“SENAS” da noite capixaba #20


Foi um blogayro gay capixaba que viu e me contou. Ele estava num badalado bar de Vitorinha (não gay). As mesas desse bar são muito próximas umas as outras, a tal ponto que uma pessoa fica praticamente sentada com um desconhecido. Acontece que havia por lá uma mesa com três bichinhas beeeeeeem femininas, senhorinhas praticamente. A uma certa hora da madrugada, chegou nesse estabelecimento um grupo de héteros fazendo balburdia, vindos de uma micareta e sentaram na mesa colada com a das gay.

Na hora, eu, quero dizer, ele, o blogayro, pensou “vai dar merda”. Óbvio: começou o bullying, começou a homofobia. O hétero mais metido a macho zombava alto, simulando viadices… As guei nem cu, muito menos fiança pra eles.

“Ela dão bi ãba!”

Só que a racha que estava acompanhando o héterozão brutamontes homofóbico era dazamiga e começou a papear com as homoafetivas e logo logo fizeram amizade e praticamente trocavam calcinhas na mesa. Os outros héteros reprimiam a racha e ela nem aí. Criou uma situação desagradável. O heterozão trocado pela amizade com as beeshas saiu em protesto. As outras rachas falavam pra amapoa-irmã ir lá dar uma assistência pro homenzinho emburradinho dela. Ela não foi. Um outro cafuçú, brother do boy foi lá fora do bar, conversar com ele que estava mordidinho pelo ocorrido e àquela hora chorava, sentindo-se humilhado. No final? Os héteros se foram, putos da vida, e a racha ficou na mesa bebendo e fofocando liiiiiiiiiinda com as guei!!!

Como as gueis ficaram com isso tudo?

Achei digno.

“iRONIC”, vencedor do Show do Gongo Rio 2012


Seu edí está em chamas de vontade de aquendar um boy. Ele pishca tanto que está até mastigando a cueca. A senhora nervosa corre pro Grindr/Scruff/MSN/Facebook/ChatUol doida pra encontrar aquela neca odara pra virar a senhora do avesso. Mas sacumé, nem tudo são flores… O que fazer?

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#xatiada

 

Kooriosidades – Na Cama com Max [Tema: Friendzone]


Antes de qualquer coisa, tenho que explicar minha ausência (de novo): Meu fim de semana foi satânico (só voltei pra casa segunda-feira), minha gata comeu chumbinho, um ex voltou do quinto dos infernos pra me atentar a vida e, pra piorar, eu resolvi upar um Warlock no World of Warcraft.

Qué dizê, tá tudo de pernas pro ar, mas vou tentar ao máximo evitar que isso bloqueie minha criatividade, tá? Não fiquem bravas comigo.

Max é a Margareth Tatcher de Vitorinha, mas até ferro funde quando submetido à alta pressão.

Vamos ao e-mail de hoje, que tem muito a ver com o e-mail da semana passada, mas dessa vez as duas são bee’s. Resolvi postar pra dar uma abordagem diferente:

Assim como a bee iludida que pediu sua ajuda com o caso do amigo hétero, eu também tenho problemas com uma amizade. A diferença é que ele não é hétero, é viado mesmo! O conheci há alguns meses quando marcamos pegação pela internet. Ficamos, e eu acabei me envolvendo mais do que deveria, mas ele não correspondeu o interesse. Disse que gostaria de ser apenas meu amigo, e eu aceitei na boa.

Começamos então aos poucos uma amizade que acabou se tornando bem intensa: atualmente, nos vemos praticamente todos os dias. Se não conseguirmos nos ver, ao menos nos falamos na internet ou por SMS. Ele me conta sobre todos os caras que pega por aí, eu também conto dos meus casos, como qualquer amizade normal entre duas bichas. Até aí, tudo bem.

O que ele não sabe, é que até hoje sou perdidamente apaixonado por ele. E tenho até hoje minhas dúvidas sobre o que ele realmente sente por mim, se é apenas amizade, ou algo mais. Já ficamos algumas vezes depois que decidimos sermos amigos, mas sempre bêbados, no fim da noite, sem pensar.

O que mais me deixa confuso, assim como a bee do amigo hétero, são as demonstrações de carinho, principalmente quando não há ninguem em volta: beijos no rosto, abraços gratuitos, e noites inteiras dormindo de conchinha (sim, abraçadinhos, seminus, às vezes com os rostos colados).

Mas quando isso acontece, eu fico com medo de dar qualquer “investida”, e ele também não passa deste limite. Já percebi que ele tem ciúmes de mim de vez em quando, principalmente se eu fico com algum cara e não conto para ele. Eu também morro de ciúmes, mas tomo cuidado para não demonstrar nada.

Enfim, toda vez que ficamos sozinhos e o “afeto” começa, fico na esperança de rolar algo mais, mas nunca acontece. Se ele fosse hétero eu já teria me conformado e partido para outra, mas nunca pensei que me encontraria nessa situação com uma bicha! O que faço? Como descubro o que essa bicha realmente quer de mim, Max?

Já dizia o profeta: “Não bebereis com beesha amiga, pois quebração de louça é abominável aos olhos de Zeus”. Pederalipse 18:22

Friendzone é uma expressão criada pelos americanos para designar aquela situação na qual você está apaixonado por uma pessoa e essa pessoa quer apenas amizade com você. É muito mais comum em casais de amigos heterossexuais, uma vez que, diferente da gente, a maioria deles é incapaz de continuar uma amizade depois de trepar.

Geralmente a friendzone é determinada pela mulher, ou quem tiver a vagina na relação, isso porque nossa sociedade escrota faz questão de ensinar a mulher a usar a vagina para conseguir bens e favores, em vez de orgasmos.

Mas por mais que vocês se considerem femininas, não são mulheres, e têm kooceta. Por um lado isso é uma bênção, pois mistura todo o desprendimento masculino com a delícia de se poder usar o sexo para conseguir o que quer.

Explicado o que é friendzone, podemos continuar. O fato das beeshas se pegarem quando bêbadas, pelo menos por parte da gay que é o alvo da paixão da outra, não quer dizer necessariamente que exista um interesse sexual ou amoroso.

Posso citar inúmeros casos de amigas bee’s que eu já peguei quando bêbada, e isso não mudou em nada nossa relação. Algumas vezes, inclusive, já dormimos de conchinha também e até já fiz sexo com um deles. Mas bobagem, o segredo é saber separar o que impulsiona nossas atitudes quando estamos bêbados.

Picão preto

Outra coisa é a questão dos ciúmes. Anwar, uma gay amiga minha sobre a qual sempre falo aqui, já deixou bem claro que odeia me ver pegando alguém ou até mesmo presenciar homens me paquerando. Tudo por ciúmes, sim, mas são ciúmes inocentes, de amigo mesmo. Sabe aquele ciúme que o pai tem da filha sair com o namorado?

Esse ciúme do pai, apesar de ter uma gotinha de machismo, é mais uma tentativa de proteger a filha de qualquer mágoa, ou de perdê-la para essa nova relação que dá a ela o que ele não pode dar: PICA.

Por isso, a minha dica é: Se vocês têm uma amizade tão forte, deveriam ter a liberdade de discutir esse assunto.

Você já controlou essa paixão por tempo demais, e saber que ele não sente o mesmo por você só tem a ajudar a tornar essa relação ainda mais forte e baseada numa certeza de que são amigos, em vez daquela dúvida que nunca nos deixa ser 100% livres para confiar no outro.

É melhor sofrer de uma vez só que ficar desconfortável a cada demonstração de afeto ou declaração de amor FRATERNAL.

Entretanto, se a resposta dele for positiva, e a paixão for recíproca… aí você não é menino e sabe bem o que fazer, né, beesha? Já tá escolada na arte de servir um chá de koo concentrado.

Afinal, amor não garante relação e não tem Dráuzio Varella que diga que chá faz mal à saúde (exceto os de cogumelo).

O truque para a passiva fazer a ativa


Quantas vezes você, bee passiva, pega aquele boy na boate e quando chega lá na cama-banheirón-praia-moita descobre que ele é passivo e bate aquela decepção.

Vou-lhes ensinar um truque que muitas vezes funciona nesta situação de desespero. Eu usei este truque pela primeira vez com uma bee que era bem máshcoola, mas quando chegou lá na hora H virou a bundjeenha, daí fui obrigada a fazer a ativa, mas quando foi rolar o segundo round fiz a linha @gracecarioca e fui maish eshperta. Mas também já cai nele como narrei no fatídico case do dark room. Enfim, vamos a ele:

1. Finja que você é ativo. Faça todas as preeliminares que um ativo faria e CAPRICHE. Roce a neca, lamba o edí, abrace por traz. Faça de um tudo pra bee ficar excitadíssima.

2. Quando aneca dela estiver bem dura e ela esteja louca de tesão implorando pra ser penetrada, dê um duplo twist carpado, seguido de uma voadora de edí. E encaixa inexperadamente na neca dele.

3. Daí é tarde demais. A bee para evitar contrangimento , vai ter que fazer a ativa! RARARARARARA!

Lembrando que esta técnica não funciona com passivas folclóricas. Se você fizer isso, elas vão começar a gritar, a chorar e sairão correndo pela rua nuas gritando “fui violada, fui violada”.

Espero ter ajudado. Muah!

TAPA!


Vou comentar sobre o caso de um site daqui do estado – não vou dar nome, nem link, pois o que eles querem mesmo é visibilidade de maneira escusa, mas todos já sabem qual é – que postou possíveis fotos dos autores deste blog –  não vou dizer se somos, nem se não somos porque a questão aqui não é essa. Quero deixar claro que não tenho problema nenhum de mostrar meu lindo rosto – tá boua! – tendo em vista que já o fiz sem problema por três vezes representando oficialmente o blog em eventos públicos que faço questão de citar: na festa de aniversário do blog, na desconferência do BlogCampES na Ufes e na mesa redonda, do curso de Psicologia, sobre homossexualidade,  na UVV. Não tenho problema nenhum de auto-estima: sou bonito, tenho amigos, tenho namorado, sou amado e assumido. Se não mostro meu rosto aqui é para manter uma persona e estimular a imaginação dos leitores que criam o Dé em suas cabeças da forma que bem quiserem. E tem toda a questão também do estilo blogueiro de ser… Enfim, como eu disse o mostrar-se, não-mostrar-se não é bem a questão.

O fato aqui é uma atitude comum em alguns gays que é a chamada “máfia”. Muito me envergonha como homossexual ver esse tipo dissimulado que quer ver a desgraça alheia para se sentir melhor consigo, ou melhor, digamos assim, que sente prazer em estragar a brincadeira dos outros. Só para que saibam, o referido site sempre quis utilizar-se do Babado Certo pra se promover. Aliás, deixo fatos para que avaliem:

1. Insistiam diariamente para que eu postasse o link pro site deles aqui.

2. Postavam links para matérias do site em todos os posts do Babado Certo. Quando pedi educadamente para que parassem de fazê-lo, pois era anti-ético tal ato na blogosfera, disseram que eu estava com medo do sucesso deles (tive que rir!)…  Mas mesmo com o conflito criado permaneceram no ato. O que fiz? Criei um filtro que bloqueia links pra lá!

3. Não sei se é mesmo verdade, mas algumas bees – de círculos diferentes – vieram me dizer que eles andam falando mal da gente por aí pra todosh! MEO KOO!

Porém, nunca liguei até agora. Eu ca-ga-va. Escrevi esse post, na verdade, só para dizer que tenho pena deles. Que auto-estima baixa eles têm a ponto de basear seu “sucesso” na rivalidade! Diferentemente da TV, a internet não precisa disso, pois para ler um site NÃO é necessário deixar de ler outro.

E o que ganharam com isso tudo? 200 e poucos acessos e ódio de alguns leitores mais fiéis (lembrando que os acessos que eles tiveram em todos esses meses de existência, nós temos em média em apenas uma semana)… Valeu a pena? Precisava disso? Não seria muito melhor investir em melhorias da qualidade do texto e da informação que passam? Ou mesmo poderiam ter obtido personalidad… ah, não, essa não dá pra adquirir, é que nem bunda, né?