Guest Post – Eu quero um namorado. Mas preciso de um?


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Vamos trabalhar, minha gente! Olha, eu até faria um BCG sobre esse meu fim de semana (que começou quarta-feira), mas eu juro pra vocês que a minha reputação seria reduzida a zero se eu contasse o que aconteceu.

E digo mais, tem tudo a ver com o post, porque ao contrário do nosso leitor de hoje, eu pretendo namorar em breve, então, para não estragar a minha relação com o meu boy, prefiro que nem ele, nem vocês, saibam o que eu fiz nesse fim de semana.

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Vamos ver o que ele tem pra dizer?

As partes em itálico foram retiradas DESSE LINK.

Passamos nossas vidas guiados – e muitas vezes cegados – por nossas emoções. Uma das mais fortes é o desejo. O desejo está ligado à satisfação. Não só à sexual, mas também a pessoal. Quando um desejo, uma ambição, uma meta é alcançada, temo um breve momento de gozo pessoal e logo esse prazer é substituído por outro desejo.

O desejo obsessivo é reflexo da intensidade e da frequência das imagens mentais que o desencadeiam. Como um disco riscado, fica repetindo o mesmo Leitmotiv. É uma polarização do universo mental, uma perda de fluidez, que prejudica a liberdade interior. Alain escreveu: “Este amante desprezado, que se contorce sobre a cama em vez de dormir e que medita sobre vinganças terríveis. O que sobraria da sua ferida se ele não pensasse mais sobre o passado e sobre o futuro? Este ambicioso, ferido no coração por um fracasso, onde procurará ele sua dor, senão em um passado que ressuscita e em um futuro que inventa?

Para a maioria, esse desejo de ter alguém ao lado não é concretizado de maneira tão repentina. Alguns de nós passamos anos sem alcança-lo, e é aí que mora o perigo: A obsessão.

Estudos indicam que diferentes regiões do cérebro e diferentes circuitos neurais estão em ação quando “queremos” alguma coisa e quando “gostamos” dela. Isso nos ajuda a compreender pelo qual, quando nos acostumamos a sentir certos desejos, tornamo-nos dependentes deles – continuamos a sentir a necessidade de satisfazê-los mesmo quando já não gostamos do sentimento que provocam. Chegamos ao ponto de desejar sem gostar, desejar sem amar. No entanto, podemos querer ser livres da obsessão, que machuca porque nos compele a desejar aquilo que não nos agrada mais. Podemos, também, amar alguma coisa ou alguém sem necessidade desejá-los.

É preciso fazer uma varredura mental e averiguar o que nos leva à essa obsessão. A necessidade de se sentir amado? A suposta segurança? Se sentir amado?

Obviamente são motivos válidos, mas não é mais fácil lidar com esse buraco vazio do que o tapar com uma tábua/tapume? (Péssima metáfora, entretanto o que interessa é a mensagem ser passada). Não, não é mais fácil porém é o certo a se fazer? Certo?

Certo?

Bom, isso só você pode responder.

Há também a questão das prioridades. Parafraseando o que diz uma amiga: Nós curtimos e compartilhamos o status da UFES da Depressão sobre a quantidade de matérias que estamos reprovados ou de final, mas se estivéssemos num relacionamento, como seria? Se você não deu conta das matérias do semestre, como você pensar dar conta de um relacionamento?

É um exemplo que vale para as mais diversas situações.

Mas, se assim como eu, você prefere ignorar tudo isso: boa sorte.

 

9 comentários sobre “Guest Post – Eu quero um namorado. Mas preciso de um?

  1. Não entendo como uma pessoa quer um namorado e não sabe nem se valorizar…não se conhece;;;;enfim..

    ps: tenho certa intolerância a gente carente, pessoas que precisam namorar a qualquer custo e que, geralmente, é alto (o amor a si mesmo).

  2. Max, sinto falta dos posts que eram feitos contando a respeito dos acontecimentos dos finais de semana…não que eu esteja querendo saber dos bafos acontecidos com “personas” de Vitorinha, aliás, isso é o que menos me interessa, mas saber como foi por exemplo aquela festa programada pra acontecer em tal boate com aquela drag querida de fora (ou de dentro) do estado, aquele outra em tal cerimonial, aquele show babadeiro, sobre o último piquenique na pedra da cebola, etc…enfim, eventos de uma forma geral…A avaliação que o BBC faz serve como um excelente termômetro pra que possamos nos programar para os próximos acontecimentos. Outra coisa: e o Babado TV que ia voltar, como anda?

    • Pois é, mas pra contar o que deu eu preciso ir nos eventos, né? Ultimamente não estou saindo pra lugares badalados da cena gay. Mas vou sugerir que os leitores me mandem comentários sobre o evento pra pelo menos eu fazer um balanço geral. Outro motivo são as inúmeras retaliações que eu sofria por criticar os eventos, as pessoas que produzem festas nesse estado parecem que só gostam de receber elogios e quando tem seus erros apontados, perseguem, ofendem e maldizem o blog. Tava me dando muita dor de cabeça lidar com esse povo ignorante.

      Mas se é uma vontade dos leitores, posso voltar sim.

      A babado TV não ter saído ainda é TUDO culpa da Dé, mandei o projeto, e o professor pediu pra escrever o material que íamos precisar, detalhes que eu não tenho conhecimento. até agora a viado nada de mandar o texto.

  3. Quem gosta de piru é viado,eu gosto é de dinheiro ta(piada infame,e sem graça,mas ouço direto das minhas amigas).
    Sinceramente,eu ando tão decepcionada com os homens,que nem sinto falta de namorado.Voltei a ter vida sexual,depois de anos sem saber quem eu era,e confusa com minha sexualidade.Tenho alguns paus amigos,e isso por enquanto me basta,rs.

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