Festival de rachas!


Aviso: Pras beeshas vaginofóbicas e que não resistem ao contato visual direto com elas, desaconselho assistirem ao vídeo.

Que vídeo lindo, inspirador, mostra vaginas por um outro ângulo nada sexual, mais humano! Vem assistir comigo:

Amei, amei tanto que na Marcha das Vadias ontem fiz questão de tirar foto com uma vagina gigante e colocar no meu perfil do Facebook, simbolizando todo o meu amor.

Aliás, não só eu, o Dé também, olha:

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Arrasamos, falaí!

p.s.: Eu, depois de ver o vídeo:

[youtube http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=ihSi3VnAO-w]

“SENAS” da noite capixaba #20


Foi um blogayro gay capixaba que viu e me contou. Ele estava num badalado bar de Vitorinha (não gay). As mesas desse bar são muito próximas umas as outras, a tal ponto que uma pessoa fica praticamente sentada com um desconhecido. Acontece que havia por lá uma mesa com três bichinhas beeeeeeem femininas, senhorinhas praticamente. A uma certa hora da madrugada, chegou nesse estabelecimento um grupo de héteros fazendo balburdia, vindos de uma micareta e sentaram na mesa colada com a das gay.

Na hora, eu, quero dizer, ele, o blogayro, pensou “vai dar merda”. Óbvio: começou o bullying, começou a homofobia. O hétero mais metido a macho zombava alto, simulando viadices… As guei nem cu, muito menos fiança pra eles.

“Ela dão bi ãba!”

Só que a racha que estava acompanhando o héterozão brutamontes homofóbico era dazamiga e começou a papear com as homoafetivas e logo logo fizeram amizade e praticamente trocavam calcinhas na mesa. Os outros héteros reprimiam a racha e ela nem aí. Criou uma situação desagradável. O heterozão trocado pela amizade com as beeshas saiu em protesto. As outras rachas falavam pra amapoa-irmã ir lá dar uma assistência pro homenzinho emburradinho dela. Ela não foi. Um outro cafuçú, brother do boy foi lá fora do bar, conversar com ele que estava mordidinho pelo ocorrido e àquela hora chorava, sentindo-se humilhado. No final? Os héteros se foram, putos da vida, e a racha ficou na mesa bebendo e fofocando liiiiiiiiiinda com as guei!!!

Como as gueis ficaram com isso tudo?

Achei digno.

Kooriosidades – Na Cama com Max [Tema: Friendzone]


Antes de qualquer coisa, tenho que explicar minha ausência (de novo): Meu fim de semana foi satânico (só voltei pra casa segunda-feira), minha gata comeu chumbinho, um ex voltou do quinto dos infernos pra me atentar a vida e, pra piorar, eu resolvi upar um Warlock no World of Warcraft.

Qué dizê, tá tudo de pernas pro ar, mas vou tentar ao máximo evitar que isso bloqueie minha criatividade, tá? Não fiquem bravas comigo.

Max é a Margareth Tatcher de Vitorinha, mas até ferro funde quando submetido à alta pressão.

Vamos ao e-mail de hoje, que tem muito a ver com o e-mail da semana passada, mas dessa vez as duas são bee’s. Resolvi postar pra dar uma abordagem diferente:

Assim como a bee iludida que pediu sua ajuda com o caso do amigo hétero, eu também tenho problemas com uma amizade. A diferença é que ele não é hétero, é viado mesmo! O conheci há alguns meses quando marcamos pegação pela internet. Ficamos, e eu acabei me envolvendo mais do que deveria, mas ele não correspondeu o interesse. Disse que gostaria de ser apenas meu amigo, e eu aceitei na boa.

Começamos então aos poucos uma amizade que acabou se tornando bem intensa: atualmente, nos vemos praticamente todos os dias. Se não conseguirmos nos ver, ao menos nos falamos na internet ou por SMS. Ele me conta sobre todos os caras que pega por aí, eu também conto dos meus casos, como qualquer amizade normal entre duas bichas. Até aí, tudo bem.

O que ele não sabe, é que até hoje sou perdidamente apaixonado por ele. E tenho até hoje minhas dúvidas sobre o que ele realmente sente por mim, se é apenas amizade, ou algo mais. Já ficamos algumas vezes depois que decidimos sermos amigos, mas sempre bêbados, no fim da noite, sem pensar.

O que mais me deixa confuso, assim como a bee do amigo hétero, são as demonstrações de carinho, principalmente quando não há ninguem em volta: beijos no rosto, abraços gratuitos, e noites inteiras dormindo de conchinha (sim, abraçadinhos, seminus, às vezes com os rostos colados).

Mas quando isso acontece, eu fico com medo de dar qualquer “investida”, e ele também não passa deste limite. Já percebi que ele tem ciúmes de mim de vez em quando, principalmente se eu fico com algum cara e não conto para ele. Eu também morro de ciúmes, mas tomo cuidado para não demonstrar nada.

Enfim, toda vez que ficamos sozinhos e o “afeto” começa, fico na esperança de rolar algo mais, mas nunca acontece. Se ele fosse hétero eu já teria me conformado e partido para outra, mas nunca pensei que me encontraria nessa situação com uma bicha! O que faço? Como descubro o que essa bicha realmente quer de mim, Max?

Já dizia o profeta: “Não bebereis com beesha amiga, pois quebração de louça é abominável aos olhos de Zeus”. Pederalipse 18:22

Friendzone é uma expressão criada pelos americanos para designar aquela situação na qual você está apaixonado por uma pessoa e essa pessoa quer apenas amizade com você. É muito mais comum em casais de amigos heterossexuais, uma vez que, diferente da gente, a maioria deles é incapaz de continuar uma amizade depois de trepar.

Geralmente a friendzone é determinada pela mulher, ou quem tiver a vagina na relação, isso porque nossa sociedade escrota faz questão de ensinar a mulher a usar a vagina para conseguir bens e favores, em vez de orgasmos.

Mas por mais que vocês se considerem femininas, não são mulheres, e têm kooceta. Por um lado isso é uma bênção, pois mistura todo o desprendimento masculino com a delícia de se poder usar o sexo para conseguir o que quer.

Explicado o que é friendzone, podemos continuar. O fato das beeshas se pegarem quando bêbadas, pelo menos por parte da gay que é o alvo da paixão da outra, não quer dizer necessariamente que exista um interesse sexual ou amoroso.

Posso citar inúmeros casos de amigas bee’s que eu já peguei quando bêbada, e isso não mudou em nada nossa relação. Algumas vezes, inclusive, já dormimos de conchinha também e até já fiz sexo com um deles. Mas bobagem, o segredo é saber separar o que impulsiona nossas atitudes quando estamos bêbados.

Picão preto

Outra coisa é a questão dos ciúmes. Anwar, uma gay amiga minha sobre a qual sempre falo aqui, já deixou bem claro que odeia me ver pegando alguém ou até mesmo presenciar homens me paquerando. Tudo por ciúmes, sim, mas são ciúmes inocentes, de amigo mesmo. Sabe aquele ciúme que o pai tem da filha sair com o namorado?

Esse ciúme do pai, apesar de ter uma gotinha de machismo, é mais uma tentativa de proteger a filha de qualquer mágoa, ou de perdê-la para essa nova relação que dá a ela o que ele não pode dar: PICA.

Por isso, a minha dica é: Se vocês têm uma amizade tão forte, deveriam ter a liberdade de discutir esse assunto.

Você já controlou essa paixão por tempo demais, e saber que ele não sente o mesmo por você só tem a ajudar a tornar essa relação ainda mais forte e baseada numa certeza de que são amigos, em vez daquela dúvida que nunca nos deixa ser 100% livres para confiar no outro.

É melhor sofrer de uma vez só que ficar desconfortável a cada demonstração de afeto ou declaração de amor FRATERNAL.

Entretanto, se a resposta dele for positiva, e a paixão for recíproca… aí você não é menino e sabe bem o que fazer, né, beesha? Já tá escolada na arte de servir um chá de koo concentrado.

Afinal, amor não garante relação e não tem Dráuzio Varella que diga que chá faz mal à saúde (exceto os de cogumelo).

Kooriosidades – Na Cama com Max [Tema: Amizade Hétero x Gay]


Depois as beeshas reclamam que os héteros são preconceituosos e deixam de ser amigos delas quando se assumem, vamos acompanhar:

Hey Max, desculpa te incomodar, é que tenho passado por um probleminha e espero que você possa me dar alguns conselhos.

Em meados do ano passado eu comecei um estágio e conheci um cara, logo de primeira já me interessei nele. Em menos de 2 meses já éramos melhores amigos, desses de sair todo dia depois do serviço, ir no cinema junto todo final de semana e até dormir na casa um do outro.

Antes de tudo queria deixar claro que nós temos uma amizade incrível e que não temos quase nada em comum. Acho que nossa amizade foi por acaso mesmo. Eu então me assumi para ele, e disse que eu estava apaixonado e tal. Ele não acreditou no começo, mas aceitou numa boa. Parece que ficou mais próximo de mim depois que eu me assumi apaixonado por ele.

O problema é que ele se diz hétero, mas demonstra carinhos tão fofos comigo, como por exemplo: mexer no meu cabelo o dia todo, apoia a cabeça dele no meu ombro no cinema, e sempre me defende. Quando não mando sms pra ele, ele reclama, mas ás vezes me ignora. Sei que ainda não desencanei total dele, mas ficar assim também tá me fazendo pior. Me sinto “preso” a ele sendo que nem ao menos somo namorados. Queria tomar uma atitude e gostaria que você me ajudasse. É melhor eu me afastar dele?

PS: Tenho 18 anos, e assumido, porém ninguém percebe que sou gay. Digamos que eu sou um “hetero que gosta de caras”.

Somos todas

Primeiro, não existe hétero que gosta de caras, tsá? Você é tão viado quanto a bichinha poc poc que dança funk na Black House, só não é pintosa, assuma que é gay sem dar segundas explicações que você vai sair simpática e sem ofender ninguém numa roda de amigays.

Agora, a situação da bee. Ela é amiga do cara, assumiu e o rapaz aceitou super de boa a relação dos dois, mantendo a amizade do mesmo jeito, e a gay agora tá alimentando esperanças sobre o boy ser gay só por demonstrar carinho pelo amigo.

Gay amiga de hét… ops, imagem errada

Você tá vendo porque muitos héteros não ficam à vontade sendo amigos de gays? É exatamente devido a essa paranoia da maioria em achar que todo homem hétero que demonstra carinho por outro homem tem a intenção de fazer pegação.

Por outro lado compreendo, isso acontece também em amizade entre homem e mulher héteros, sempre fica aquela tensão sexual no ar diante de demonstrações de afeto. Mas se eles diferenciam tensão sexual e intenção sexual, vocês também podem! Somos superiores GARÁLEO!

Teste de amizade

Eu mesmo tenho vários amigos héteros, todos me abraçam, beijam, fazemos piadas sobre a sexualidade deles, mas não passa disso, porque ambos sabemos que um é vinhádo e o outro é heterozinho, simples, não tem mistério.

Agora, há um problemão aí, a beesha é apaixonada pelo boy, mas nesse caso a culpa não é mais dele em manter os laços de amizade do mesmo jeito, afinal, quem quis continuar a amizade foi a gay.

Qué dizê, essa dica aliás serve pra todas as bee’s que têm amigos héteros, se você tem tesão no cara e não consegue se controlar, não tenha a amizade, afaste-se aos poucos, seja apenas conhecido.

É melhor se separarem como bons ex-amigos que você não se controlar, pegar na neca dele enquanto ele dorme e os dois terminarem como inimigos mortais.

Tá com um dilema de natureza sexual, social ou médica? Mande sua dúvida para max_babadocerto@hotmail.com, e a Max consultará os universitários para tentar resolver o seu problema.

Os encubados e o Dia dos Namorados


O Dia dos Namorados chegou! E eu sei que é estranho logo eu, a solteira mais orgulhosa de Vitorinha, falando disso. Mas esse post não é para fazer um ode ao amor e ao relacionamento sério no Facetruque, deixa isso pra casada da Dé.

Todo ano é a mesma ladainha entre grupo das recalcadas que dizem amar ser solteiras, mas vão passar a terça-feira num bar pé de porco bebendo e reclamando da vida, e do grupo das namorandas, que passam a semana inteira fazendo declaração de amor no Face, mas rodam o koo mais que a saia da Pomba Gira quando um boy dá em cima delas pela Truth Box.

E as encubadas? Elas estão escondidas em Nárnia, mas nem por isso são incapazes de amar. Aliás, são as que mais namoram, afinal, é muito mais seguro ter uma pica na mão que duas te adicionando no Facebook de família.

Por isso, resolvi fazer uma das minhas amadas listas separando em categorias o comportamento delas no Dia dos Namorados, vamosh começar?

Lá vem a preconceituosa da Max

A Solteira: Está quase casada, morando junto e se bobear já adotou o filho do marido ativo, mas no Dia dos Namorados sempre posta que foi dar uma volta no shopping ou comer num restaurante japonês com o “brother”, pra comemorar a solteirice.

A Discretona: Não comenta nada, não comemora nada. Mas pode apostar que durante o dia ela vai postar sobre algum presente que ganhou: “Ganhei uma caixa personalizada da Heineken, irada!”… não se sabe quem deu, quando deu ou porque deu. Só ela acha que ninguém desconfia.

A Alcoólatra: “Vamos beber porque namorar tá foda!”. Vai na fatura do cartão de crédito dela no fim do mês pra ver quantos pseudônimos de motel você vai encontrar. Soube que o do Status é um nome de borracharia.

A Sonsa: Tem o namorado no Face e mil amigos gays em comum. O namorado assumido posta uma foto dela com ele e uma declaração de amor embaixo, mas ela pede pra não marcar, não comenta e finge que não viu, tudo “pra não dar pinta”…

A Alfabética: Faz uma declaração linda, mas toda vez que vai falar o nome da pessoa coloca só a primeira letra do nome: “Te amo muito, B., não sei o que seria da minha vida sem você”. Tsá boa, né?

Já manjei sua rola e cê nem viu, bee!

A Pessoal: Não cita nomes na declaração, mas toda vez que vai falar do namorado, em vez de usar adjetivos e termos no masculino substitui tudo por “a pessoa”. É a mesma que no churrasco da família, quando a tia evangélica pergunta “E as namoradas?”, ela responde: “Estou namorando uma pessoa maravilhosa”.

A Comunicóloga Cineasta: Como todo mundo já desconfia da sexualidade dela por ser da Comunicação Social, ela faz a koolt e posta o curta “Não Quero Voltar Sozinho”, usando o respeito à diversidade para sair pela tangente. Mas mal sabem as amigas que à noite quem procura a bengala do ceguinho é ela.

Je T’aime de cu é rola

A Musical: O mural dela é como se não existisse Dia dos Namorados. Mas todo dia doze, em alguma hora do dia, pode procurar que você vai achar alguma citação de música romântica.

E, por fim, A Hipster: Foto no Instagram de coração recortado em cartolina vermelha, escrito ‘Je T’aime‘ no centro. Dá vontade de dar três tiros no monitor, de ódio desse ‘Je T’aime’.

Já viu alguma coleguinha encubada com esse comportamento? Já viu com algum comportamento que eu ainda não vi? Me conta aí nos comentários!

#Rapidinhas: A solução de seus problemas


Tá preocupada com seu futuro porque não consegue arrumar namorado? Tá com medo de passar o resto da sua vida sozinha criando sete gatos? A Transcarioca tem a solução:

O grande problema é a galera que a gente vê no Transcol nos dias de hoje, né? Tanta gente bonita por dentro que o único que salva é o trocador.

Aliás, eu já falei aqui sobre o quanto eu estou amando essa nova frota de funcionários da Ceturb? Me apaixono a cada viagem, vai chegar um dia que eu vou entrar no Transcol solteira e sair grávida, com um anel de noivado.

Como tratar seu Pau Amigo


A dica de hoje é curtinha, porém, importantíssima!

Ai, como eu amo Open Bar, perder uma festa de bebida liberada me dói o coração tanto quanto dispensar aquele boy que você sempre quis pegar, só porque não fez a chuca.

Na sexta-feira saí de casa às nove porque marquei com um pau amigo de cinco anos. Aliás, a relação de pau amigo é uma das que mais duram, já observaram?

Peguei o pau amigo, fiz o que tinha que fazer e ele deu uma carona pra mim e pro meu amigo (que não é pau porque é paseeva) até o postinho do Triângulo… sou das que gostam de esquentar antes de chegar na festa. Bebemos na frente do Teacher’s Pub e partimos pra Canal 505, que diga-se de passagem, está cada vez melhor.

Todo mundo têm um pau amigo ou um edy amigo, se você for atchyva. Geralmente os paus amigos são aqueles peguetes que fazem sexo muito bem, mas um não sente nada pelo outro além da amizade. O grande segredo dessa relação duradoura é a sinceridade de que um só liga pro outro quando a intenção é trepar com a garantia do orgasmo, uma vez que a possibilidade disso acontecer com desconhecidos é infinitamente menor.

A dica é: NUNCA se apaixone pelo seu pau amigo, ainda mais as passivas, que mais parecem garotinhas virgens toda vez que dão pra alguém. Tão deslumbradas que durante a foda elas já planejam o nome dos dois filhos que vão ter e como será a casa no campo que vão morar quando se casarem. Não faça isso, a relação de pau amigo é uma relação puramente sexual.

Outra coisa, o pau amigo jamais deve ser comprometido. Ele deve ser solteiro, desimpedido e, de preferência, não ter nem mesmo uma paixão secreta por ninguém. Primeiro porque se ele for comprometido, pode sobrar pra senhora, afinal, a piranha nunca é o namorado delas, sempre é a amante. E segundo que fazer sexo com homem que ama outra pessoa é uó, corre o risco dele te usar como step e ficar meloso demais na cama, o que pode confundir sua cabeça ou até mesmo fazer você se apaixonar por ele.

E, por fim, a dica mais importante de todas: Não divida segredos com seu pau amigo, a relação de vocês não pode passar do orgasmo, por isso ele tem o “pau” antes do “amigo”, o pau dele é a única coisa que liga vocês dois. Se passar disso ele vira amigo, se virar amizade vira paixão, se virar paixão vira amor, e você vai ficar mais uma vez correndo atrás de quem não te quer, e de postagem de “não dou valor a quem não me dá” no Facebook todo mundo já está de saco cheio!

Observe a roda-viva abaixo:

Como é a sua relação com seu Pau Amigo?