparentemente bonita já veio se aproximando. “Iiiiiiiiih!”, pensei, desviando o olhar. Olhei para o meu próprio pênis, para a parede, para o teto… Quando percebi a bee já estava no mictório do lado. Menina, quando ela me olhou quase infartei! Minha vontade mesmo era sair correndo gritando: “Não coma, meu cérebro!”.  O cara tinha o rosto meio deformado e seus lábios estavam tão intensamente ressecados que sangravam e a beezarra ainda os lambia “sensualmente”. Guardei meu enorme membro dentro da cueca e sai correndo empurrando as bees todas – sim, muitas. Mas antes lavei a mão, juro!

Poxa, eu que só entrei para fazer um xixizinho… Brinks!

Pedro de tempos atrás


Sou uma negação para o método da pegação. Hoje falo isso sem a07241190 vergonha de outros tempos, sem o receio dos amigos condenando ou diminuindo a minha postura homossexual.
Esclarecendo que a palavra pegação aqui esta no sentido Final Feliz e “banheirão” de ser: Encontro de grande apelo sexual entre dois homens, sem beijos ou caricias intimas, com intuito de rápida satisfação do desejo e uma gozada rápida.
Certa vez estava no banheiro de um terminal limpando uma mancha de chocolate na camisa, quando senti que a porta do reservado estava entreaberta e um carinha lindo me observava, e fazia uma hilária cara de sedução. Segurando o riso pela expressão facial do meu sedutor do sistema transcol, e movido pelo desejo no corpo do rapaz, entrei no reservado sem pensar muito.
Minha experiência era tão pouca nesse ramo do prazer que, acreditem, tentei puxar uma conversa em um banheiro de terminal. Meu amigo era mudo, ou me achou um viado chato, e continuou fazendo cara de ator pornô em começo de carreira sem emitir sons.
Sem saber para onde correr aproximei a minha boca junto da dele. Dei sorte de não ter fechado os olhos, porque o desgraçado virou a cara e fez cara de espanto.
Discretamente me recompus do mal entendido, e sem mais cara de pau para continuar ali, perguntei: “Você não beija não?”
Negativa com a cabeça e uma mão que foi até meu pau, que nesse momento já nem precisava disso para demonstrar alegria, ele falou pela primeira vez: “Pô cara, beijar eu não curto não, posso ti chupar!”
banheiroFalando isso o amigo não perdeu tempo. Abriu a minha calça e já ia me mostrar o que Vanessão ganhou debaixo do pé de árvore. Quando… vozes moralistas, de certa forma virgem, na minha cabeça explodiam em discursos,  e só tive uma ação. Levantei o cara, fechei a braguilha, respirei para tentar me convencer que estava certo, e disse: “Desculpa, não entendo uma pessoa que não me beija na boca e quer chupar meu pau!”
Abri o boxe e fui pegar o primeiro ônibus que apareceu na frente. Passei a viagem toda me sentindo péssimo pela oportunidade perdida.
E claro que quando contei para os amigos, a lição foi: Escrever várias vezes no caderno – Nunca devo negar que me paguem um cat!
Hoje, mesmo que não seja o mais corajoso no quesito “pegação”, uma lição foi aprendida – NUNCA DEVO NEGAR QUE ME PAGUEM UM CAT!