E as Barbies? [LEITURA OBRIGATÓRIA]


Recebi uma dica de um leitor via Twitter. Ele me enviou um texto que fala sobre a dinâmica social do “universo gay” e de que maneira alguns gays se comportam para se inserir na sociedade.
O texto chama-se “Reflexões Queer sobre a Revista Júnior”, foi baseado na monografia da estudante de Ciências Sociais da UFSCar, Flávia Azevedo, que analisou a famosa revista “Júnior”, destinada ao público gay. É  longo e por isso vou copiar algumas passagens que me chamaram mais atenção, vamos lá?

[…]De forma sintética, na visão de Azevedo, a revista é marcada por ambiguidades como retratar um universo gay de consumo acessível a poucos privilegiados do circuito Rio-São Paulo tendo que lidar com as tensões da realidade brasileira. O resultado, até ao menos o número doze, foi o da idealização ou criação de modelos de estilo de vida mantidos ‘separados’ da realidade pela seção Dossiê, na qual matérias mais ‘sérias’ terminam ‘contidas’.
É no Dossiê que aparecem os Outros de nossa sociedade (sobretudo os pobres) e também os temores (ou pavores) dos gays-ideais (a velhice, a ‘feiura’, etc). Assim, com a realidade represada no Dossiê, a maior parte da revista pode se dedicar a construir seu ‘universo perfeito’ para os aprendizes de Barbie, diria eu, a quem se dirige predominamente a Júnior. […]

Mas a parte que realmente “toca na ferida” da maioria dos gays, é a seguinte:

“[…]Devido ao ainda recorrente temor do estigma do efeminamento passam a viver em função de uma dedicação corporal e subjetiva para incorporar meios e, até mesmo, corporificar aquilo que vejo como a ‘versão eugênica’ falha do heterossexual: a Barbie.
Quem seria a Barbie? O primeiro fato a ser notado é que uma Barbie jamais se reconhece como tal, pois vê em si o ideal do mundo gay. Barbie é o termo usado ironicamente por aqueles que denunciam neste ‘homem de plástico’ que a sua hipérbole de corpo musculoso o trai colocando à prova sua virilidade. Afinal, só mesmo alguém altamente inseguro para tentar ser mais forte e másculo do que qualquer homem heterossexual, seu ideal irrealizado, a ‘falha’ de sua vida.[…]”

E completa:

"Casal-Gêmeo", Rede Globo

“[…]Mas este corpo pode ser amado? O desejo está tão atrelado à norma, ao perfil musculoso, definido por longas sessões de musculação, que o desejo pelo outro se (con)funde com o desejo pelo corpo do outro, o consumo do outro para a aceitação social. Assim, não é de se estranhar que tal dinâmica forme ‘casais-gêmeos’ ou, ao menos, pautados mais pelo grau de adequação do ‘par’ ao padrão gay que, afinal, é pura reverência à respeitabilidade e o privilégio perdidos da heterossexualidade.[…]”

E você? Já se sentiu deslocado por não se enquadrar no perfil de Barbie? Ou é do tipo que defende a ideologia: “Quanto mais tempo gasto exercitando os músculos, menos tempo para exercitar o cérebro”?

Texto completo: Clique aqui (deixe de ser preguiçosa e leia!)

71 comentários sobre “E as Barbies? [LEITURA OBRIGATÓRIA]

  1. Max, massa!
    Eu não faço musculação nem nada, não gosto de bombados, prefiro caras normas com uma gordurinha na pança.
    uauahuah

    Eu não malho também porque realmente não gosto da sensação de estar malhando, acho muito sofrido…se fizesse algum esporte, preferia a caminhada ou corrida, me daria mais bem estar…
    mas como me movimento muito e ando bastante, considero isso um exercício. ^^

    Eu não su barbie e nunca me senti deslocada….sou só um pobre garoto latino americano e gay, e quer saber….tá bom assim.

    • Eu gostei dela ter usado uma revista como fonte pra monografia…

      é aquilo…o conceito de representação de Chartier aí pode ser usado..
      um grupo social representa outro grupo social, da maneira como eles devam ser (na mente do grupo que representa) e assim perpetua ou modifica o status quo, criando a identidade dos grupos e mantendo a identidade do grupo que representa.
      aí se formam as hierarquias sociais. A representação não é a verdade mais somente uma interpretação, uma representação da realidade.

      é isso.

      • O mesmo acontece com as mulheres…

        as instâncias de poder representam a mulher de maneira recatada, submissa….muito comum nos autos criminais do século XIX, inclusive aqui no ES.

        e se ela foge disso é considerada anormal…então as mulheres, como grupo social, apropriam essa representação e se adequam à ela.

        Hoje nem tanto..

  2. Não sou Barbie…nem gosto muito de quem seja…
    Não preciso de um esteriótipo para ser aceito, ninguém deveria seguir este pensamento, afinal, temos q aceitar as pessoas como elas são, néam?
    Mas sei que isso eh bem difícil mesmo…Mas um dia nós chegaremos lá.
    Sou magrinho, não muito malhado…e adoro os cafuçus magrinhos tbm. Max, #ficadika ahsuahsuasa :p

  3. Bem, não vou dizer que as pessoas têm que gostar de homem barrigudo ou de bee anoréxica.
    Considero o corpo “perfeito” o do tipo atlético: é saudável e respeita a sua genética, sem “forçar” a modelação de um corpo idealizado pela mídia.

    Acho que quando você almeja ter “os corpos da revista Júnior” e não possui carga genética que te garanta isso sem muito esforço, perde-se muito tempo exercitando o físico e, consequentemente, vai faltar para adquirir conhecimento. E antes que falem alguma coisa, eu estou falando DAS BARBIES, que chegam a fazer três turnos diários na academia. Nâo tô falando da senhora que faz Pilates e Jump pra poder usar shortinho.

    Quer dizer, no fim de tudo você vai ser visto como um troféu, uma imagem atraente, mas com certeza não será o tipo de pessoa que impressionará por dominar várias áreas do conhecimento. Ou seja, se você não arranjar alguém tão mediano quanto você, logo logo vai se tornar enfadonho.

    E nem adianta dizer que você é Barbie, passa várias horas na academia e é super bem-informada, você pode ser no máximo um gênio NA SUA área de atuação ou descobriu a máquina do tempo, OU VOCÊ TÁ DE GRACINHA!

    • E eu não vou NEM entrar no mérito daquelas que malham malham, viram um brutamontes.

      “E aí você vê um lenhador vindo em sua direção, mas quando abre a boca é uma Lassie” – by Lino. hahahah

  4. Mas o pior, creio, que não seja nem o copro…e assim o comportamento…

    acho que não há nada mais castrador do que adequar e podar a própria personalidade….

    óbvio que já fazemos isso num grau muito elevado…no policiamento dos costumes, dos modos…enfim…

    mas quanto ao gay que não está satisfeito consigo mesmo eu acho muito mais difícil….

    o copro, muitas vezes, é a exteriorização do que a pessoa quer, pensa….ou do que ela queria ser…

  5. É, o Max tem uma certa razão a malhação toma um bom tempo mesmo. Quando eu malhava (há seculos atras, rsrsrsrsrsrs) passava a manhã na academia. Nesse período emagreci bastante, fiquei com um corpo legal (porém longe de ser Barbie), mas tive uma tendinite e tive de abandonar a malhação, voltando a minha condição de Urso, rsrsrsrsrsrs.

    Cada vez me sento mais deslocado nos tempos atuais onde o padrão de beleza é pautado na magreza, músculos e corpos sem pelos. Mas de uns tempos para cá tenho diminuido meu complexo e começo a perceber que um urso também tem o seu valor.

  6. apesar de ter passado por alguns tipos, em questão de preferência vou pelos kids, não minto
    então já fiz chubby, já fiz skinny
    e nem conheço algum kid que seja barbie
    mas meus amigos sabem que não curto esse tipo
    gosto dos normais. se for sarado, ok. magro, ok. gordinho, ok
    musculoso jamais. não me atraem. e não é recalque, tsá?! apenas não me atraem os ‘em excesso’. que seja de músculo, de gordura ou da falta da mesma. mas o bom é que cada um curte um tipo e tem pra todo mundo (ou não :p)
    até porque também não to em dia… não sou balofo, mas relaxei bastante ultimamente hehe. mas não sou neurótico quanto a isso. to bem =)
    eu vou à academia porque gosto da aula de jump (sério!) e faz bem pra saúde, né!? mas se falto, não compenso depois e nem deixo de tomar aquela breja ou ir à pizzaria. então não to malhando pra ninguém. é pra me sentir bem e sair do ócio.
    definitivamente fico com aqueles que exercitam a inteligência (que também tá em escassez), o bom-humor e são bons de cama, claro ; )

  7. As vezes a vontade de ser só um corpo é grande. Aquele pedaço de carne q todos desejam.

    Eu malho, mas confesso que ñ é só pela saúde. As vezes na academia eu penso, o q eu estou fazendo aqui?…rs

    Mas ser desejado, faz bem para o ego. Eu não tenho um tipo definido, já me senti atraído pelos mais diversos homens.

    Me lembrei da Miss Mossoró, da peça Cócegas:

    Os homens só querem meu…CÉREBRO…rs

  8. Acredito que realmente essa ideologia é verdadeira, com raras excessões, as barbies são sempre as mais burras, aliás, a própria boneca Barbie já é conhecida por ser aquela que só usa seu tempo com inutilidades.

    Mas aquelas magras ou gordas, intelectuais ou desprovidas precisam confessar: essa história de que não sou barbie e não gosto de barbie é balela. Ou vai me dizer que se um cara muito gostoso (no conceito geral de gostoso: GRANDE) der em cima você vai recusar?

  9. Já namorei algumas barbies e elas eram inteligentes e espirituosas. íClaro q gastavam um tempão na academia, fora as festas do pessoal da academia nas boates, eram meio chatas. creatina um aparelho novo na academia etc. Sempre escutei frases do tipo: barbies só gostam d barbies, daqui a pouco ele vai te largar, porém as inteligentes não tão nem aí. Normalmente eu q dava adeus . Não baseio meus relacionamento apenas pela imagem,e sim pela maneira como a pessoa se manifesta

  10. Exietem barbies inteligentes e espirituosas, já namorei c algumas, claro q era um saco esperar o retorno da academia. Tinha q ir as festas do pessoal da academia, onde só rolava asuntos sobre suplementos, novos aparelhos da academia. Todo mundo é igual o q muda é o verniz, todo mundo quer ser feliz. Só não gosto do ar de superioridade q algumas barbies ou Susys (as brasileiras) sustentam tentando diminuir os demais, detalhe: qdo suam elas fedem, tentam disfarçar usando Vich e falam q é para refrescar. Mentira pura. Nunca esqueço meu namorado barbie d sunga branca e chapeu d cowboy no meu sofá branco. Deus é mais

  11. BEIJO PRAS BARBIES DE PLANTÃO…

    EU GOXTO MESMO É DE UM CORPINHO MALHADO,DESDE QUE TENHA UMA NECA BOUA…FALO MEXMO!!!

    BJOPAQUSETODOMUNDO

  12. Engraçado este tema .. pq sofri muito no inicio do meu relacionamento jah q vivo o mundo gay hámuito mais tempo q meu namorado , ele malha religiosamente todos os dias antes mesmo d se descobrir gay , qdo contem pra ele o conceito d q barbie só namora barbie e o pq disso tudo .. ele deu muita risada …aew analisamos as pessoas q frequentam as boates ..os caras na praia do canto .. enfim … chegamos a conclusao d que se a gente esta junto é pq se curte .. q nao me devo me sentir deslocado ou nos prendermos a alguns estereótipos .. sim demorou muito pra eu acreditar e me sentir amado com o meu corpo q é normal … já q os olhares das gays pra gente ,sempre foram de condenaçao tipo : o q estas duas fazem juntas …. jah q sao diferentes … e isso é notório até pelos meus amigos mesmo.. enfim acho q cada um tem q sentir bem com o seu corpo e com sua vida damaneira q acha …. bjos!!!

  13. Eu já me senti deslocado por não ser barbie…

    mas na The Week do Rio, até o ano passado quando morava por lá. Não sei se ainda é assim hoje. Mas deve ser…

  14. Antes de mais nada, acho que a dicotomia “corpo/mente” não condiz com a realidade do ser humano. Já diziam os gregos: “mens sana in corpore sano”. Ou seja, trabalhemos todos os aspectos do corpo, sejam físicos ou metafísicos. Mesmo porque a prática de exercício auxilia na oxigenação de tecidos e promove um fortalecimento da atividade cognitiva, assim como uma boa noite de sono o faz.

    A questão da Barbie em si tem um viés diferente. Não é só um exacerbação da valorização do físico (o qual perecerá rapidamente), mas se cria um modelo para fugir também do estigma da perda da masculinidade. Achei interessante a citação da ditadura do eixo Rio-São Paulo, que serve como um modelo a ser seguido.

    Mesmo diante da padronização, é interessante notar que os desejos e vontades não são sempre suprimidos. Na The Week, templo de Barbies, esses casais gêmeos são bem comuns: compartilham seu culto ao corpo como aceitação social e sua futilidade diante de qualquer assunto que saia das paredes das acdemias e das boates. Ao mesmo tempo, as Barbies não demoram em me abordar. Enfim, deve ser um cançasso daquele cenário de peitos sem pelos, rostos plásticos e maquiados e cabelos entupidos de gel. Daí, fico com os corpos, porque meu corpo deseja os corpos. Mas jamais tive vontade de perpetuar qualquer relação que se iniciou na The Week ou em semelhantes. Beijava, tocava, transava, saciava o desejo puramente carnal. No dia seguinte, apagava os telefones que eu falsamente coletava dos rapazes com corpos esculturais e cérebros de golfinho (se bem que falam que os golfinhos são espertos, né?).

    • Engraçado como citam os gregos para falarem do corpo são e da mente sã…

      não é BEM assim não…

      isso está mais pra sociedade burguesa do século XIX com seu controle coisa e tal…

      a nobreza tinha o sangue e a burguesia tinha o que para se diferenciar e se achar superior como classe???

      o corpo e a mente…..deveriam ser símbolos para sua dominação, já que não tinha o sangue nobre…

      aí começa uma série de controles, internações médicas e afins…

      Quer imitar os gregos???? Vai filosofar, se renda ao ócio. Vai estuidar e não trabalhe pesado…é coisa de escravo.

      • Aliás, isso de corpo são não se liga à academia…

        Os médicos são quase unânimes em afirmar que a academia deve ser um complemento ao exercício aeróbico ( e não o contrário), as frequências não devem ser muito longas e tem que ter tempo para descansar…

        são os exercícios aeróbicos que ajudam a prolongar a vida, pelo fortalecimento dos vasos sanguíneos.

        E quem vai pra academia não tem o corpo saudável, pelo menos não todos.

        • A malhação também é sugerida pela medicina, cat, pra fortalecer os músculos e dar maior sustentação ao corpo quando envelhecermos. Agora, é PRA AJUDAR, não substituir a função dos ossos com os músculos, né? hahahahah

          • Tomo isso com base no Nuno Cobra e no Dráuzio Varela…

            malhar é bom, mas em excesso não é. E muito músculo é ruim, pois necessita de sangue….e o sangue tem, que circular bem.

            sei lá…foi o que eu li..

            vc deve saber mais.

    • Bem, o Max disse o que ia dizer sobre o corpo. E a literatura médica nos inunda com exmplo, busque-mo-los.

      Não quis dizer que com a nossa sociedade se baseia em ideais gregos para justificar a questão posta. Disse apenas que a “dicotomia” é antiga.

      Bem, meu campo é mais a literatura. Não há corpo? Bem, bem… Ai, preguiça de continuar comentando.

  15. Nossa peguei o post andando e to com preguicinha de ler tudo!

    Mas enfim, não sou barbie (not at all), confesso que curto olhar um corpão malhado, uma pessoa que é vaidosa e transmite isso… butttt!

    Tive 2 decepções com barbies na minha vida, não tinham merda nenhuma na cabeça, extremamente fúteis e egocêntricos, e ainda beijavam malllllll… claro que minhas experiências não valem pra todos mas prefiro os “normais”, gente como a gente mesmo… mas não tenho preconceito (mentira tenho simmm huahuauhhau)!

    :*

  16. Eeeee bloguizinho que não relativiza e só ataca. A Carta Magna do país aqui nem é pensada em ser discutida. Triste fato… FATO!

    • Agora publicar um texto que NÃO É de nossa autoria, pra incitar uma discussão nos comentários ou um raciocínio sobre o assunto, é ofensivo?

      Se eu tivesse escrito o texto tudo bem, mas ele não passa da opinião de uma pessoa sobre o assunto e, diferente de você, as pessoas entenderam a mensagem, opinaram e concordaram ou não com o autor, simples.

  17. Gente, quem é esse no vídeo? Ele é daqui de Vitória? Max, Dé, esse link para o vídeo não pode causar problemas para vcs?

  18. A Acessoria de Imprensa de IAN MCKELLY, A POLÊMICA informa que a mesma se presta a diálogos com jornalistas e não com universitários sem a devida escola sobre o vínculo da informação. Ela agradece, ainda assim, a devida atenção.

    IMK,A.P.

    • Tá explicado então pq ela possui um conhecimento tão limitadinho. Evadir da discussão é a carta na manga de todo ignorante prepotente, hahaha

    • UÉ…EU TRABALHO COM FONTES PRIMÁRIAS ( INFORMAÇÃO HISTÓRICA)

      EXISTE UMA MATÉRIA QUE EU FIZ SOBRE HISTÓRIA DO TEMPO PRESENTE???

      INFORMAÇÃO + HISTÓRIA DO TEMPO PRESENTE???

      SERÁ QUE ESTOU APTO.

      E ME PARECE QUE PARA SER JORNALISTA NEM PRECISA MAIS DE DIPLOMA? TO ENGANADO?

  19. ISSO TEM UM NOME OBVIO.. RECALQUE!
    SE OS CARAS QUEREM SE CUIDAR, MALHAR, CUIDAR DO CORPO, QUE MAL TEEEM?
    SE ISSO SATISFAZ ELES QUE MAL TEM?
    TEM GENTE QUE TEM COMO HOBBIE IR O SHOPPING, IR A PRAIA, DAR O EDI, ENFIM… ELES GOSTAM DE IR PRA ACADEMIA MALHAR..QUE MAL TEM?
    POR ISSO QUE É TÇAO INCONTROVERSO RECLAMAR E RECLAMAR PEDINDO IGUALDADE E RESPEITO PROS HOMOSSEXUAIS ENQUANTO ESTES MESMO SE SUBDIVIDIREM NESSES TIPOS DE CLASSES E FICAREM “ALFINETANDO” UMA A OUTRA..PELO AMOOOOOOOOOOR, VAMOS RESPEITAR OS GOSTOS E VONTADES DOS OUTROS…
    AGORA, SE VOCE NAO É DO TIPO BARBIE,, PACIENCIA NÉ OU NÇO LIGA E FAZ CARÃO POR SER FELIZ DO JEITO QUE É OU SIMPLESMENTE VÁ E ENTRE NA ACADEMIA E SE MATE! 😉

    • 1º VC NÃO ESTÁ ENTENDENDO…

      O PROBLEMA É QUE EU ACHO RIDÍCULO UMA PESSOA VICIADA EM ACADEMIA, QUE SÓ FALA EM ACADEMIA QUE SÓ SE PREOCUPA COM O CORPO…

      HOMEM, MULHER, GAY , HT TANTO FAZ…

      2º VAMOS RESPEITAR OS GOSTOS E VONTADES DOS OUTROS…

      QUERIDO, AS PESSOAS ESTÃO RESPEITANDO A VONTADE DOS OUTROS…..PELO MENOS EU ESTOU…..MAS NÃO DEIXAREI DE FALAR QUE ACHO RIDÍCULO.

      3º AGORA, SE VOCE NAO É DO TIPO BARBIE,, PACIENCIA NÉ OU NÇO LIGA E FAZ CARÃO POR SER FELIZ DO JEITO QUE É OU SIMPLESMENTE VÁ E ENTRE NA ACADEMIA E SE MATE!

      QUERIDO…POR QUE ALGUÉM AQUI NÃO ESTARIA FELIZ NÃO SENDO BARBIE???
      SE A PESSOA FOR BONITA, ELA SERÁ BONITA DE QUALQUER JEITO….COM OU SEM MALHAÇÃO….

      TENHO NOJO DE BOMBADOS, NOJO.

      NADA CONTRA PESSOAS QUE FAZEM ACADEMIA, MAS QUANDO SÓ FALAM NISSO, SÓ PENSAM NISSO, SÓ VIVEM DISSO….ACHO RIDÍCULO.

  20. Nossa sempre fervendo hein BBC-VIX. Um ‘corpo’ bem cuidado eh diferente de um corpo malhado. Ir pra cama com o conjunto corpo/mente esta cada vez mais difícil ainda mais em tempos de online fastfucking. Não me identifico com essa cultura do culto ao corpo mas estou sentindo a necessidade de me cuidar mais. Beber menos, perder menos noites de sono, ter uma alimentação mais rica, fumar menos.
    Estou me preocupando com minha futura qualidade de vida que não penso que, deve ser usada apenas para aumentar a produtividade de trabalho e enriquecer os patrões. Penso que daqui a pouco, já que nos 30 estou, estarei mais bem preparado e gastarei menos R$ com remédios e menos tempo na fila do INSS. Poderei viajar mais para lugares que ainda não conheço e quem sabe dispor de mais qualidade de tempo para o meu futuro marido, parceiro que seja, cuidar da minha horta, ler melhor e ser um cidadão melhor…
    É a qualidade de vida que muitos de nós gays, renegamos desde a idade tenra ao ficarmos horas expostos ao som alto das boites, ipods; ao sol quente de verão por causa do cruzo; aos coquetéis de drogas que muitos ainda abusam e a pouca quantidade de água ingerida. Vejo então que ficar horas na academia tomando bomba e puxando ferro eh tão maléfico quanto ficar horas nas mesas de bar, só que as barbies, preferem malhar os músculos a cuidar do contexto geral. Parece ser um quick fix. Lembrando que sociológica// falando, preferimos os quick fix. Eh mais pratico e da mais resultados visíveis. Outras de nós, nem check-up de HIV se dedicam a fazer.
    Gostei demais desse debate. Sinto muito que eu tenha chegado tão tarde e, que ele tenha se perdido um pouco no meio do caminho, mas o veiculo, de parabéns como sempre, fez o seu papel – instigar.

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