Platinum Mix Club – Análise


Bem bonita

Meninas, fui à Platinum ontem! E agora vou contar pras senhoras tudo sobre o que achei da festa de quarta-feira mais falada de Vitorinha.

Imagino que muita gente fique com medo de fazer toda a montação para uma festa num dia pouco habitual, sempre fica aquela pulga atrás da orelha, pensando: “Será que vai dar gente?”.

Pois então, cheguei lá 5 minutos antes de terminar a entrada free, porque queria fazer um teste com a galera a fim de saber se realmente cumpririam o que estava escrito no flyer, e para a minha surpresa, a própria moça do balcão me convidou a subir assim que cheguei perto da porta, dizendo que faltavam cinco minutos para o término da promoção, mas que eu ainda poderia entrar.

Eu, fumando na sacada

Entrei, subi e dei uma observada na decoração: Toda a casa estava decorada com aplicações de tecido e lycra tensionada, mas deitei na BR, não ficou cafona, senti até uma vibe erótica! Como disse a Lúcifer: “Olha, eu nunca gostei de lycra em decoração, mas eles conseguiram dar uma nova cara para a lycra tensionada”.

A pista do Platinum foi dividida em dois ambientes, um com a pista de dança, suas luzes e a cabine do Dj, e outro com mesinhas para as pessoas poderem sentar e bater um papo.

Na lateral do ambiente, havia um darkroom, em forma de labirinto, cheio de luzes negras, que eu confesso que deveriam ser apagadas, pois entrei lá antes de acenderem e o lugar estava realmente escuro, tanto que me perdi lá dentro e entrei em desespero (sempre tchife medoãm de darkroom hahaha).

O Darkroom estava escuro assim

Enfim, depois que acenderam ficou tudo muito claro e eu vi a cara de todas as gays que estavam se chupando lá dentro… aliás, elas queriam me bater, porque no fim da festa cheguei gritando o nome de umas três, bem alto. Já poderiam fazer um episódio pra mim na série As Brasileiras: *Max, a troll do darkroom*.

Sobre as bebidas, cardápio bastante limitado, bem básico, mas com preços acessíveis. A promoção do combo de 6 cervejas por 22 reais me obrigou a beber uns três pra ficar louca logo. E isso é interessante, afinal, você não encontra mais uma latinha por menos de 4 reais na boate, néam?

Meu look da semana que vem

A música era bem o que toca nas outras boates, mas com um estilo mais parecido com o da Space Pub, uma vez que os Dj’s eram os mesmos, e já têm noção do que as gays gostam. Divas, divas e uns batidões que só o Dj conhece e a gente usa pra comprar bebida, é sempre assim. Tô pra te contar que até mashup de “Você você você quer” com Whitney Houston rolou naquela pista.

Deu uma quantidade boa de pessoas, não lotou, claro, não estamos no Rio de Janeiro, que tem gay o suficiente pra encher balada na segunda-feira. Mas senti que a maioria ali eram estudantes da Ufes que ainda estão de férias.

Minha opinião final é que o evento passou sim no teste de qualidade, por mais que vocês digam que eu estou vendendo minha alma por VIP’s.

8 comentários sobre “Platinum Mix Club – Análise

  1. Sobre esse negoço de entrar djy grááááçãm até certa hora, eu acho meio que marmelada, pq? Pq eles sempre dão um jeito de atrasar a fila TODA pra no final, só 5, 10 pessoas poderem entrar free. Pobre já é fudido, minha gente, vamo deixa essas bichentrá!!!

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