Guest Post: O outro que é gay!


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Chegou a hora da mais nova mania do Babado Certo!

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Nada disso, Adalia, vira essa boca pra lá! Eu tô falando do Guest Post!

arvoreO texto é do G. e fala sobre um assunto que a gente sempre comenta aqui no blog: Aceitação. Sim, porque apesar de muitos gays serem auto-suficientes e pouco se importarem com a opinião alheia, a discriminação sempre nos afeta de alguma maneira.

Como será que os gays respondem a isso? Vamos ler a opinião do fofo abaixo?

O outro que é gay!

Por que precisamos da aprovação dos outros?codigo

Eu venho me perguntando isso há muito tempo. Quem lê chega a pensar que eu já passei dos meus trinta anos, mas apesar da pouca idade (19) este é um pensamento constante na minha vida, e o pior de tudo é que a cada dia a resposta se modifica perante as minhas experiências, mas quem sabe um dia eu não venha a achar a resposta definitiva.

miudo_apontaTodos os dias nós procuramos pela aprovação alheia, e com isso vamos ganhando a forma que os outros querem de nós, mas para que fazemos isso?

É simples, a vida é mais fácil quando nós temos a quem culpar por quem nós somos, ou fizemos, o difícil é arrumar coragem para botar a cara a tapa, e deixar que os outros vejam quem nós realmente queremos ser ou somos.

Muitos vivem uma vida repleta de angústias, medo e arrependimentos – Me incluam nessa lista, amigas.

buaNós simplesmente não temos a coragem de mostrar quem nós realmente somos, e nessas surgem as subdivisões em grupo que pertencem à mesma classe que a nossa: Por que as passivas, pintosas, pão com ovo são tão discriminada no meio em que todos sofrem o preconceito?

Porque temos medo de sermos “inferiores” e para isso nós temos que arrumar algo para deixar as pessoas mais inferiores que nós. Vai me dizer que você nunca ouviu algo do gênero: A classe gay é discriminada por causa dessas pintosas* – ou insira o que você quiser.

piquiComo se pelo fato dela dar pinta ela passasse a ser mais gay que você.

Mas até onde eu sei você também gosta do que o outro homem tem no meio das pernas, e não só entre as pernas dele, meu querido, também todo o conjunto do indivíduo do sexo masculino.

“Todas são gays, mas eu sou superior a elas por não ser pintosa, passiva, etc”.

Narnia_PosterEsse é um pensamento que sempre ocorre na cabeça das mal-resolvidas, pois apesar de fora do armário – ou não – elas ainda assim continuam com a mesma mentalidade que tinham quando estavam dentro dele.

Nesse texto meio que confuso eu venho tentar trazer um pouco de reflexão para as nossas “primas”, pois eu sei, e todos sabem o quão ruim é ser discriminado por ser quem somos.

Essa é a minha mensagem, vamos nos amar mais? Porque pedras já são certas nos nossos caminhos.

E se nós lutarmos contra nós mesmos o número será ainda maior. Viva a liberdade, feliz 2013.

Eu:

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Adoro discursos de liberdade! E vocês, concordam com a delicinha?

P.s.: Gostou do texto do rapaz? Quer enviar um post também? Corra e mande seu texto para max_babadocerto@hotmail.com.

23 comentários sobre “Guest Post: O outro que é gay!

  1. Max gatona eu recebi o seu e-mail com a resposta, mas deu problema e não deu para ver o que você tinha respondido, mas você publicou, então significa que foi entendível o que eu te fala rsrsrsrsrs. beijo na bunda.

        • Olá Max eu ñ fui a comentadora que te chamou de ‘dona da verdade’, mas comentei que na minha opinião as postagens deveriam conter apenas os textos enviados e se caso algum comentário tivesse que ser feito, aqui seria o espaço ideal pra isso. Eu os outros gostamos de ler o que vc tem pra dizer, vc pode fazer isso aqui nos coments.

          • Digo, ‘vc pode’ soou estranho..rs ..oq quis dizer é na minha sugestão vc ñ deixaria de comentar, apenas faria isso aqui, como os outros… 🙂

          • Na verdade eu só não opinei de novo porque concordo com o menino, porque se tivesse discordado teria feito uma resposta no post do mesmo jeito, porque sou teimoso hahahaha

        • Se vc criar uma enquete no Babado Awards com o título Melhor Comentário 2013, esse coment ganhará.

          Tem uma mistura de verdade, acidez, revolts, dengo, chatiada tô, quero colo… é agridoce. Eu amey ! Subiu para o grupo especial.

  2. Max zerou redação no ENEM mesmo? Que triste bee…

    Vi a Max e a best no butecaria onte, aliás, o butecaria devia ser anunciado aq, lota de gay.

    Sobre o texto. Achei super verdadeiro e coaduna com muita coisa já postada no blog. Fazer parte de uma minoria devia abrir a mente das pessoas pra entender outras minorias, e não as incentivar a distribuir mais rótulos!

  3. Alguém já conversou sobre a sua sexualidade com uma pessoa que se diz aberta, mas no fundo guarda preconceitos? Frases do tipo “Mas você só come ou dá também?” (sempre nessa ordem), “Você é gay, mas é [normal, tranquilo, de boa ou qualquer expressão do gênero], por que não [dá muita pinta, fala fino, tem trejeitos, usa maquiagem e outros]”, “Mas você concorda comigo que não tem condições de dois homens criarem uma criança, precisa ter uma mãe” e muitas outras na mesma direção.

    O mais triste, quando a gente conversa com uma pessoa assim, é que a gente sabe que já passou por isso. É um processo natural da aceitação, quando estamos perdidos entre o que a pressão social exige de nós e o que sentimos ser certo para nós. Acho que o mais importante desse tema ser repetido tantas vezes aqui no Babado é mostrar para aquelas gays que ainda guardam esse pensamento, que, em maior ou menor grau, todo mundo já pensou assim um dia e, enquanto mantivermos esse tipo de pensamento, estamos nos enfraquecendo.

    No sábio filme “Meninas Malvadas” (uma citação dessas numa redação de vestibular é dez na certa!), a diretora da escola comenta que, enquanto as meninas ficarem se chamando de vadias, dão liberdade para os homens de fazerem o mesmo. Acho isso correto para nós também. Só validamos um preconceito quando compartilhamos pensamentos desse tipo.

  4. O ser humano tem necessidade de se defender mesmo que para isso use seu próximo como escudo. ”eu fumo cigarro mas fulano fuma maconha” ou então o gordinho que fala mal do obeso.
    A classe trabalhadora em si que não se reconhece como tal discrimina os empregos como digno e indigno (de pobre ou de rico) sendo que todos são subalternos de patrões e recebem salário.
    Então o movimento gay tem dois desafios. Primeiro é se reconhecer como unidade do diverso. Com respeito e apoio mútuos. Aí sim poderemos dar o segundo passo no enfrentamento da sociedade.
    Unidos somos mais fortes!

  5. 19 anos na pista néam? desde que a menarca desceu e começou a aquendar os bofes.. pq os anos da infância não contam né.. u.u

  6. Sim, Max. Concordo em gênero, número e pessoa.
    Parabéns ao menino de 19 anos que escreveu o texto. Espero que esse pensamento faça parte de sua vida.
    Adorei essa ideia do Guest Post. Não vejo a hora de mandar um texto meu.

    Bjuhs Max.

  7. Ahazou, querida. Até pq são as passivas folclóricas, pintosas e pco que dão a cara a tapa toooooodo santo dia. Enquanto isso, as encubadas, as “”””masculinas””” que são preconceituosas com nossas amigas ficam por aí se escondendo e não têm coragem de beijar seu parceiro, abraçar, dar pinta, andar de mão dadas na rua…

    Não que todas as masculinas e mais discretas sejam preconceituosas, porfa.
    Enfim, adorei, pq acho uma coisa inexplicável gays preconceituosos ou que se acham superiores às amigas

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