Beesha que é beesha, é feminina até no escuro


Vocês sabiam que os primeiros mamíferos eram noturnos?

Pois é, num mundo dominado por grandes dinossauros diurnos, a nossa tendência evolutiva foi a de desenvolver olhos maiores, bem como um olfato e uma audição mais aguçados. Tudo isso para caçar à noite (Tá vendo porque nos damos tão bem no darkroom?) .

E me parece que essa audição continua apuradíssima, cata a matéria:

No nosso caso, as palavras são “chiclete” e “caralho”. Não existe uma beesha que não fale chiclete fazendo bico e caralho sem puxar o “a”, algumas até abrindo os cantos da boca.

Tipo Patrícia Penosa falando “Itáliãm”:

Eu acho isso tudo uma grande bobagem. PRA QUÊ estudo e pesquisa se bastava ter ido no post do Babado Certo sobre o canto das Jubartes?

Precisa? Eu sei que não!

Culpa das vogais, é claro, essas malditas vogais que as bee’s não conseguem falar sem analasar.

Mas agora, graças aos cientistas norte-americanos que não têm mais nada pra fazer, tudo está relacionado.

Afinal, quem aqui não é “forte” e “larga”?

Large and in charge!

Via Super

25 comentários sobre “Beesha que é beesha, é feminina até no escuro

      • Em primeiro momento, a notícia é legal, bacaninha, quase que um swarovski de tanto que encanta a possibilidade de descobrir as Amiiiiiigas só com um tom (me lembra até a Silvete Montila: uma palma só. No caso: uma sílaba só, ai você cata: o bofhe curthe!!!!).

        Mas, é de se questionar, qual a finalidade de tantas pesquisas sobre os gays? O que esses pesquisadores querem? Observo que nunca houve tanta inclinação para pesquisas destinadas a reconhecer, justificar, identificar padrão de consumo e tudo mais quanto à comunidade gay, desde que a homossexualidade foi excluída do rol de psicopatologias.

        Cata gata, pode até parecer teoria da conspiração, mas, fundado em várias dúvidas e na busca de uma justificativa cientifica para afirmar a supremacia de uma raça que os nazistas desenvolveram suas pesquisas medonhas.

        • Você leu meus pensamentos! Essas pesquisas que tentam rastrear, mapear, prever e estabelecer causalidades arbitrárias aos comportamentos humanos lembram muito a ciência positivista do século XIX, que deu origem aos diversos higienismos que reduziram pelo menos metade da humanidade a detritos incongruentes com a ‘norma’ burguesa de então e pregaram a necessidade de uma restauração. Em todas as sociedades, os ditos ‘normais’ têm uma atração irresistível pelos que eles mesmos – e não à toa – tacham de ‘perversos’, e nada melhor do que se valer do discurso da ciência para dar um ar respeitável àquela que é, afinal, sua perversão favorita: o voyeurismo. Basta ler Krafft-Ebing, o pioneiro da sexologia, e seus relatos estarrecidos de casos de ‘desviantes sexuais’. Nessa fúria descritivista que mal escondia o seu propósito de normatizar, os seres humanos eram desaproriados da sua própria história – que não era mais remetida senão aos determinismos que a própria ciência lhes atribuía – e reduzidos à insignificância. Esse papel hoje em dia é desempenhado principalmente pelo assim chamado ‘cognitivo-comportamentalismo’ e pela neurociência, que já ensaia até negar a existência do próprio livre arbítrio! É muito difícil conseguir ler um discurso de poder ainda em formação, mas você tem razão: essa tendência é a mesma que já nos levou antes a diversos totalitarismos.

  1. 😉 Todos antenados e bem informados ,isso que importa!!! hehehehe
    E o caso da pronuncia do chiclete é bem isso msm!!!huahauahaha

  2. kkk ain…foi uó…agora entendi pq não passo batida quando abro a boca….pq de boca fechadãnn passo ilesa, lindamente…agora, começo a falar…caralho….só recebo o olhar: “hihih oi gay”

  3. Em primeiro momento, a notícia é legal, bacaninha, quase que um swarovski de tanto que encanta a possibilidade de descobrir as Amiiiiiigas só com um tom (me lembra até a Silvete Montila: uma palma só. No caso: uma sílaba só, ai você cata: o bofhe curthe!!!!).

    Mas, é de se questionar, qual a finalidade de tantas pesquisas sobre os gays? O que esses pesquisadores querem? Observo que nunca houve tanta inclinação para pesquisas destinadas a reconhecer, justificar, identificar padrão de consumo e tudo mais quanto à comunidade gay, desde que a homossexualidade foi excluída do rol de psicopatologias.

    Cata gata, pode até parecer teoria da conspiração, mas, fundado em várias dúvidas e na busca de uma justificativa cientifica para afirmar a supremacia de uma raça que os nazistas desenvolveram suas pesquisas medonhas.

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