O que você acha de mulheres pagarem menos na balada?


Eu tentando enganar pra pagar menos na balada hétero

Todo mundo já ouviu falar da promoção: “homens pagam 30 e mulheres pagam 20”.

Há quem diga que isso é um reflexo da diferença de salários entre homens e mulheres, que é uma tentativa de atrair mais homens para o local, que é porque mulheres bebem menos, ou que é apenas uma jogada de marketing. E mesmo sendo jogada de marketing, não quer dizer que não seja machista, uma coisa não exclui a outra, certo?

A gente sabe que 10 reais não influenciam nos crimes cometidos contra a mulher e muito menos a igualdade dos preços faria com que as que já iriam pagando menos deixassem de ir.

Bebo menos

Entretanto, a mudança de pequenas práticas claramente discriminatórias já é uma demonstração de que pelo menos aquele evento não faz uso de táticas machistas de mercado para angariar participantes.

É uma mudança 100% ideológica, afinal, se os preços fossem iguais, o rock daria a impressão de ser como outro qualquer, mas com divisão sexual de preços a impressão é totalmente diferente, porque no fundo todo mundo sabe a real intenção disso.

Capetalismo

A diferenciação de preço pelo sexo tem a intenção clara de dar a impressão de que terá mais mulheres para que mais homens resolvam ir ao evento. Como se o evento fosse baseado na vontade do homem e as mulheres ali não seriam o público-alvo da festa, estariam sendo embriagadas para servir como entretenimento para esses homens que foram pra lá após perceberem a “inocente” tática capitalista.

Acontece que muitas mulheres se sentem confortáveis nessa situação, por pagarem menos e terem suas promoções de bebida grátis, sob o argumento de que bêbadas ou não, elas só pegariam se quisessem. Não é essa a discussão, é perceber que o machismo nem sempre é diretamente prejudicial, ou causa danos à mulher, mas que a maioria das práticas machistas são como essas, vestidas de pele de cordeiro.

Capitalismo + Machismo, taí a Sheila que não me deixa mentir

Obviamente, 10 reais não mudaria nada na quantidade de mulheres, já admitimos isso lá em cima, a maioria está cagando pra isso. Eu estou falando das pessoas que deixariam de ir por terem conhecimento do que esse tipo de festa tem em mente, daí eu incluo homens e mulheres feministas, gays e lésbicas.

Essas pessoas deixariam de ir ao evento, e se a intenção de toda festa é atrair o maior número de pessoas, essa nunca será a melhor maneira de começar. Basta observar a diversidade de grupos numa festa alternativa (que não divide preço por sexo) para uma festa que promove essa prática. É gritante que o primeiro atrai uma quantidade infinitamente maior de pessoas diversas.

Vale lembrar que em algumas boates gays também existe essa diferença de preço, na The Week de São Paulo, por exemplo, homens pagam 50 e mulheres 70 reais, isso seria uma jogada de marketing sem machismo? Afinal, a boate é praticamente toda voltada pro público gay masculino.

O que vocês acham? Vamos votar?

Entre o velho rico triste e o jovem mendigo alegre


Andando pela orla de Itaparica conversando com um amigo falávamos sobre a questão homossexual e a relação com a estabilidade/ instabilidade financeira. Ele me dizia da crise que passava uma bee amiga dele, que é mais velha, e que reclamava como os amigos dela, que são héteros e tem família, conquistaram muitas posses como casa e carro e ela não tinha “nada”. É claro que para ter tudo isso o amigo da bee deve ter poupado e para tanto se privado de uma série de coisas como saídas aos finais de semana, viagens, roupas e etc. Entretanto, gastar todas as suas economias de forma hedônica não é, ao meu ver, uma regra entre os gays, já que muitos também são extremamente perfeccionista e econômicos, é quase aquela coisa dos ‘8 ou 80’.

Vivemos entre duas filosofias – que seriam mais máximas, aliás – que nos regem no que tangem a questão financeira: ou “a vida é uma só, só se é jovem uma vez” ou “não se é jovem para sempre“, sendo que a primeira prega justamente o hedonismo e gastar ao máximo pois não faria sentido juntar dinheiro para a velhice quando em tese não seria mais necessário ter dinheiro pois a pouco a se aproveitar, e esta que prega justamente o oposto a necesssidade de guardar dinheiro para adquirir bens e ter uma vida mais tranquila. Enfim, a velha metáfoga da cigarra e da formiga, néam?

Eu mesmo por mais que queira poupar sofro sempre com isso, porque no fim do mês estou sempre pobríssimo. Eu meio que gostaria de ter a segunda filosofia, mas acabo mesmo é vivendo a primeira.

E vocês, como lidam com esta questão?

Tequila na Move, ay caramba!


Adooro

Adooro

Affe, finalmente me recuperei do fim de semana. Beeshosas, fazia tempo que eu não me jogava tanto. O ápice foi no sábado. Uns amigos meus vieram aqui em casa e começamos a beber. O otin subiu e no começo da noite, eu já estava daquele jeito! As beeshas inventaram que queriam ir na Move onde ia acontecer a Tequila’s Party. Os gogos boys iam distribuir a bebida mexicana a noite toda.  Resolvi que ia ficar em casa, mas ia pedir para Cacaw por o nome das fervidas na lista. Liguei pra bonita e ela foi hiper, super e tudo de simpática comigo. Como estava tarde não dava para por o nome na lista, mas era só pegar consumação com elas. Nota 10 pra Cacaw! Como eu sei que as beeshas bebem muito, vi que ia dar no mesmo. Minha memória ainda está em flashs. Não sei como, mas do nada eu estava passando pela 3ª ponte e falando com o Dé ao telefone. Aquela beesha é surda e tava colocadérrima. Não entendia nada e eu me sentia a Maysa num dia de vento.

Beeshoosas, não lembro como, mas horas depois eu tava na porta da Move Music. Só tive tempo de dar um retoque na sombra e ajeitar o picumã! Desci linda do carro (o dono do Palio branco por favor se identifique). Eu estava com a produção básica. Calça jeans, blusinha branca e bota preta. Dei um alo pra trava linda que fica na porta e me joguei na Buatchy.  As minhas beeshas amigas já estava colocadérrimas. Eu sumi no queijo e fui até o chão com Rihanna. Lá de cima vi váaaaaaaaaaaaaarios leitores queridos do Babado Certo. O Layon Stefanelly estava poderosa com uma produção fashionista. Bill, eu quero aquele seu cachecol emprestado para quando eu for pra Iúna! Mandei um boy-torpedo pro Ricardo Soares. Sim, eu mandei um boy escandalo dar um recado pra beesha. Álias, preparem-se que vou fazer mais isso na noite!

Lindassssssss

Lindassssssss

Os gogos apareceram e eu tive que descer do queijo – não pode ficar duas pessoas em cima de um, que uó. Eram dois, uma era delicioso. Peguei na neca, na bunda, na perna, no peito e nos braços daquele bofe. O outro gogo era mais forte, mas além de carudo não era muito bonito. Os dois precisam se soltar mais. Outra dica pros gatos: usem cuecas mais bonitas. Corta a onda quando vocês tiram as calças e a cueca é da C&A ou com uma estampa duvidosa. Minha notas: 8 (pro gogo simpatico) e 4 (pro outro que tinha estrelas tatuadas). Ainda bem que eles enchiam a gente de tequila! Adooro muito.

Fui no banheiro e as viciosas estavam amontoadas lá. Ai, detesto bichas sem noção em banheiro. Estava depenando um HT sem camisa que se achava o gostoso da parada. Nota 2 para elas, e zero para eles! Uma amiga reclamou que as cabines do banheiro feminino são muito apertadas. Eu sou enorme e nunca tive problema. Mas, ela pediu para dar o recado. Eu nunca falei mais acho uma graça aqueles desenhos nos azuleijos dos banheiros. E para quem gosta de saber, os banheiros estavam limpos e não faltou nada lá. Assim é bom.

quero muitos desse!

quero muitos desse!

Fui pegar mais um drink e uma beesha passou na minha frente pedindo uma Ice. Amooores, ninguém merece Ice barata. Não, não, não! A beesha furou a minha vez, mas ela pagou R$ 7 e merece uma ice de marca boa em garrafa de vidro. Mesmo sendo a mais cara, o lucro fica em mais de 100%. Tá dada a dica. Outra coisa, os barmans são uns fofos, mas sempre tem um que faz o antipático. Isso não é legal. O bar é uma dor de cabeça porque é lá que as colocadas vão fazer barraco, se o barman não tem jogo de cintura e ainda por cima provoca, tudo só fica pior.

Ameeeei a seleção das músicas. Os dj’s arrasaram e nem uma passagem mal feita no som comprometeu a noite. Eles pareciam estar se divertindo e isso dá uma energia ótima para pista. Tocaram várias novidades também, o que dá uma cara de boate antenada. Achei que o público estava bem misturado. Não senti nenhuma diferença da última vez que eu fui (quando ainda era com a outra equipe).   Tinham vários Hts? Sim. Tinham as mortadelas? Sim, e com ki-suco. Os bombados? Também, mas confesso que eles estão ficando menso sarados. Amoores, antes de tirarem a camisa tenham certeza que o peitoral e a barriguinha tá no ponto. Barbies wannabe, não gosto. Prefiro as ursas! Amei uma mini bessha que subiu no queijo. Volta e meia, uma mais colocada também subia e a gente passava a mão.

Finalizando. Gostei muito da energia da boate. Estou louca para ver depois da reforma. Só não entendo por que tem essa divisão de com e sem pulseiras. Deixa todo mundo descer e subir a vontade. E tirem aquele cercado lá em cima também. O bom é todo mundo misturado e sem separações.  Não conheci os outros promoteres, só vi o Paulo uma hora se divertindo horrores, dando muita pinta. Nota final para a balada: 8,5! Tenho certeza que na próxima vez a nota será bem maior.

obs: quem é aquele bofe escandalo que estava de bermuda e sem camisa na área vip? ele era branquinho e tinha cabelo curto arrepiado (assim como todos os meus pêlos quando o vi). Escandalo! Já quero!

up date: não deixem de ver o vídeo!