Este post não é uma resenha surpresa do disco da Beyoncé


fiquei quase uma semana escrevendo e revisando esse texto, então é pra ler até o final CASO CONTRÁRIO…

Esses dias, tava bem eu dando um pouco de cachaça pro peru que andei criando aqui no meu loft pra ver, né, se o bichinho aceitava melhor a perenidade da vida de uma ave nesses dias que antecedem o natal. Dava uma dose pra ele, pegava uma dose pra mim, botei um disquinho do Roberto Carlos na vitrola pra gente curtir uma fossa juntos e, fazer o quê, acabei dormindo sem nem deixar acabar a minha música preferida.

Côncavo e convexo, não sei se falei certo

Gente, qual foi a minha surpresa que eu acordei com a calcinha na mão e to-da babada. Na verdade, eu acho que eu estava um pouco umidificada demais, pois percebi que minha vaginoplastia tinha virado um afluente do Rio Jucu. Me desculpa, não queria causar esse transtorno na Grande Vitória, mas fazer o quê.

Pelo menos o meu peru estava preparadíssimo e tava construindo uma arca de noé feita completamente de balas xibiu. Quer dizer, foi aí que eu descobri que Antenor, meu peru, na verdade, era… ELA. SIM, UMA PERUA. Fizemos um pequeno rito de batismo e partimos, Insibayeva e eu, rumo a uma aventura que jamais imaginada.

Salvamos três vira latas, dois hamsters chineses, um panda, o Dé, um minhocossu, dois atendentes do subway e, infelizmente, por mais que tentássemos, não conseguíamos chegar até onde ecoava aquele grito, aquele canto de sereia que aprofundava-se, oferecendo uma desprevenida e despenada periquita numa rede social.

brigada.

Desesperada, já no sétimo dia consecutivo de chuva, com Insibayeva criando um motim e um sindicato das aves natalinas, ameaçando entrar em greve junto com os motoristas e cobradores do sistema transcol, eu tive uma revelação: vá, Tchynna, vá quebrar o seu Britney Jean no alto do Morro do Moreno, faça esse sacrifício, louve meu nome pelas eras e tu serás recompensada. Primeiro eu achei que era uma mensagem do Beto Guedes. Só depois que eu fui perceber, era uma mensagem divina.

A vida é um mistério, todos devem permanecer sozinhos

E lá fui, como Jacó nadando no azeite, tendo o Convento da Penha como testemunha: ali sacrifiquei Isaque, meu Britney Jean adquirido com muito esforço, uma ode eletrônica, conceitual, ao autotune auto-erótico. O transformava em pequenos pedaços de poliestireno quando uma luz fortíssima, que aplacava a ansiedade no meu coração. Foi quando Deus (ou Beto Guedes), falou comigo em seus versículos.

1. Ela não precisou de marketing.
                    E Deus viu que era bom.
2. E lançou dezessete clipes junto com um disco de inéditas.
              E a bichas viram que era o máximo.

SOU CANELA DE FOGO, RETETÉ DE JEOVÁ

BOW DOWN, BITCHES – UMA REVIEW SURPRESA DE UM ÁLBUM SURPRESA

Enquanto as senhoras esperavam à exaustão mais um trailer de Ninfomaníaca, jurando de pés juntos que era apenas amor pela sétima arte e não só cinco horas de piroca numa tela widescreen, Beyoncé simplesmente decidiu fazer mais pela humanidade do que Lars Von Trier transformando minha deliciosa vaginoplastia em leitmotiv do cartaz de seu filme.

Não qual vulva é essa em helvética que ele já viu na vida, porque todas as que eu vi pareciam mais uma bibisfiha de cremely.

Quer dizer, pra quê um filme de cinco horas pras pedantes discutirem horas o destino das imagens na sociedade pós-industrial, Beyoncé achou que era muito mais útil lançar um disco de inéditas e nada menos que DE-ZES-SE-TE videoclipes possivelmente mais relevantes do que tudo o que já havia sido lançado em 2013.

Imagens chocantes do suicídio coletivo das carreiras de Lady Gaga e Christina Aguilera

A melhor parte de tudo isso, no entanto, foram as básicas fãs de Rihanna clamando por justiça social depois que Beyoncé lançou Drunk in Love para fazer frente a chatíssima e insossa Drunk on Love. Quer dizer, vamos falar umas verdades, né? Rihanna só existe porque Queen Bey dormiu de calça jeans um dia da vida e Jay-Z teve que procurar outro lugar para colocar sua Umbrela e esse lugar foi a inóspita carreira de nossa queridíssima Michelli Williams de Barbados.

Mulher burra fica pobre, mas se for inteligente pode até enriquecer.

O comentário mais sensato que vi na internet acerca dessa comparação entre Rihanna e Beyoncé foi uma negra maravilhosa nos lembrando que se Beyoncé quiser, ela pode comprar e vender a Rihanna quantas vezes forem necessárias. Aliás, não é nada demais lembrar que Jay-Z e suas correntes de ouro 24k que financiam a hospedagem do blog e este é único motivo de eu estar falando mal de toda e qualquer cantora pop nessa postagem (longe de mim querer que vocês se matem nos comentários, hackeiem uma o computador da outra e vazem o máximo de fotos constrangedoras da rival antes de terem sequer passado pelo photoshop).

Só não vazem fotos dessas sem-vergonhices de vocês no chat uol, porque se eu ver mais um texto sobre pornografia de revanche (que por si só não é legal, viu, amiguinho) na minha timeline, eu tenho um treco

Após nos ensinar a importância de se ir à praia a noite para evitar os raios UV no clipe de Drunk In Love, com outro de seus cordões, Jay-Z comprou os direitos de American Horror Story e Beyoncé vai substituir Jessica Lange como suprema ainda nesta temporada, fato que é contemplado pelo clipe de Ghost.

Eu acho No Angel uma música belíssima demais pra Beyoncé ter relegado ela a esse clipe que mais parece a gente acidentalmente digitando interracial amateur gay porn no sistema de buscas do Xvideos porque está perdidíssima na síndrome de Estocolmo e se apaixonou por aquele mavambo que roubou seu celular.

quem nunca, né?

Já Partition me deu a melhor ideia do universo: pra que gastar com tratamentos caríssimos a base de um laser fracionado que te deixa a cara daquele chester de natal que sua tia quituteira, aquela que tem uma intricada rede de estrias na pelanca do adeus, decorou com vários cravos-da-índia só pra confundir as papilas gustativas de sua língua?

Já sei exatamente o que fazer neste feriado quando me perguntarem “E as namoradas, Raí?”

Óbvio que já entrei num site chinês e encomendei meu próprio retroprojetor  e já estou providenciando aquelas maravilhosas folhas de transparência devidamente ornadas com motivos étnicos para esconder as pequenas e minúsculas imperfeições do meu corpo na hora do acasalamento.

Beyoncé nos ensina que além de um ventilador, toda bicha precisa imediatamente comprar o seu datashow.

O clipe de Rocket é uma ode em que Beyoncé está serving #chuvasnoes realness, sensualizando no canal Bigossi com essa maravilhosa direção de fotografia de XO nos brinda com essa maravilhosa iluminação trabalha e confia nas cores da bandeira do Espírito Santo.

A maléfica Christina Aguilera destruindo a represa de Capuba com inveja do Espírito Santo ter um lugar especial na discografia da Beyoncé

Aliás, esses dias aqui em casa eu juro que tentei sensualizar na água acumulada, esticando minhas pernas longelíneas como as de um Aedes Aegypti, pegando essa gostosa vibe Erotica que Bey pegou emprestada de Madonna para nos prestar um orgasmo visual e clitoriano tão forte quanto o que consigo com auxílio com o esguicho da mangueirinha da minha ducha gorducha.

obrigada, Beyoncé, pela mais relevante canção de auto-prazer desde Careless Whispers

O maior problema desse disco, na minha opinião, é que quando você menos espera, você tá lá igual a menina pastora gritando todos os adjetivos e louvores diferentes para Beyoncé.

É MARAVILHOSO. CONSELHEIRO. DEUS FORTE. PAI DA ETERNIDADE. 

E PRÍNCIPEEEEEE DA PAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARGHZ. Quando esta senhora não está na ONU, cantando para fazer toda a humanidade doar alimentos não perecíveis, materiais de higiene, água potável e roupas para os desabrigados de Rio Bananal, ela está, como no clipe de Superpower, liderando a humanidade como uma poderosa e anárquica chefe de uma organização revolucionária. Quer dizer, mais que isso, ela está lá salvando Bárbara Paz da insignificância, eclipsadíssima na novela das nove até pela trama da menina autista, trazendo à tona o seu maravilhoso ensaio como black block.

um dia, tenho certeza que os físicos irão explicar qual a lei de Newton que permite que essa franja de Bárbara Paz sempre esteja exatamente no mesmo lugar.

Generosa, porém superior, Beyoncé nos lembra não só da existência de Bárbara e de seu maravilhoso relacionamento com o Supla na primeira edição da Casa dos Artistas, mas também dá emprego para as antigas amigas de Destiny’s Child que viviam presas num extenso looping de clipes do Nelly e bancadas de shows de talento.

Superpower.

Este foi o momento de maior relevância de Michelli Williams desde que Tammie Brown decidiu não dublar um hit seu na primeira temporada de Rupaul’s Drag Race

Óbvio que a cara de cu de Kelly Rowland é explicada quando ela olha de soslaio (aliás, soslaio só perde pra psicroestesia como melhor palavra da língua portuguesa) ao perceber que dessa maravilhosa barriga negativa saiu uma criança que já fez pelo menos aí uns três a quatro feats mais relevantes do que Dilemma.

cadê a relevância de kelly rowland que estava aqui, Blue? SUMIU.

Aliás, o clipe de Blue é uma coisa fofíssima que se passa no Brasil, uma referência a todos nós que tomávamos maravilhosos sorvetes com gostinho de gordura hidrogenada em pazinhas coloridas e que soltávamos nossos maravilhosos papagaios feitos de sacola plástica do nosso saudoso Dalmery. Na verdade, o que mais me deixa impressionado com Beyoncé em toda a sua videografia é que ela se mistura com as galinhas neste clipe sem medo algum de tomar uma deliciosa carreira e sair rolando como um tatu-bola pelas ladeiras da Pedra da Cebola.

imagem meramente ilustrativa de Tchyna, loiríssima, correndo das comentaristas furiosas deste sítio na internet

Continuando a corrente do bem iniciada por Sônia Abraão quando ela ainda apresentava o Falando Francamente no SBT, Beyoncé também trabalha com Pretty Hurts para denunciar os desmandos de Tyra Banks a frente da octagésima sétima temporada de America’s Next Top Model: MST Invasion.

Aliás, após o clipe de Pretty Hurts já abrimos um ofício junto ao Papa Francisco para canonizar Beyoncé como Madre Tereza de Corumbá, padroeira oficial do feminismo. Quer dizer, com esse clipe babado de Haunted que veio para lacrar o cu das inimigas e destruir carreiras, podemos considerá-la, pelo menos, padroeira da minha bacurinha que nesse instante se encontra em chamas.

yoga fire, yoga flame

YOGA FIRE, YOGA FLAME

A melhor parte de Haunted são aqueles manequins que assustadores que me lembram da melhor matéria já feita pelo G1, sobre a mulher que esbarrou num manequim e foi pedir desculpas na inauguração do primeiro shopping do Acre.

Não recomendaria você olhar para trás agora.

Agora, me joguei no chão com Blow. Olha, não apenas porque é maravilhoso e ensina o Daft Punk a fazer alguma coisa realmente decente depois desse disquinho mixuruca que eles liberaram no início do ano, mas simplesmente por ser uma maravilhosa homenagem a renca de episódios perdidos dessas animações japonesas que causam epilepsia nas crianças.

A coisa que eu mais amo em Yoncé é que ele já começa com uma cena maravilhosa de mamilos entumescidos ornando os seis da figurante sobre o couro como duas bolachas negresco cintilando na merendeira de Blue Ivy enquanto seguranças abrem caminhos para ela chegue em segurança ao parquinho de seu creche.

imagem meramente ilustrativa sobre o uso indiscriminado de grillz no clipe de Yoncé

E a melhor coisa de tudo isso é que eu tenho certeza que esse clipe deve ter custado aí umas duas canelinhas e um pastel de camarão com catupiry na feirinha de Coqueiral de Itaparica pra ser feito e taí fazendo mais requisito do que toda a videografia do grupo Bonecas Gostosas idealizado pela maravilhosa Alessandra Cariucha, nossa eterna garota da laje.

Nicole Prescovia Elikolani Valiente Scherzinger, vulga Alessandra Cariucha

Jealous é Beyoncé admitindo que o meme das inimigas já deu e que as senhoras deveriam imediatamente abandonar esse bordão, sob o risco de se transformar não em uma barata, como Kafka, mas em uma exposição de jovens artistas em um evento midialivrista no centro de Vitória. Aliás, Jealous nos ensina que sim, é possível que até um ser superior, mais próximo de Deus (ou Beto Guedes, não sei a diferença), pode chegar e mandar plotar SUA INVEJA É A VELOCIDADE DO MEU SUCESSO na carroceria do seu fiat 147.

mídia livre é coisa de hétero, porque todo gay sabe que chega uma hora que já não tem mais o que liberar

Mine é uma canção que parece com um hit qualquer do Drake, tem a participação do Drake e como o Drake morreu após aquela canção horrenda chamada Yolo, vou substituir minha crítica por e então você pega um miojo sabor galinha caipira, duas colheres de creme de leite fresco e uma colher de sopa de limão. Cozinhe o miojo conforme as instruções da embalagem. Acrescente o creme de leite fresco e o suco de limão ao macarrão pronto, mexa bem e sirva a seguir

se você chegou até aqui, parabéns, você tem um grau de alfabetização acima da média do pessoal aqui na internet

No minuto em que eu entrei em contato com ***flawless ainda lá no meio do ano, eu já tinha caído de joelhos no chão e telefonado para Deus agradecendo essa canção que já era maravilhosa com esse refrão meio chiclete BOW DOWN, BITCHES e que simplesmente se tornou um hino do feminismo com a inclusão daquele rap gostoso, aquele rap maravilhoso de CHIMAMANDA que por si só já é mais importante que Simone de Beauvoir por seu nome poder ser utilizado como o melhor sinônimo de vulva desde TCHECA.

ralando muito a chimamanda

Heaven me fez chorar mais do que o relato da menina que perdeu seu porquinho da índia afogado no meio da enchente. Na verdade, rolaram mais lágrimas do que as que produzi quando eu era apenas uma bichinha básica, pré-transição, sentada no sofá da avó sofrendo com as cenas mais tristes de Crossroads – Amigas para Sempre.

Um minutinho de silêncio pelo Britney Jean, gente.

Growing Woman é minha música e meu clipe favorito de todo o disco simplesmente porque me dá a possibilidade de ir lá na minha infância, resgatar aquele monte de VHS perdido em que eu mostrava a coreô daquela canção homenagem que Sandy e Junior gravaram para os Power Ranger, obviamente comigo no centro da tela sendo a Kimberly. Mas obviamente esse é um assunto que fica pra depois, pois eu já estou com LER de ter escrito esse texto enorme e só me resta uma coisa a se dizer:

gabrilandia:toma criança safada

UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO, SÃO OS VOTOS DE TCHYNNA TURNER

35 comentários sobre “Este post não é uma resenha surpresa do disco da Beyoncé

  1. Podia aproveitar pra falar só da Beyoncé e para de alimentar rixas do mundo pop. Quem gosta dela, lê. Quem não gosta, não lê. Agora com essas chatices de comparações, quem gosta dela e de outra cantora acaba perdendo a vontade de ler só pelos gifs com legendas desnecessárias. Como eu. Preferi não ler.

  2. sei lah escutei e nao achei isso td.. ela eh uma grande artista.. e UM EXEMPLO DE PROFISSIONALISMO.. n ouvi o album todo.. ela foi eh bem esperta e ganhou mercado na esperteza.. miley cyrus foi a estrela deste ano e o albúm dela é o melhor… na minha opinião.

  3. Idolatro Beyoncé, depois de Michael Jackson é a única que me satisfaz. Mas, não gostei desse álbum. Só gostei de Blow e Partition. Esperava mais ferveção da Queen B. Quero outro B’Day now!

  4. Tédio… longo, confuso e cansativo… não sei quem é que passou a escrever sob o nome da Tchynna, mas era melhor antes, quando ela quase não escrevia…

  5. Arrasou! hahaha
    Li a resenha rindo do começo ao fim uhasuhhusa
    Estranhei muito o álbum, tive que ouvir algumas vezes pra me acostumar, achei muito simples e muito pessoal, de um jeito ótimo!
    Sem comentários pros clipes… Passei um tempinho hoje vendo todos em sequência, muito bom!

  6. Tchynna, adoro seus fluxos de consciência pop (e eu nem gosto de pop). Não ligue se reclamam de serem longos, também reclamam de Proust pelo mesmo motivo. Beijos.

  7. Gente, kd esses veados blogueiros?
    Estão fazendo hora extra puxando o trenó?
    A Tchynna foi o milagre do natal e postou algo.

  8. Sério que as viadas acham isso muito grande? Também devem ler só livros com figuras

    Max, cadê a senhora? Quero posts pra ontem

  9. Amei o post. É uma pena que as pessoas tenham tanta preguiça de ler. Inclusive acho que o post ficaria ainda melhor com menos gifs e mais texto. Você é engraçadíssima, e me faria rir sem eles.

    Quanto ao album… ela zerou o jogo da vida!

    O álbum tá lindo, pessoal, um tapa na cara do pai dela (haha), e … Partition ♥

    Sem mais.
    Maravilhosas! (ela e você. rs)

  10. Mimijei de rir com este trecho: “Na verdade, o que mais me deixa impressionado com Beyoncé em toda a sua videografia é que ela se mistura com as galinhas neste clipe sem medo algum de tomar uma deliciosa carreira e sair rolando como um tatu-bola pelas ladeiras da Pedra da Cebola.”

  11. A Beyonça lacrou o cu das inimigas

    (risos eternos) kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Comenta, beesha!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s