Eles estão se reproduzindo como um vírus!


Faz um tempo que dois leitores me mandaram dois sites que copiavam postagens do Babado Certo. Até aí tudo bem, a internet é isso mesmo, um roubando as ideias do outro. O primeiro foi o Acidez Mental, que copiou o post sobre gays no Facebook, mas foi uma gracinha ao explicar a situação.

Depois foi um site absurdo chamado Kelly Gay, o qual quase inteiro é de posts do blog, sem mudar nem mesmo nossos gifs. Postou até posts inteiros do Kooriosidades, acreditam?

Aí fui falar com ela sobre a importância de se dizer a fonte, a gay simplesmente cagou na minha cabeça e tirou os posts. Entretanto, tirou só os do Kooriosidades, todo o resto ela deixou lá. Por exemplo:

Igualzinho o post do Justin Bieber, clica AQUI pra ver, beesha.

Chocante, né, mas eu nem tava ligando, até que o Dé me mostrou ISSO:

Fez no Paint, vinhádo, NO PAINT! Quando olhei de relance pensei que tinham usado a ferramenta pincel pra escrever esse “Q”.

Bobagem, olha só as matérias deliciosas que eles postam:

Falam da vida dos outros que nem a gente! É tipo uma versão do Babado Certo sem responsabilidade jurídica, nem noção de Gramática.

Detalhe pro comentário do rapaz na próxima foto:

Que metáfora satânica! Como assim óleo queimado não mistura com leite? E o pior, por que cargas d’água alguém misturaria óleo queimado com leite?

Mas, infelizmente, a página parece não agradar muito os leitores estudantes de Letras:

 

Que chato levar esporro de tão exímia escritora (O sujo falando do mal-lavado).

Enfim, a gente sabe que nenhuma cópia é melhor que o original, não é mesmo, Madonna?

Me desculpem leitores que mandaram os links, eu não me lembro do nome de vocês para dar os agradecimentos, mas obrigado de qualquer maneira 😉

Babado, Confusão & Gritaria [De volta a Pontal de Areia]


Fico dois dias fora e acontece uma revolução em Vitorinha? É um motim no blog querendo me transformar em atchyva, é pocket-trava mostrando o koo no Google maps… Nova Almeida foi até interessante, mas vocês não ficaram pra trás!

Antes de começar a contar o que aconteceu na deliciosa Pontal de Areia, tenho que explicar que não estou postando muito porque encontrei um servidor novo de World of Warcraft. Estou jogando 24 horas e mal tô lavando a perereca no final do dia, qué dizê, enquanto não chegar no level máximo, desistam da onipresença virtual da Max.

Enfim, acho importante uma trilha sonora para que vocês entrem no clima de Nova Almeida e da sensação que sentimos quando pegamos o ônibus no caótico Terminal de Jacaraípe.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=2cWZyio-TPs]

Aliás, ele é tipo a rodoviária daquele episódio de Todo Mundo Odeia o Chris, lembram?

Cê tá lá, numa boa, de repente estoura uma manada de dentro de um ônibus com nome de santo ou de jardim, começa uma gritaria, um monte de celular tocando funk, um samba do crioulo doido e… *BOOM*… segundos depois um silêncio sepulcral.

Eu acho assustador, me lembro logo da moda dos arrastões em Coqueiral de Itaparica.

O problema é que esse silêncio só existe pra quem está na fila do ônibus, assim que você entrar no Transcol um satanás vai ligar a caixa de som, e ai de você se reclamar. Fiquei quietíssima lendo meu livro da Agatha Christie.

Chegamos em Nova Almeida, eu e Anwar, e logo fomos pra casa de Ariadna formar o bonde. Reboco retocado e cabelo penteado, fomos encontrar Ministra na praça.

No caminho, eu vou te contar, que calor infernal que faz naquele lugar. Era tão quente, mas tão quente, que a gente tinha que correr de árvore em árvore pra fugir da luz do sol, tipo aquele filme do Vin Diesel, A Batalha de Riddick.

Fomos parar na casa de uma sapa que é casada há 10 anos com outra sapa (lindo, né?), lá bebemos, ficamos loucas e na hora de dormir…

Deitamos eu, Anwar, Bixa Maconheira (sim! Ela estava lá!) e Ministra. Ministra sempre teve um tesão reprimido pelo Anwar, em falar nisso, a bee é abusada ao ponto de ter no celular a música “Vai tomar dormindo“, só pra tocar nessas horas e fazer uma pressão psicológica.

Quando eu penso que todos pegaram no sono, eis que Anwar grita:

“Que porra é essa? Por que é que minha bunda está de fora?”

Todo mundo se mijou de rir, é claro. E Ministra, visivelmente de mala-pronta, vira pra ele SÉRIO e diz:

“Bicha, vira a bunda pra cá que eu quero comer a senhora!

PENSE nisso: Você na cama com o boy, cogitando a possibilidade de dar pra ele e ele, em vez de ser sedutor e masculino, me solta um “Beesha! Vira essa bunda que eu quero comer a senhora”?!

Mas não tem passiva que fique excitada, néam? Logicamente a neca de Anwar murchou que nem uma cabeça de tartaruga, mas nada disso impediu que a Bixa Maconheira, muito faceira, dissesse que “já que Anwar não quer dar, eu quero”.

Muito rápida, Bixa Maconheira, a passívora, logo tratou de colocar seu edi em ação:

E começou a putaria do meu lado, porém dessa vez eu estava acordada e aloprei com as gays gemedeiras.

Tenho minhas razões, da última vez que dormi em Nova Almeida, 4 viados e 3 sapatões treparam quase dentro de mim no quarto de Ariadna. Dizem até que partes íntimas foram esfregadas no meu imaculado corpo.

Desde então não deixo que mais ninguém trepe do meu lado, as duas foram pra dentro do banheiro e, PASMEM, conseguiram quebrar o box da casa da sapa! hahaha.

No outro dia ela comentou que estava quebrado e as duas tiveram a audácia de sugerir que alguém havia quebrado durante o churrasco.

Sobre o outro dia, encontrei MAIS UMA típica “hétera de Nova Almeida”. Ministra jurou de pé junto que ela era HT, mas eu nem vou entrar em detalhes, sabe, vai que é bee, leitora do blog, e das que curtem lançamento de cadeira?

Imagens exclusivas da hétera de Nova Almeida:

Don’t cry for me Vitorinha


Rutinha vai voltar?!

Vou ficar uns dias fora do blog, porque vou viajar.

Tá, não vou pra tão longe, só passarei uns dias ali em Nova Almeida, e voltarei logo na segunda-feira. Vou viajar a negócios, a Ambev me chamou para representar a empresa nos bares da cidade. 😉

Aliás, sem dúvida escreverei um Babado, Confusão & Gritaria, típico da nossa amada Pontal de Areia. Lembram do sucesso que foi o último?

Aí a beesha vem e fala:

Ah, Max, deixa de ser preguiçosa, em Nova Almeida também tem internet!

Dessa vez Max não escapa

Sim, tem, mas ir para Pontal de Areia exige que você se abstenha dos prazeres virtuais e fique focado somente na bucólica pracinha e seu delicioso cheirinho de peixe.

Tenho certeza que Dé e Iza vão manter o blog no mesmo nível durante esse período, pode confiar.

Então estamos conversadas, segunda-feira volto com mais histórias de 5 negões num fusca, Bar da Sônia, pintor boy magia, banguelos “doidos para comer essa boceta” e tudo que envolva a sensualidade do homem Nova Almeidense.

Agora me deixem fazer as malas:

Cadê o cavalheirismo, Braseel?!


Penetrante

Vocês obviamente se lembram do post da promoter do Cam4, não lembram? Pois então, saí ontem da Chica e fui pro Galegão tomar mais umas com os meninos, essa promoter apareceu com um amigo e se sentaram numa mesa próxima.

Até então eu nem sabia quem era e nem olhei diretamente pra cara do sujeito, não troco olhares com quem não conheço, mas parece que ela estava sentada já com o satanás no corpo.

Enfim, saí e fui na direção da esquina. Quando passei pela mesa onde eles estavam um deles fez uma piada que parecia ser comigo (afinal, só falou quando eu passei), eu ri alto e meu cigarro caiu.

Acreditam que, quando eu voltei pra buscar, a gay voou com a cadeira pra cima de mim?! Completamente transtornada, o Baygon falou mais alto. Saí louca gritando “prendam essa delinquente!”.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=9LYsRBEB_iM]

E o pior! Depois que fez a merda e viu que o bar inteiro estava contra ela, começou a dizer que EU mexi com ela enquanto passava. Mas se eu não sabia quem ela era até o momento que me atacou, como isso seria possível? Quanto cinismo!

Dizem as más línguas que no final apareceu o outro “chefe de promotoria” para assistir a cena, porque é desse jeito baixo que essa boate de merda resolve seus problemas. Não me impressiona, devem ter aprendido com os marvãns que frequentam a casa.

UFC, Racismo e Ameaça de Morte na noite de Vitorinha


Olha, vou te contar, nessas horas que eu sinto mais amor por beber em Vila Velha.

Essa semana uma bee estava com sua amiga na Ufes. Enquanto se divertiam com os tóxicos e a música super animada característica do Rock na Ufes, uma gay e inimiga conhecida dessa bee começou a fazer piadas com ela, xoxação básica que todas nós praticamos.

Entretanto, parece que a gay não curtiu e desferiu um comentário racista contra a inimiga, que é negra. E o pau começou a quebrar.

A morena não gostou de ser chamada de “preta” pela bee, não pensou duas vezes e já deitou a gay com uma voadora no nariz! O pau comeu no chão, com direito a plateia e Regina Volpato mediando a discussão.

Enfim, a briga terminou, a suposta racista saiu com o nariz sangrando e amaldiçoando tanto a morena que se ela tiver um filho vai nascer sem perna, só pela energia negativa que recebeu. O grupo se separou.

Aí que eu falo que essas gays de Vitória estão com o nome na boca de Satã… acreditam que enquanto esse barraco acontecia na Ufes outro barraco começava a acontecer também no Celebration?

Uma “moça”, que prefere ser chamada de moça, conversando com as amigas, comentou assim:

“Dinheiro é tudo, né? O homem pode ser o cão de feio, mas se for rico já fica gato”.

Até aí tudo bem, se ao lado não estivesse passando uma perigosa bee que subiu do gueto à realeza, mas não perdeu o gingado da favela. Ela ouviu e perguntou se estavam falando dela. Prontamente recebeu uma resposta negativa, afinal, não se cutuca onça com vara curta, néam?

A perigosa rica não aceitou a resposta e disse que o rapaz estava falando dele sim e que era pra ele calar a boca, sentar e ficar quieto (Adicione olhos de ameaça ao personagem).

E beesha vale alguma coisa? Beesha é debochada, não tem medo do perigo, e por isso soltou:

“Tá bom então, Kelly Key”.

Não sei qual o poder ofensivo que tem uma comparação com a Kelly Key, mas deve ser dos mais cabeludos, porque a perigosa beesha cagou pro artigo 147 do Código Penal, e mandou a real:

“Eu só não faço nada porque eu tô aqui dentro, se eu te pego na rua eu chamo a minha Gangue das Bichas Perigosas de Vitória e te mato!” (Voz de Dadinho é o Caralho, meu nome agora é Zé Pequeno)

SIM, VINHÁDOS! A gay tem gangue, com alcunha e patente! O que eu acho super útil nos dias atuais, é de glamourizar qualquer entrada na buatchy. Segue uma suposta foto da gangue:

Dizem que ela chega nos rocks tipo a Beyoncé com aquelas duas negonas que estão em todos os clipes.

Mas ao ler “Gangue das Perigosas de Vitória” eu só consigo pensar nesse vídeo, que não é uma pérola, e sim um DIAMANTE do Youtube:

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Dia das Mães]


Gatiras, cheguei agora da rua, não tive aula. Mas pudera, viram como está o trânsito em Vitorinha? Tudo alagado, e eu dentro do Transcol me sentindo a Britney Spears no clipe de I’m a Slave 4 U, só que em vez de boy magia, um monte de marvãn, trabalhador braçal e vendedora da Riachuelo.

Sexta-feira fui ao Rock na Ufes, e o rock foi mágico como sempre, aliás, o Rock na Ufes está voltando aos seus bons tempos, só gente agradável, bem vestida e bonita… é… com exceção da “Monstra do Carone”. Nunca falei sobre ela aqui porque pensei que o nível de feiúra dela fosse uma impressão só minha. Mas não, as pessoas inventaram diversos apelidos para o rostinho demoníaco da bee.

Apelidos como Bebê de Rosemary, Corcunda de Notre Dame, Vômito de Sopão da Maggi e até de Alien versus Predador.

Eu chamo de Monstra do Carone porque a vejo toda sexta-feira à noite no supermercado, enquanto eu compro minha Cantina das Trevas habitual. O rosto dela possui uma desproporcionalidade de enlouquecer qualquer um, eu imagino a quantidade de porrada que aquelas pessoas com Transtorno Obssessivo Compulsivo dariam na cara dela, na tentativa de organizar os órgãos daquela face.

Vocês podem estar pensando que eu sou maldosa e muito preconceituosa, mas não digam NADA sem antes ver a Monstra do Carone, qualquer argumento é inválido diante da imagem! E vale lembrar que ela não tem Síndrome de Crouzon pra justificar a peculiaridade dos traços.

Pois bem, o rock correu muito bem, apesar dos sustos que tomava com as bombinhas que os guardas jogavam nos cantos escuros para espantar os crackeiros. No fundo eu estava amando tudo aquilo e me sentindo numa festa de São João. Eis que uma racha hétera começa a dar em cima de mim, me elogiando horrores e passando a mão nas curvas sinUÓsas do meu corpo. Ela disse assim:

– Eu acho que todos os homens héteros deveriam ser como você!

Hahaha! Eu mereço? Imaginem só o pandemônio que seria o planeta se todos os homens usassem as mesmas roupas e maquiagens que eu uso, a Avon seria uma multinacional mais rica que a Nike!

Enfim, voltei acabada, dormi às 7 de manhã de sábado e acordei às 7 da manhã de DOMINGO, pra vocês perceberem o estrago. Fui pra casa da minha tia comemorar o Dia das Mães, mas o Dia das Mães numa família como a minha nunca é um almoço fofinho com as avós e todo mundo indo embora às 5 da tarde.

O pau quebra, a gente bebe mais do que come e o almoço na verdade é uma grande panela de tira-gosto. Às vezes eu penso que não teria como eu ser diferente, o fruto nunca cai muito longe da árvore. No final do dia, já tinha duas tias com os peitos de fora falando da plástica que querem fazer, minha mãe descabelada dançando na boquinha da garrafa e eu vomitando a casa toda igual a menina do Exorcista.

Juro que batizei uns 5 cômodos com uma vomitada só, sou muito exagerada, as pessoas não sabem se tô passando mal ou recebendo algum caboclo.

Caboclo ou não, só digo isso:

E o fim de semana de vocês? Foi gostosinho como o meu ou ficaram em casa coçando a perereca e ouvindo Adele?

Babado, Confusão e Gritaria [Edição Dia do Trabalho…sujo]


Invoquei a carta da Valesca Popozuda

É, meninas, esse feriado me tombou. Fiquei longe do blog por uns dias, mas o Dé e a Izaa, como sempre, levaram muito bem o site.

Sexta-feira fui pro rock na Ufes porque fazia muito tempo que não aparecia lá e, vou te contar, apesar do público estar a mesma gracinha de sempre, ultimamente a quantidade de marvans está muito maior em relação aos anos anteriores. Juro que aquela estradinha na frente do Metrópolis me lembrava os burgos da Idade Média, só faltavam as barraquinhas vendendo plantas, ervas e outras substâncias da medicina alternativa.

Engraçado mesmo foi quando eu estava andando e, de repente, um boy pegou na minha mão e falou: “Oi, tudo bom?”. Como ele aparentava ser mais um hétero me confundindo com uma bissexualzona do hardcore, engrossei a voz e falei: “Oi, como vai você?”.

O rapaz arregalou os dois olhos, e disse: “Ué, porque você tá falando oi comigo? Eu não falei com você!”… enquanto segurava minha mão! hahaha, eu aguento? Dei de as costas e continuei meu rock.

Mas nada demais aconteceu naquele dia, a parte boa vem agora:

Domingo fui num churrasco na casa do meu primo, até aí tudo bem, bebemos como loucas e eu, inocentemente, ainda planejava aparecer no Miss Gay à noite. O problema é que eu não contava com o poder de uma bebida mais diabólica que Big Apple e Cantina das Trevas: O PISCO!

Dizem os estudiosos que é uma “cachaça de uva”, mas eu acho que eles colocaram foi a Pomba-gira engarrafada ali dentro. Viados, quando eu bebi aquilo, incorporei mais demônios que a Emily Rose. E realmente, o nome “pisco” tem tudo a ver com o que acontece com o edi da gente depois de beber a tal bebida chilena.

Às 19 horas me deu um fogo no koo de ir para o Miss Gay, chapada do jeito que tava. Me despedi da minha prima Fonoaudióloga com Mestrado em DJ e subi as escadas do prédio pra começar a me maquiar pra sair. Porém, lá em cima, na frente do espelho, cadê que eu conseguia fazer meu olho preto perfeitamente delineado?

Na minha cabeça eu tava arrasando no Julia Petit lifestyle, terminei, saí do apartamento, que eu olho no espelho do elevador, tava A CARA da menininha do tutorial de maquiagem “elabolada”:

Claro que não fui pro evento, né? Se bem que eu poderia alegar que estava com uma maquiagem vanguardista, que nem as bee’s fashionistas que borram metade da cara com sombra preta e acham que são uma das Angels da Victoria Secret.

Fui pra casa, dormi, e na segunda fui beber no famoso bar de Santa Mônica, é, aquele mesmo que o velhinho queria se casar comigo. Enchemos o caneco, lidamos com mais uns boys exóticos e um bêbado que caiu 37 vezes subindo os dois degraus que tinha na calçada… bêbado esse que foi embora DE BICICLETA e deixou um maço de Derby na mesa do bar.

Vamos combinar que até mesmo o Derby está os olhos da cara, e era óbvio que ele não ia voltar. Então, fiz a Haydeé, joguei minha echarpe na mesinha e levei o Derby pra Chica, linda, sensual e criminosa.

Na Chica, rock vai, rock vem, nos cansamos de ficar na boate, que estava mais lotada de viado que o Cerrado Brasileiro, e partimos para a praia a fim de gastar o álcool antes de chegar em casa.

Sentamos numa das escadinhas, mas um morcego começou a nos atacar. Saímos correndo como desesperadas pela orla e sentamos numa outra escadinha… até que…

Uma voz atrás de mim diz:

– Hey, vocês, aqui!

Max diz:

– Oh meu deus, tem alguém aqui? (enquanto virava lentamente a cabeça)

Avistei um ser amorfo, de peruca torta e meio agachada no chão, ao lado de uma figura masculina com as calças arriadas. O ser amorfo disse:

– Tem como vocês me darem licença pra eu fazer uma coisinha?

Quem não conhece?

Que eu me toquei e as imagens de formaram, BEE’S! O ser amorfo estava agachado pagando um bola-gato pro boy que, com seu pinto totalmente pra fora, olhava pra nossa cara como se estivesse fazendo exame num Urologista, na maior naturalidade!

Saímos todas correndo novamente em direção a Chica, enquanto o ser amorfo voltou a fazer seu trabalho e o boy não esboçou nenhuma reação. Aliás, eu acho que ele era um boneco de cera, não mexia UM MÚSCULO!

Best Friend

O pior é que eu entendo, do jeito que ele estava duro, todo o sangue do corpo estava no pinto, era se mexer e morrer de falta de oxigenação no cérebro.

Confesso que fiquei chocada e ao mesmo tempo tentada a analisar o grau de dureza daquela estrutura, mas vocês entendem, néam? Não é nada pornográfico, era apenas meu instinto de cientista curioso.

MORRI! Rihanna lança clipe para “Where Have You Been”


Riri lançou hoje, 30, o 3º clipe do álbum “Talk That Talk“, para a música babadeiríssima “Where Have You Been“. Sério, gente, vocês também não acham que esta música é a mais foda do álbum? É tipo a nova ‘Only Girl in the Word’.

Vejam, porque o clipe tá bapho! Nele a cantora tá selvagem, tá étnica, tá safadinha, tá caruda, tá diva, enfim, tá Rihanna! Chora safiras azuis africanas, beu abôr:

Ui, ui, ui, Vitorinha, está babado ou não tá?

Via YesPop.

Nada se cria, tudo se copia…


… e por isso, o couro come entre as mais poderosas de Vitória. Parece que tem casa noturna misturando no processador os ingredientes do mesmo shake que uma outra já criou por aqui. Vamos acompanhar…

Antes que as haters encham a bocarra pra falar “Max tá sendo tendenciosa, vamos meter o processo na Max, vamos bater tambor pro cabelo dela cair”, eu vou ensinar uma coisinha pra vocês:

Citação indireta: É a transcrição das ideias do autor consultado, porém usando as suas palavras, ou seja, parafraseando. A ideia expressa continua sendo de autoria do autor que você consultou (o mesmo vale para a citação direta, com a diferença de que nesse caso a escrita do autor deve ser mantida inalterada).

NOTA: No caso raro quando “anônimo” é especificado como o autor, trate-o como um nome real: (Anônimo, 2012). Na lista das referências, use também o anônimo como autor.

Via APA

Estamos conversadas?

Opa, desculpaê

Babado, Confusão & AMEAÇA!


Queridas, estou embasbacada com a Chica! Está mudada, e para melhor! Colocaram piso em toda a área externa, o bar foi posicionado agora em frente à cabine do DJ e o palco foi colocado naquele canto preto onde só ficavam as beeshas Dalits, dançando e bebendo sozinhas.

Quem não foi, perdeu, André K-lçada arrasou demais com os remixes da Whitney, dá uma olhadinha no vídeo:

Maneiro, né?! Mas isso já era de se esperar, a gente conhece a Chica o suficiente pra saber que ela só sai pra fechar negócio. O que eu não esperava foi o seguinte…

O show das drags começou, o primeiro foi (daquela que não se pode falar o nome), dublou I will always love you, BE-LÍS-SI-MA, bati palma, dublei junto e quase chorei.

Depois entrou Jéssica Telles, uma outra drag (Que o álcool não me deixa lembrar o que elas cantaram) e por fim, *BOOM*, a drag que foi a fonte do meu problema… mas não sei o nome dela…

Enfim, ela dublou “It’s not right, but it’s ok“,  e vocês estão pensando: “Foda, Max, deve ter sido arrepiante”…

Dublagem tão boa quanto de novela mexicana

Deveria ter sido se a drag não tivesse interpretado a música errado. “It’s not right, but it’s ok” é uma música de revolta e superação, a mulher foi traída, tá falando tudo na cara do marido! É hora de se rasgar em câmera lenta, não de ficar segurando a barra do vestido e rodando como se estivesse cantando “Vou de Táxi“, da Angélica. Essa música não é pra fazer a bonita em cima do palco, é pra fazer a recuperada, a que deu a volta por cima, e pra isso você precisa rasgar o koo com a unha, no começo, e sorrir no final.

Enfim, olhei pro lado e comentei isso com um pessoal que estava perto de mim, e no meio desse grupo tinha um amigo (agora não mais) e maquiador de duas das drags que estavam lá em cima. Ele começou a dizer “você tá falando mal porque não faz melhor”, “sobe lá e faz melhor”.

Invocação do Exu Maria Navalha

Respondi que fazendo melhor ou não, eu era CLIENTE da casa e tinha TODO o DIREITO de gostar ou não das apresentações, e realmente, o mínimo que uma drag deve saber ao subir no palco é o que a sua música quer dizer, tô certo ou tô correto, gente?!

A gay se exaltou e mandou a seguinte frase: “Ah é? Então só porque você criticou eu vou falar pra (aquela que não se pode falar o nome) onde você mora, pra ela ir na porta da sua casa te dar um pau!”

DESSE JEITO, fiquei com medo, ainda mais com ele sabendo que a drag nunca teve uma boa relação com o blog, pra ele falar alguma coisa no camarim, deixar (aquela que não se pode falar o nome) nervosa e comprar briga a troco de nada, pouco custa.

Mas eu, fina e não habituada com esse comportamento de periferia, fui direto no Magno Procter contar o bafão, ele foi super fofo comigo, me confortou, disse que ia resolver e… tô achando que cabeças vão rolar…

Babado, Confusão e Gritaria [Edição Canal 505]


Eu vou contar pra vocês, não é porque é Open Bar não, mas essas festas de bebida liberada da Canal 505 são as mais divertidas de Vitória! Toda vez que vou lá chego em casa todo sujo, igual aquelas criancinhas da propaganda do Vanish Poder O2. E nós sabemos que quanto mais sujo você chega de um rock, MELHOR ele foi!

Antes de ir pra lá fui beber tequila e jogar PlayStation na casa do meu ex-peguete, e de lá pra casa da minha prima, que mora pertinho do Triângulo. Saí de lá umas 23:30 e marquei com as outras primas de nos encontrarmos no postinho, partimos pra Canal.

Chegamos lá, entramos, as horas se passaram, ficamos bêbadas e eu resolvi ir lá fora, sempre curto dar uma volta lá em cima pra bater um papo com o pessoal gente boa da portaria. Uma bee passou e perguntou o seguinte:

– Max, por que você sempre anda com essa bee de alargador? (falando da Anwar)

– Que bee, gente?

– Essa daí do seu lado!

– Do meu lado? Menine, ela não é bee não, é meu Yorkshire!

Mágico! Anwar saiu possessa e esbravejando que iria se vingar, mas logo voltou, e começamos a subir a ladeirinha de novo, eis que outra bee nos chama:

– Hey, psiu, você que é o Max?

– Sim, sou eu, por quê?

– Ah, ótimo, é com você mesmo que eu quero reclamar! Cheguei aqui pensando que fosse Open Bar, e quando vejo só tem cerveja, suco gummy e caipirinha?! Cadê as opções de drink?!

– Oi? Mas não é isso que está escrito no flyer?

Uma fotinha da animação do evento

E um basfond se iniciou, mas a promoter, finíííssima, foi lá e logo resolveu todo o babado. Depois fiquei pensando com Anwar:  a gay pagou 35 reais numa festa Open Bar e queria beber o quê? Red Label, Red Bull e Chandão Baby?

Enfim, fomos dançar, e diga-se de passagem, o Dj da área externa arrasa DEMAIS quando toca Ivete, Funk e samba de raíz, porque cerveja, piscina, o canal delicioso jogando aquele ventinho delícia, cheio de coliformes fecais… Tem que ter um samba, tem que ter uma baixaria!

No final da noite as gays se jogaram na piscina, menos eu, porque sou uma mulher bem criada… porra nenhuma, gente, a verdade é que se eu ousasse cair lá dentro, sairia tanto produto tóxico do meu rosto que eles teriam que interditar a piscina com uma plaquinha daquelas escrito “Bioharzard”.

Voltamos pra casa, em casa esqueci de tirar a maquiagem do olho, do rosto, nem tirei a lente, dormi do jeito que cheguei… Resultado: Acordei o satanás! Eu vou ser sincera com vocês, bee’s, pra casar comigo tem que ter muito amor no coração, porque tem dias que eu acordo parecendo aqueles zumbis do Walking Dead, na moral, mamãe acordou mais cedo pra beber água e quase enfartou quando me viu saindo do banheiro.

Só passo um batom e saio

Domingo acordei com fogo na perereca, tinha que sair de qualquer jeito. Marquei com Anwar de bebermos na pracinha de Cogayral, compramos duas Cantinas das Trevas e lá ficamos vendo a vida passar. Me deu vontade de fazer xixi, fomos andando até o postinho, quando chegamos lá, quem a gente encontra? REX & cia.

Já sentamos, bebemos mais, e dali fomos para o 20 Te Cantar, é, aquele karaokê de Gaivotas. Cantei uma musiquinha e fui lá fora fumar, aí que vem o grande bafo.

Perto do banheiro tinha uma mesa com um cara bem mais velho e uma mulher nova, eu, inocentemente, pensei: “ah, que legal, pai e filha bebendo juntos!”.

De repente surgiu uma negona, de umas 7 arrobas, lá no portão, com fogo nas ventas e apertando o passo em direção à mesa do “pai e filha”.

A negona catou a menina pelos cabelos e puxou tanto que eu pensei que fosse arrancar o couro. Derrubou mesa, xingou de vagabunda, piranha, quebrou o casco, e logo todo mundo percebeu: O véio não tava com a filha, mas sim com a AMANTE!

Eu fiquei louca! Já tinha se tornado meu lugar preferido, e ainda começaram a cantar Whitney Houston lá dentro, pronto, me derreti.

Tomamos nosso rumo pra casa do pessoal amigo do Rex, porque o Rex mesmo já tinha vazado há horas. Pegamos um táxi, e dentro do táxi estávamos falando sobre pinto pequeno, que eu achava uma falta de respeito o boy aparecer com o pênis do tamanho de um dedo polegar e tal. O taxista se exaltou e falou: “O homem não é feito pra dar prazer, é feito para se reproduzir”… Silêncio sepulcral, mas como a Max não vale nada, soltou:

– Oi? Só pra se reproduzir? Mas ele sente prazer se reproduzindo, e o prazer da mulher?

– Isso você só pode reclamar com deus.

– Uhum, tá boa, muito machista de sua parte super-valorizar seu orgasmo em detrimento do prazer da mulher, como se ela fosse um depósito de porra.

Mas na verdade mesmo eu queria dizer: “O PAU PEQUENO SE DOEU”.

Bebemos na casa do pessoal e voltamos pra casa… os detalhes sórdidos desse “voltamos pra casa” eu prefiro deixar em off para preservar o pouco de dignidade que me resta em Vitorinha.